29 de jun de 2017

  • Clérigo saudita radical, banido na Grã-Bretanha, no Brasil... Muçulmanos no Brasil!

    O Brasil é hoje como um faroeste sem xerife. Não existe controle de fronteira, pois segundo determinação do próprio governo, com aprovação do Congresso Nacional, qualquer extrangeiro entra no Brasil sem precisar de visto de entrada (entre junho e setembro). E, ao entrar, tudo vale, até mesmo espalhar ódio.

    Está no Brasil o Xeique Mohammad Al-Arifi, professor na Universidade Rei Saud e notório promotor da Jihad e do Wahabismo (e banido da Grã-Bretanha!). Este xeique visitou a Liga Juventude Islâmica Mesquita do Pari (LJIMP), localizada na cidade de São Paulo, fato este noticiado pela própria página do Facebook da LJIMP, dia 26 de janeiro (leia aqui e aqui).

    Isto está acontecendo em São Paulo, capital

    Xeique Mohammad Al-Arifi se tornou notório pela sua fatwa (édito religioso islâmico) que permitiu aos jihadistas lutando na Síria e Iraque estuprarem as mulheres sírias, assunto tratado dentro do artigo A "Jihad do Sexo". Ele também recomendou o "casamento temporário" para os jihadistas lutando na Síria. O video abaixo relata este fato, bem como notícia no Washington Times (um outro xeique, Yasir al-Ajlawni, também é citado na mesma notícia).


    Xeique Mohammad Al-Arifi  emite édito religioso islâmico (fatwa)
    permitindo que os jihadistas estuprem as mulheres e meninas sírias

    Vídeo da TV Al Jadded (Líbano). A notícia foi confirmado por outras fontes como Tayyar.org e PressTV.ir


    É claro que o estupro de mulheres que não sejam muçulmanas, ou que não sejam vistas como muçulmanas por aderirem a regras diferentes, ou por pertencerem a facção diferente, é algo que vem do Alcorão e da Tradição de Maomé (Sunna), comportamento este  sedimentado na lei islâmica. Este assunto foi tratado no artigo Estupro e Escravidão Sexual.

    Outros fatos marcantes que deixam bem claro a linha salafista wahabista virulenta deste fiel seguidor de Maomé foi a sua chamada à Jihad na Síria, bem como a aula que ele deu na LBCTV do Líbano, no dia 9 de setembro de 2007 (vídeo aqui), ensinando o modo islâmicamente correto de se "educar" a esposa, algo consistente com a Sharia, é claro, conforme discutido em Maomé, homem sem honra (Alá diz que a esposa pode apanhar, e ensina como fazê-lo).

    Sheikh Muhammad Al Arifi declara Jihad na Síria
    (imagina a reação se um padre fizesse um sermão destes)

    Não são apenas fatwas que tornaram este clérigo radical famoso. Ele também criou confusão na Inglaterra ao aliciar jovens para a jihad. Durante sua última visita, que incluiu aulas e sermões nas mesquitas wahabistas e salafistas, promovendo jihad e sendo acusado de ter incentivado a ida de alguns jovens muçulmanos para irem lutar na Síria. Apesar dele ter negado isso, as evidências foram tamanhas que o governo britânico o baniu da Grã-Bretanha!


    vídeo do Channel 24 britânico
    (legendas em português sendo produzidas)

    Justificando a decisão, um porta-voz do Ministério do Interior da Grã Bretanha disse: "Nós podemos confirmar que Mohammad Al-Arifi foi excluído do Reino Unido. O governo não apresenta desculpas para recusar o acesso de pessoas ao Reino Unido, quando nós cremos que estas pessoas representam uma ameaça para a nossa sociedade. Vir aqui é um privilégio que recusamos estender para aqueles que buscam subverter os valores que nós compartilhamos."

    Veja bem, o governo britânico tem sido extremamente tolerante com o extremismo e o fundamentalismo islâmico (o islão de Maomé) a ponto de ter se colocado em um perigoso processo de islamização. Mesmo assim, acabou banindo este xeique. Será que esse "cheiro de pólvora" não seria o bastante para o governo brasileiro evitar a sua entrada no Brasil? O Brasil de hoje é a "casa da mãe Joana."

