14 de out de 2016

  • O castigo aplicado à doutora que prendeu uma menina na cela dos machos não é punição. É piada

    A vilã do caso que horrorizou o Brasil civilizado foi condenada 

    a 24 meses de vida mansa


    Na história de horror protagonizada há nove anos  por uma menina de 15, escondida no noticiário pelas iniciais L.A.B., duas mulheres lideraram o elenco de vilões. Uma foi a delegada Flávia Monteiro Teixeira, que trancafiou na cadeia de Abaetetuba, no interior do Pará, a garota acusada de tentativa de furto. A outra encarnação da sordidez foi a juíza Clarice de Andrade.
    Graças à doutora, que manteve a menor de idade na cela lotada por um bando de machos, a fêmea de 38 quilos e 1m50 foi torturada e estuprada por quase quatro semanas ─ pelo menos cinco vezes por dia. Nesta quarta-feira, o Conselho Nacional de Justiça enfim resolveu condená-la: Clarice ficará afastada do cargo durante dois anos, recebendo normalmente o salário.
    Não é castigo: é piada. Ainda vale a pena ser canalha nos grotões do Brasil.


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