19 de jan de 2017

  • Filho de Teori Zavascki suspeita que morte do pai foi criminosa

    Zavascki era relator do processo que investiga, entre outros, o presidente de facto, Michel Temer, e vários dos integrantes do grupo que assumiu o poder, no Brasil, após o golpe de Estado em curso desde Maio do ano passado

    Por Redação – de Brasília
    Filho do ministro Teori Zavascki, morto na queda de um avião em Paraty, na tarde desta quinta-feira, Francisco Prehn Zavascki acredita que havia um complô para impedir que a Operação Lava Jato seguisse adiante. Zavascki era relator do processo que investiga, entre outros, o presidente de facto, Michel Temer. Além dele, vários dos integrantes do grupo que assumiu o poder, no Brasil, após o golpe de Estado em curso desde Maio do ano passado.
    Filho do ex-ministro do STF Teori Zavascki, Francisco publicou em uma rede social que, se algo acontecesse com o pai, já se saberia onde procurar os culpados
    Filho do ex-ministro do STF Teori Zavascki, Francisco publicou em uma rede social que, se algo acontecesse com o pai, já se saberia onde procurar os culpados
    “É óbvio que há movimentos dos mais variados tipos para frear a Lava Jato. Penso que é até infantil imaginar que não há, isto é, que criminosos do pior tipo (conforme o MPF afirma) simplesmente resolveram se submeter á lei! Acredito que a Lei e as instituições vão vencer. Porém, alerto: se algo acontecer com alguém da minha família, vocês já sabem onde procurar…! Fica o recado!” A mensagem, publicada em 26 de maio do ano passado, foi apagada.
    Teori Zavascki havia determinado, na antevéspera de sua morte, as primeiras diligências nas petições sobre a homologação dos acordos de delação premiada de executivos da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. Ele despachou em pelo menos dez dos 77 documentos que chegaram à Corte em dezembro. O conteúdo das decisões não foi divulgado em razão do segredo de Justiça imposto às investigações.
    Ao longo do período de análise dos acordos, o ministro pode marcar audiências para que os juízes auxiliares que integram a equipe ouçam os delatores e confirmar as acusações ou determinar pedidos de ajustes.

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