20 de nov de 2016

  • Pesquisador diz que indústria farmacêutica age como o crime organizado – Exemplo: Fosfoetanolamina Sintética


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    Médico dinamarquês Peter Gotzsche, 67.
    (11/2016) – O médico dinamarquês Peter Gotzsche, 67, não é um homem de meias palavras. Ele compara a indústria farmacêutica ao crime organizado e a considera uma ameaça à prática da medicina segura.
    “Isso é fato, não é acusação. Ela [a indústria] sabe que determinada ação é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes”, diz.
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    Medicamentos Mortais E Crime Organizado
    Peter Gotzsche – COMPRAR
    Professor na Universidade de Copenhague e um dos que ajudaram a fundar a Cochrane (rede de cientistas que investigam a efetividade de tratamentos), ele acaba de lançar livro “Medicamentos Mortais e Crime Organizado – Como a indústria farmacêutica corrompeu a assistência médica” (Bookman Editora). Recém traduzida para o português, a obra tem causado alvoroço no meio médico.
    Gotzsche reconhece os êxitos da indústria no desenvolvimento de drogas para tratar infecções, alguns tipos de câncer, doenças cardíacas, diabetes, mas expõe no livro dados que demonstram falhas na regulação de medicamentos e os riscos que muitos deles causam à saúde.
    No início do mês, ele proferiu uma palestra no congresso mundial de medicina de família (Wonca), que ocorreu no Rio de Janeiro, onde deu entrevista à Folha.
    *
    Folha – O sr. compara a indústria farmacêutica ao crime organizado. É uma acusação muito séria. O sr. está sendo processado?
    Peter Gotzsche – Não, porque isso é um fato, não é uma acusação. A indústria sabe que determinada ação é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências, extorsões e fraudes. Está bem documentado.
    Eles dizem que os exemplos que cito no meu livro são velhos, que as práticas hoje são outras. Mas é mentira. Eu documentei crimes cometidos pelas dez maiores farmacêuticas entre 2007 e 2012. Esses crimes estão crescendo, e isso não é surpresa.
    Por outro lado, a indústria produz drogas que trazem benefícios, certo?
    Sim, alguns medicamentos trazem grandes benefícios. mas meu livro não é sobre os já bem conhecidos benefícios que algumas drogas trazem. Meu livro é sobre as falhas de todo um sistema, da descoberta, produção, marketing e regulação das drogas.
    O sr. é especialmente crítico em relação à área da psiquiatria. Por quê?
    As drogas psicotrópicas têm provocado muitos danos aos pacientes e podem se tornar ainda piores quando eles tentam interrompê-las porque aparecem os sintomas da abstinência, mas os psiquiatras muitas vezes negam isso.
    Eles aprenderam com a indústria farmacêutica que nunca devem culpar a droga, mas sim a doença.
    Não sei de outra especialidade médica onde haja tanto excesso de diagnóstico e de tratamento ou onde os danos dos medicamentos sejam tão debilitantes e persistentes em relação aos benefícios. Felizmente, alguns dos psiquiatras já perceberam que sua especialidade está em crise, então há esperança.
    Mas essas drogas passam pelo crivo de agências reguladoras, que levam em conta os riscos e benefícios. Ou não?
