20 de nov de 2016

  • Gilmar Mendes manda arquivar 2º pedido de inquérito contra Aécio Neves


    Pela segunda vez em duas semanas, Gilmar Mendes manda de volta ao procurador-geral da República pedido de abertura de inquérito contra Aécio Neves, presidente do PSDB. Ministro do STF pediu ainda a Rodrigo Janot para reavaliar se é o caso de investigar o senador tucano


    Gilmar Mendes Aécio Neves
    Sem demonstrar qualquer constrangimento, Gilmar Mendes age abertamente no STF como porta-voz de Aécio Neves e do PSDB

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o segundo pedido de abertura de inquérito contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
    Gilmar questiona Janot se ele considera mesmo necessário levar adiante as apurações. São alvos do mesmo pedido de abertura de inquérito o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP).
    Esta é a segunda vez que Gilmar questiona a PGR sobre a abertura de um inquérito envolvendo o senador tucano. No primeiro pedido devolvido a Janot, um dia depois de ter autorizado o início das investigações, o ministro mandou paralisar as ações e solicitou um parecer do procurador-geral sobre a necessidade das apurações.
    A PGR ainda não enviou resposta. O pedido foi feito por causa das citações do ex-senador cassado Delcídio do Amaral (MS) que associam o presidente do PSDB ao esquema de corrupção de Furnas.
    No segundo pedido contra Aécio, a Procuradoria-Geral da República pede autorização para investigar se Aécio participou de uma manobra para camuflar dados do Banco Rural com o objetivo de esconder operações financeiras do chamado mensalão mineiro ou tucano.
    Na defesa prévia apresentada, Aécio argumenta que não há elementos mínimos para justificar a instauração de um inquérito.
    Também nesse caso a fonte de informação é Delcídio. O tucano nega envolvimento em irregularidades e diz que o envolvimento de seu nome interessa ao PT.
    Aécio Neves é citado por diversos delatores da Lava Jato. O senador tucano ainda integra a lista da Odebrecht e apareceu nos áudios divulgados esta semana de Romero Jucá e Renan Calheiros.
    com AE e Congresso em Foco
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