    Quem está ciceroneando o Xeique Mohammad Al-Arifi durante a sua visita a Mesquita do Pari é um xeique brasileiro, Rodrigo Rodrigues, que morou e se formou como xeique em Riad. Ou seja, ele se formou dentro da ideologia salafista wahabista. O Xeique Rodrigo faz um trabalho voltado primordialmente para a juventude. Sabe-se que atrair os jovens e os pré-adolescentes, geralmente mais impressionáveis, muitos dos quais mais preocupados com seus iphones do com que seu crescimento intelectual, é mais fácil. Ele se utiliza de visitas de turmas de escolas de São Paulo para a Mesquita, onde ele apresenta uma versão higienizada do islamismo (outras mesquitas fazem o mesmo). Aparentmente, ele chegou a dar aulas sobre o islamismo em colégios de SP, ajudando cada criança que cursasse o curso sobre islamismo. Ele tentou fazer isso em um colégio particular no Pari que estava falindo, mas não houve procura e o curso acabou. Estas atividades de pregação ocorrem com o consentimento dos pais? É de se perguntar se as escolas que permitem que os alunos visitem a mesquita não levam depois os alunos para visitarem um templo hindu, ou uma sinagoga, ou um terreiro de candomblé, ou algum templo cristão.


    Visita à Mesquita Brasil por um grupo de crianças trazidas pelo 
    Grupo de Turismo Via Leões Lazer, liderados pela coordenadora Priscila Sobral 

    Visita a Mesquita Abu Bakr, em São Bernardo do Campo, por alunos do Colégio Objetivo e do Colégio Barão de Mauá. Estas fotos são de 2013, mas visitas como essas continuam

    O Xeique Rodrigo foi assunto de um artigo recente da BBC Brasil, intitulado "Sheik atrai brasileiros para o islamismo com 'zoeira', redes sociais e discurso de tolerância." O título já diz tudo.

    O Xeique Rodrigo cercado por meninos e meninas cobertas  
    (aprendendo o seu papel islâmico na sociedade)

    Deve ser salientado que o Xeique Rodrigo, bem como as demais mesquitas, parecem por em prática o que é prescrito no livro Metodologia da Dawah (pregação islâmica, proselitismo islâmico), de Shamim A. Siddiqi. Este livro diz como os muçulmanos devem se aproximar dos não-muçulmanos de modo a converte-los para o Islã. O livro específicamente diz para os muçulmanos não contarem aos novos convertidos toda a verdade sobre o Islã, ou seja praticarem a taqiyya (cf., páginas 48 e 49):
    • Explicar o conceito de tawheed (deus único) sem dizer o que este kalimah [declaração de fé] exige de um muçulmano. 
    • Apresentar o aqidah [Credo Islamico] sem explicar o impacto do iman billah [fé em Alá].
    • Explicar o iman bil-akhirah [fé na vida depois da morte] sem dizer qual a revolução que isto deve causar na vida do indivíduo e da sociedade que ele vive.
    E agora, vê-se claramente a interação calorosa entre um promotor do islamismo e do jihadismo (al-Arifi) com o "xeique da zoeira" Rodrigo Rodrigues e da Mesquita do Pari. Isso é uma demonstração clara da presença do salafismo no Brasil.

    Mesquita de Pari: mais um foco do salafismo no Brasil?

    A procupação que já existia em torno da influência marcante do salafismo no Brasil e o apoio saudita e wahabista na islamização torna-se maior quando pregadores extrangeiros que promovem idéias que contrariam a Constituição do Brasil possam entrar e trafegar livremente pelo nosso território. O que um xeique promotor da jihad islâmica, como este Xeique al-Arifi está fazendo no Brasil? E se você tem alguma dúvida sobre o quanto o islamismo contraria a nossa Constituição leia Lei Islâmica (Sharia): resumo do que não presta. E leia depois o livro Lei Islâmica (Sharia) para os não muçulmanos. E fique sabendo que a maioria dos muçulmanos deseja a implementação da Sharia onde eles moram.

    Será que a islamização do Brasil é algo planejado, coordenado e fianciado no exterior. Veja bem, houve um encontro na Turquia que tratou sobre isso. Curioso, não?