    Agências regulatórias têm feito um trabalho muito pobre por diferentes razões. Elas falam com a indústria farmacêutica, mas não falam com os pacientes. Para ter uma nova droga aprovada só é preciso provar que ela é melhor do que placebo, mas os efeitos colaterais não são levados muito em conta.
    Esses danos são pouco estudados. Quanto mais estudos você faz, mais chances você terá de achar problemas. Uma droga precisaria ser efetiva e segura, mas isso não acontece em muitos casos.
    Qual a saída?
    O processo de regulação tem que ser melhorado. É preciso que as agências tenham mais independência e transparência e também encorajar as iniciativas que exponham as ligações das farmacêuticas com médicos e outros profissionais da saúde, associações de pacientes e periódicos científicos.
    Qual a principal mensagem para pacientes e médicos?
    Não confiem nos estudos publicados pela indústria farmacêutica. Muitas drogas são ineficazes e muito mais perigosas do que as pessoas imaginam. É uma tragédia dupla: as pessoas estão morrendo por causa de medicamentos e muitas vezes nem precisariam deles. Por essa razão, médicos devem prescrever menos remédios do que fazem hoje.
    *
    OUTRO LADO
    Dirigentes de associações das farmacêuticas no Brasil repudiam a relação que o médico Peter Gotzsche faz entre o setor e o crime organizado.
    “Não se pode criminalizar uma indústria que efetivamente faz saúde em caixinha, que evita que as pessoas fiquem doentes”, diz Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma (sindicato paulista da indústria de produtos farmacêuticos).
    Para ele, Gotzsche trata de questões ideológicas e ultrapassadas. “Não conheço o livro, mas dei um Google.”
    Segundo Mussolini, é graças a remédios produzidos pelas farmacêuticas que ele e o autor estão vivos hoje.
    “Quando eu nasci, em 1958, a expectativa de vida para o brasileiro era de 53 anos e do europeu, de 60 anos. A indústria pode ter cometido erros no passado, mas não se pode criminalizá-la.”
    Ele diz que nos últimos anos houve grande evolução nas questões regulatórias e de marketing e que práticas antiéticas foram banidas.
    “No passado, era normal o médico viajar a convite da indústria a congressos fora do Brasil e levar junto a mulher, o filho. Ficava duas horas no congresso e uma semana de férias. Hoje nenhuma empresa aprova uma coisa dessas.”
    Nos últimos 30 anos, diz, houve uma evolução na forma de pesquisar, registrar e promover os produtos. “Hoje só registramos um produto se conseguirmos demonstrar que ele traz ganho em eficácia e segurança em relação a outro já registrado.”
    Antonio Brito, presidente da Interfarma (associação das farmacêuticas de pesquisa), lembra da preocupação do setor de avançar na transparência das relações.
    Afirma que na semana passada a Interfarma lançou a terceira revisão do seu código de conduta, discutido com o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a AMB (Associação Médica Brasileira).
    “Sabemos que existem zonas cinzentas nessas relações e falhas de procedimento. Mas elas não serão resolvidas com atitudes que ultrapassam o bom senso.” [FONTE: FOLHA DE S. PAULO]

