14 de mai de 2016

  • O blefe do PT - petismo nunca passou de um grande blefe


    A maneira pela qual a sociedade brasileira derrotou o petismo (sem traumas e sem choques ou rupturas e principalmente dentro do roteiro que estava previsto por todos os atores, o que não deve ser confundida com a tese equivocada do pleno funcionamento normal das instituições) nos mostra que toda história e todos os supostos atributos que eram atribuídos ao PT e seus aliados nunca passaram de um gigantesco blefe.
    Lula e o PT fizeram todo tipo de ameaças à sociedade brasileira: prometeram fazer o diabo, prometeram colocar suas milícias nas ruas para incendiar o país, articularam com seus amigos ditadores socialistas latino-americanos, que latiram insinuando intenções de agressão externa ao país para salvar o petismo. Repetiram à exaustão em fóruns internacionais a retórica falaciosa de golpe. Nada disso surtiu efeito e processo político prosseguiu conforme o previsto.
    Durante anos criou-se em torno de Lula a imagem fantasiosa de um político hábil, capaz de promover articulações de bastidores que seriam eficazes o bastante para assegurar a continuidade de seu projeto socialista e criminoso de poder. Oras, o último grande feito de articulação política da genialidade de Lula se resumiu ao esbirro de um rato que ruge, ao tentar fazer com que um medíocre e obscuro presidente interino do legislativo tentasse anular o impeachment por meio de uma canetada. Uma tentativa que durou poucas horas e que resultou no seu recuo de maneira vexatória e medíocre.
    A suposta capacidade política de Lula e a suposta capacidade de mobilização social por parte do petismo nunca passaram de um grande blefe. Um blefe que se impôs à realidade por conta do silêncio das pessoas de bem. Bastou que essas pessoas de bem se movessem, fazendo a realidade falar mais alto, para que esse blefe e esse fracasso chamado petismo e o seu grande líder se revelassem na sua mediocridade. A história recente do país, marcada pela ascensão e agora a queda do petismo, é a demonstração do adágio que diz que o mal e a mediocridade somente triunfam quando os de bem se calam e consentem.
    Quando as pessoas de bem resolveram erguer a voz e ir às ruas, isso foi o suficiente para colocar o mal representado pelo blefe do petismo em seu devido lugar: na lata de lixo da história, de onde nunca mais iremos permitir que ele saia.
    Raul Castro (Cuba), José Eduardo dos Santos (Angola), Nicolas Maduro (Venezuela), Cristina Kirchner (Argentina) e Daniel Ortega (Nicarágua): todos presidentes de esquerda e amplamente favorecidos pelos governos petistas de Dilma Rousseff e Lula da Silva/ AP/ Pedro Parente / Agência Lusa/ Alba Ciudad/ Marcos Brindicci/ Daniel Siria
    Via Crítica Nacional 
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