21 de out de 2016

  • Morre o ditador de Uzbekistan, cristãos esperam liberdade religiosa


    Islam Karímov, até agora dirigente de Uzbekistão.


    Muçulmanos e protestantes sofrem perseguição num país marcado pela corrupção, as torturas e os trabalhos forçados. O regime tentou ocultar durante dias a morte de quem tem manejado a república pós-soviética por 25 anos.


    Vista da zona turística de Taskent, a capital de Uzbekistão.


    Vista da zona turística de Taskent, a capital de Uzbekistão. No sábado dia 3 de setembro enterrou-se finalmente a mais um dos ditadores desconhecidos, o até agora presidente de Uzbekistan, Islão Karímov. 

    Várias agências e meios independentes adiantaram há alguns dias que quem tem dirigido a república pós-soviética desde que se fundasse (em 1991) tinha sofrido um derrame cerebral. Finalmente, os meios oficiais confirmaram a notícia. 

    O ditador tem “ganhado” a cada eleição à que se apresentou em seus 25 anos de controle,  com porcentagens de apoio de 85% ao 95%. O país não tem nenhum tipo de oposição política, e ONGs como HRW falam de 10.000 presos políticos e torturas constantes.Por seu hermetismo, Uzbekistan tem sido apodada a “Coreia do Norte de Ásia Central”.  
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