    Raio-X

    Peter Gotzsche

    FORMAÇÃO
    Formou-se médico em 1984 e é especialista em medicina interna
    CARREIRA
    Trabalhou com ensaios clínicos e regulação na indústria farmacêutica entre 1975 e 1983 e em hospitais em Copenhagen entre 1984 e 1995. Tornou-se professor de pesquisa clínica em 2010 na Universidade de Copenhagen
    ATUAÇÃO
    Cofundou a Colaboração Cochrane em 1993 e fundou o The Nordic Cochrane Centre no mesmo ano. É editor no Cochrane Review Group
    Informação:
    Abaixo, exemplo de quando e como a Indústria Farmacêutica age como o crime organizado: Máfia farmacêutica em guerra contra o tratamento do câncer com Fosfoetanolamina Sintética.
    Posted on  / Via: by zhannko
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    Demorou para ser revelado, mas agora não têm mais volta. A população brasileira e de todo o mundo precisa saber. A máfia farmacêutica, cujos donos/acionistas são os banqueiros internacionais, está em guerra contra a fosfoetanolamina, já que uma cápsula que custa apenas R$ 0,10 centavos ameaça a bilionária industria da quimioterapia e radioterapia.
    A Rede Globo divulgou uma reportagem asquerosa sobre a fosfoetanolamina sintética, tentando colocar a cápsula como uma espécie de placebo. Usou o infame Drauzio Varella, com lágrimas de crocodilo, para convencer a opinião pública de que a substância não é a cura do câncer e que tudo não passa de boato.
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    Em nenhum momento na reportagem foi entrevistado algum paciente sob tratamento com a fosfoetanolamina. Por quê? Isto deveria ser uma das primeiras providências de um repórter, perguntar à outra parte a sua versão dos fatos. Mas não, a fascista Rede Globo ignorou totalmente os pacientes e deu microfone à ANVISA. Toda esta fantochada cheira a matéria paga da indústria farmacêutica para combater a fosfoetanolamina.
    Assista mas ignore os palavrões, o rapaz está muito indignado pela morte do pai.
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    A ANVISA, o órgão que já deveria ter liberado as pesquisas em seres humanos, está propositalmente bloqueando o avanço dos estudos e assim impedindo o registro do medicamento. Atua da mesma forma como a FDA (Food and Drug Administration) norte-americana. E o que faz a FDA? Frauda pesquisas e intimida a qualquer pesquisador que revele a cura de alguma doença ou a fraude dos medicamentos dos grandes laboratórios. A ANVISA age como a FDA estadunidense, como uma fachada dos laboratórios, que gastam milhões de dólares intimidando pesquisadores. Tudo para manter a censura e o negócio bilionário de pé! Os donos do cartel farmacêutico são os banqueiros sionistas internacionais, os Rothschild, Rockefeller, JP Morgan, entre outros.
    É uma questão de lógica, se a quimioterapia e radioterapia dão lucro bilionário aos usureiros internacionais é óbvio que qualquer tratamento efetivo ou cura por R$ 0,10 centavos é uma ameaça ao negócio.
    A Rede Record também fez uma reportagem sobre a fosfoetanolamina, mas aqui foi dado microfone aos doentes e eles estão relatando recuperação e cura da doença.
    O Dr. Renato Meneguelo é um dos profissionais que desenvolveram o medicamento FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA. Há anos ele e toda a equipe vem lutando para que o medicamento seja testado clinicamente, até hoje sem sucesso e com uma força contrária querendo abafar, visto que pessoas tratadas com a substância estão relatando cura SEM os efeitos colaterais horríveis que as terapias ortodoxas causam.
    Neste vídeo o Dr. Meneguelo denuncia que foi ameaçado e relata como um laboratório conseguiu em pouco tempo o registro de um medicamento contra o câncer chamado Yervoy. Um medicamento que custa R$ 78.560,00 e que foi testado em 40 pessoas. Quando se trata de “medicamento” da BigPharma, a ANVISA e os hospitais rapidamente se prontificam para fazer os testes clínicos e o registro. A aprovação é imediata! Uma canalhice total!
    A doença é um negócio! Um negócio de bilhões de dólares que envolve laboratórios, médicos e órgãos como a FDA/ANVISA!
    Se o leitor possui algum conhecido com câncer, investigue sobre este assunto, entre em contato com a USP e os pesquisadores da fosfoetanolamina. É necessário desmascarar esta máfia que lucra com o sofrimento de milhões de pessoas.
    Como funciona?
    O mecanismo pelo qual a substância funciona é extremamente simples: mata a maioria dos tipos de células cancerosas causando-lhes autodestruição sem afetar tecidos normais. No mundo de hoje, essas drogas não atraem facilmente financiamento.
    *Clique sempre na imagem para uma maior e melhor nitidez.
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    Muitas famílias estão entrando com liminares para obter a fosfoetanolamina, mas isto não basta. É necessário processar a ANVISA pelo criminoso boicote aos testes clínicos com estas cápsulas. Enquanto não deixarem que os testes sejam feitos, o medicamento não será registrado e milhões de pessoas com câncer não poderão ser beneficiadas.
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    Se a fosfoetanolamina for comprovadamente um sucesso, preparem os tribunais. Porque a casa vai cair para a o mafioso cartel farmacêutico e os corruptos que lucram com a indústria do câncer.

    Assista: Considerações legais sobre a Fosfoetanolamina – AQUI:https://youtu.be/esZoPsK201E

