26 de nov de 2016

  • Janaina Paschoal diz que Temer é tão corrupto quanto Dilma


    Brazilian jurist Janaina Paschoal speaks before the impeachment committee at the 
    Chamber of Deputies in Brasilia in March 30, 2016. Brazilian President Dilma Rousseff 
    said Wednesday she was the victim of a coup as her allies horse-traded frantically for 
    enough votes to ride out an impeachment drive. A months-long crisis reducing Latin 
    America's biggest country to political paralysis ahead of the Rio Olympics deepened 
    Tuesday when Rousseff's Workers' Party lost its main coalition partner, the centrist 
    PMDB. AFP PHOTO/ANDRESSA ANHOLETE / AFP / Andressa Anholete 
    (Photo credit should read ANDRESSA ANHOLETE/AFP/Getty Images)
    A mais recente declaração da autora do pedido de impeachment de Dilma surpreendeu os seus seguidores no Twitter, ela disse que Temer está cometendo os mesmos erros que Dilma ao acobertar corruptos em seu governo.
    A advogada e professora da Faculdade de Direito da USP Janaina Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT), fez críticas ao presidente Michel Temer (PMDB), comparando-o à petista.
    Em declarações publicadas em sua conta no Twitter nesta terça, Janaina disse que o presidente deve afastar membros do governo envolvidos em denúncias.
    Mesmo sem citar nomes de ministros, a mensagem é uma crítica à condução de Temer sobre a denúncia que envolve o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira de Lima , feita pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. Após pedir demissão, Calero afirmou que Geddel o pressionou para liberar a construção de um empreendimento milionário em Salvador. Temer afirmou que manterá Geddel no cargo.
    “Os sinais indicam que o presidente pretende trilhar o caminho de sua antecessora, passando a mão na cabeça de quem precisa ser afastado”, afirmou Janaina.
    Ela afirmou ainda que o primeiro crime de responsabilidade de Dilma foi não afastar os envolvidos no escândalo do Petrolão. “Por mais que um presidente da República goste e confie em determinadas pessoas, ele tem o dever de tomar providências, diante de denúncias”, afirmou Janaina.
    “Não adianta o governante se apegar ao princípio da presunção de inocência. Esse princípio vale para o processo penal, não para a gestão pública”, completou.
     Via FOLHA BRASIL
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