12 de jul de 2017

  • Torquato Jardim Terá que se Explicar Sobre Fim da Operação Lava Jato

    O juiz federal Hilton Sávio Gonçalo, da 6ª Vara Federal de Macapá, deu o prazo de 72 horas para que o ministro da Justiça, Torquato Jardim, explique o porquê da extinção da força tarefa da Polícia Federal que conduzia as investigações da Lava-Jato, em Curitiba.
    “Tendo em vista a relevância dos fatos articulados na petição inicial, intime-se a União para que se manifeste sobre o pedido liminar, no prazo de 72 (setenta e duas) horas.”
    A decisão do magistrado se deu numa ação popular movida por Randolfe Rodrigues, que pede a suspensão liminar da “reestruturação” do grupo policial até que o Ministério da Justiça apresente estudos conclusivos sobre os impactos dessa medida na Operação.
    Randolfe diz que Torquato foi “contratado, sob medida, para barrar a Lava-Jato”.
    “Tal medida foi adotada na surdina, sem qualquer antecedência razoável e sem a publicização das motivações objetivamente circunstanciadas que pudessem mitigar a mais que razoável suspeita de intervenção política nos trabalhos policiais”, diz o texto protocolado na Justiça. A ação pede, ainda, que o juiz ouça todos os procuradores da República que integravam a força-tarefa e os delegados que conduzem os inquéritos da Lava-Jato.

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