    A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, emitiu parecer dizendo que a substância fosfoetanolamina sintética poderia vir a ser um importante medicamento utilizado para combate ao câncer, mas de acordo com o pesquisador Salvador Neto do Departamento de Química da USP, para que as pesquisas, os estudos e a produção da droga avançassem seria necessário ceder a patente a própria Fiocruz. E se não fosse aprovada, tal cessão impediria por completo o desenvolvimento das pesquisas e sua possível produção.
    Senador Ivo Cassol critica Drauzio Varella e rede globo, e elogia reportagem feita pela Record, e fala sobre os absurdos que vem sendo praticados contra a Fosfoetanolamina!
    Cascavel, no Paraná, quer fazer os testes clínicos e produzir a Fosfoetanolamina:
    Procedimento.
    Para seguir as normas da ANVISA é necessário ainda concluir as três fases requeridas pela agência, mas que por má vontade, e falta de interesse do Governo, da própria Agência e da USP não lhe são dispostos os meios necessários.
    Pacientes que usam a droga, familiares e advogados, afirmam que a substância, ainda que experimental, tem resultados eficazes no combate à doença. Eles relatam casos de cura e vêm apelando à Justiça para obter a droga, já que sem o registro junto à Anvisa não pode ser produzida e comercializada. Sua produção mesmo em baixa escala não alcança meros R$ 0,10.
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    Valor tão irrisório, que leva todos os interessados a questionar a que ponto não são os grandes Laboratórios e seu lobby os responsáveis por tanto descaso da parte do Governo e das Agências e Instituições.
    O desenvolvimento de drogas é basicamente um grande negócio, e investir na droga sem patente simplesmente não é um bom negócio, porque não haverá lucro. Em um mundo onde a droga para câncer Avastin – patenteada pela empresa farmacêutica Genentech/Roche – custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano sem nenhuma comprovação de que prolonga a vida, não ha espaço para a fosfoetanolamina.
    Segundo farmacologistas, as empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidos com lucro. Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba se tornando uma droga aprovada.
    Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos a 7 a 10 anos de testes, com um custo total médio de 500 milhões de dólares, o que pode ser em vão se a droga não receber aprovação de instituições reguladoras. E mesmo se isso ocorrer, apenas 3 de cada 20 drogas aprovadas geram lucros suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento.
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    O lucro é o incentivo para o risco que a empresa corre. E seria quase impossível lucrar em uma droga como a fosfoetanolamina. Se ela for mesmo eficaz, então será uma droga ridiculamente barata. Segundo especialistas, a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação.
    Ai reside a torpeza das indústrias químicas e farmacêuticas, promovendo lobbys para barrar o desenvolvimento e o estudo de drogas que não proporcionarão lucro.
    Não bastasse essa prática asquerosa e nojenta, uma das maiores empresas de mídia televisiva mundial – a Rede Globo de Televisão – se une a baixeza do boicote promovendo matérias em rede nacional, com forte apelo emocional, buscando ridicularizar o poderes potenciais da substância.
    O que causa mais nojo ainda é a aderência de um médico que se tornou astro de televisão – Dr. Dráuzio Varella – e, sem qualquer autoridade nega uma possível incidência de cura, negando suas potenciais qualidades e com veemência afirma tratar-se de um engodo.
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    É lamentável este tipo de postura tanto das agências reguladoras, das industrias químicas e da Rede Globo com auxílio de seu artista médico, boicotarem o que pode ser a esperança de cura através de uma droga acessível a todos.
    A corrupção no mundo da medicina.
    Lucro da Novartis afetado pelo acordo de US$ 390 milhões.
    (27-10-2015) Zurich – O lucro da Novartis caiu no terceiro trimestre devido a que a empresa teve que desembolsar US$ 390 milhões para frear as acusações dos Estados Unidos sobre o pagamento de subornos à farmácias especializadas para promover as vendas de alguns medicamentos, informou a companhia suíça na terça-feira.
    Segundo o Código de Ética Médica, o problema começa quando, para fazer com que o médico goste mais dele (representante comercial da farmacêutica) do que dos outros (de outras farmacêuticas), o propagandista propõe vantagens mais palpáveis. Dinheiro. “Se o médico ganha um cheque, ele se compromete a prescrever 3 vezes o valor em receitas de um medicamento”, exemplifica Antônio. Médicos que não quiseram se identificar confirmam a prática. “Já recebi propostas de viagens em troca de prescrever remédios”, diz um psiquistra. As farmácias asseguram o trato. “Há farmacêuticos e balconistas que são pagos para xerocar a receita ou anotar o nome do médico”, diz Antônio. É o que eles chamam de “caderninho”, escala final de um ciclo de propaganda, acordos e troca de interesses em que ganham médicos, farmacêuticos e os donos de laboratório.
    A exemplo do que já foi identificado em cirurgias ortopédicas, a máfia que paga comissões a médicos para induzir a venda de próteses também faz vítimas entre portadores de doenças cardíacas. Reportagem exibida pelo Fantástico mostrou que médicos recebem dinheiro vivo para implantar próteses cardíacas em pacientes submetidos a cirurgias que, muitas vezes, são desnecessárias.
    As investigações sobre a máfia das próteses, que o programa Fantástico denunciou em janeiro, começaram a ter consequência. Esta semana, foi decretada a prisão de oito pessoas acusadas de envolvimento no esquema. Até cirurgias falsas foram descobertas: o médico dizia que ia colocar um implante no coração do doente, fazia a operação, mas não implantava nada. É um sofrimento para as famílias das vítimas.
    Efeitos da fosfoetanolamina sintética. Relato de Milton Taborda.
    Grande melhora do Pai da Katy com o uso da FOSFOETANOLAMINA em poucos dias. Há quem não acredite, há quem não queira acreditar, e tem os que sabem e querem que você não acredite, mas de qualquer maneira, é a verdade… Vamos vivenciar uma nova era neste terrível cenário do Câncer e seus tratamentos.
    MAIS…


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