    Que as autoridades brasileiras não vejam perigo no que está acontecendo não é se de estranhar, pois existe uma afinidade entre o atual o governo e os islamistas (além do fato que o governo estar mais perdido do que surdo em bingo). Mas o que me surpreende é a imprensa ser tão indiferente. Tudo isso acontece sem ser denunciado nem ao menos reportado pela imprensa. Será que o jornalismo investigativo no Brasil acabou? E o pior é que repórteres que se auto-promovem como tal, acabam fazendo propaganda islâmica ao invés de jornalismo, sendo a apresentadora Ana Maria Braga e "repórter investigativo" Roberto Cabrini dois exemplos recentes disso.

    E onde estão os políticos brasileiros? Será que indústria halal no Brasil já tem influência o suficiente para os silenciar?

    E, para que as coisas fiquem claras, o problema não é terrorismo. Desastres nas estradas matam mais do que terrorismo. O problema é a substituição da nossa Constituição pela lei islâmica. E isso pode ocorrer sem que um único tiro seja dado. Basta que o número de muçulmanos seja o bastante para eleger uma maioria no Congresso. E esse objetivo, o de ter a Sharia como a lei suprema do Brasil é um desejo que as lideranças islâmicas no Brasil têm dificuldade de esconder. Dois exemplos seguem. O primeiro é o depoimento de Nasser Fares, diretor geral da rede Marabraz, durante um evento realizado pela Mesquita Brasil, no qual ele mostra de forma clara e precisa uma etapa do plano de islamizar o Brasil: no prazo de 20 anos, tranformar a religião muçulmana na 3ª maior do Brasil, através da conversão para a religião islâmica de 20 milhões de brasileiros (este discurso está disponível em vídeo). Eles vem trabalhando sobre a população mais carente, nas favelas, e sobre as mães solteiras e mulheres divorciadas mais velhas. O segundo é algo que foi publicado na mesma época na página do Facebook da Mesquita Brasil. As reações negativas foram tantas que eles retiraram a postagem, mas pudemos copiá-la à tempo e mostramos abaixo: 


    O Cristianismo será banido do Brasil assim como o ateismo, o Islam triunfará e os soldados de Alá vencerá a guerra contra os incrédulos e idólatras de cristo em 50 anos o Brasil será islâmico a política nos espera teremos a Sharia a verdadeira justiça de Alá sobre os perversos. Alahu Akbar.

    Atualização em 28/2/2016
    Reportagem da VEJA sobre o assunto, intitulada Um Jihadista no Brasil.


    Atualização em 16/3/2016
    Segmento do programa de TV Domingo Maior




    Referências:

    Fatwa permits rape of Syrian women, Newmax, 10 de janeiro de 2013.

    A "Jihad do Sexo", Raymond Ibrahim, 25 de junho de 2013.

    Islamic cleric decrees it OK for Syrian rebels to rape women, Washington Times, 3 de abril de 2013.

    New Fatwa Permits Rape of Non-Sunni Women in Syria, Raymond Ibrahim, 2 de abril de 2013.

    Casamento Temporário: A Prostituição Religiosa do Islão (mut'ah, sighe, misyar), José Atento, 25 de fevereiro de 2015.

    Sunni Saudi Wahabi Preacher Issues Fatwa Allowing Jihadis to Rape Syrian Women and girls – and ask Egyptian singer to stop singing, The Muslim Issue, 3 de julho de 2013.

    Video: Taqqiyya: Top Saudi Sheikh Mohamed Al-Arifi is ISIS supporter and calls for British Muslims to join Jihad, The Muslim Issue, 24 de agosto de 2014.

    Did this preacher groom the jihadi Britons? Notorious cleric visited mosque where terror brothers worshipped, Daily Mail, 22 de junho de 2014.

    Banned preacher under scrutiny over links to young Cardiff men fighting with Isis in Iraq and Syria, ITV, 23 de junho de 2014.

    Father of Cardiff jihadists says his sons were radicalised in 'pop-up' schools, The Guardian, 23 de junho de 2014.

    'No life without jihad' - why the change of heart?, Channel 4 News, 25 de junho de 2014.

    A islamização da Grã-Bretanha (vídeos), 23 de janeiro de 2016.

    A Islamização da Grã-Bretanha em 2015, Soeren Kern, Gatestone Institute, 10 de janeiro de 2016


    Boicote Produtos Halal, 20 de maio de 2015

    infielatento.blogspot.com.br/2016/01/clerigo-saudita-radical-banido-na-gra-bretanha-entra-no-Brasil.html

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