6 de mai de 2016

  • Estabilishment e estratégia das tesouras: os dois maiores riscos à democracia que escondem do Brasil

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    A esquerda latino-americana esconde de seu povo um plano sórdido que tenta impor a toda a América Latina: implantar o comunismo em todos os países do continente. Criaram uma facção criminosaorganização de líderes esquerdistas com o objetivo de promovê-lo: o Foro de São Paulo. Seus integrantes mais famosos são Lula, Dilma, FHC, Maduro, Evo Morales, Pepe Mujica, Fidel Castro, Rafael Correa e, pasmem, Barack Obama.
    Você já deve estar pensando “FHC? Obama? Esse cara está viajando!” ou “Está na cara que é mentira. Americano comunista não existe!”. Mas a estratégia deles é essa mesma: comunistas radicais conquistarem apoio de outros supostamente mais moderados (que ficam na moita) e fazem o plano de dominação avançar. A união de esquerdistas marxistas, fabianos e progressistas se chamaestabilishment, ou estamento burocrático.
    Nos anos 60 e 70, empreenderam uma luta armada financiada pela União Soviética para dar golpes de estado e implantar ditaduras do proletariado ao modelo cubano, com a retirada de toda a liberdade e direitos dos cidadãos, fome, miséria e o assassinato de milhões de opositores. Fracassaram. Sofreram uma derrota vergonhosa da qual se ressentem até hoje.
    Após a eliminação da ameaça comunista e a redemocratização, os políticos de todos os espectros da esquerda, dos trotskistas (extrema-esquerda) aos keynesianos (centro-esquerda). Fingem uma disputa pelo poder, mas têm um objetivo principal: manter a hegemonia do pensamento esquerdista e eliminar o diálogo com liberais, conservadores, libertários e anarco-capitalistas, os quais se posicionam claramente contra os planos de dominação estatal. Essa falsa oposição entre eles se chama estratégia das tesouras.
    Suas principais armas para eliminar os pensamentos divergentes são o aparelhamento das universidades com professores marxistas, cooptação da mídia para divulgação de suas ideias e difamação de opositores, troca de favores com banqueiros e empresários poderosos e financiamento de movimentos sociais, mascarados com causas politicamente corretas para esconder sua real função: polícia político-ideológica. A URSS tinha a KGB, e Hitler tinha a Gestapo. A esquerda brasileira tem as universidades, a mídia e os movimentos sociais.
    Hoje estão no poder por meio do voto, e se servem da máquina estatal para se perpetuarem no poder e realizar seus objetivos maquiavélicos de implantação do comunismo na América Latina, também conhecida como Pátria Grande, via Foro de São Paulo. Para isso, precisam se certificar que apenas partidos e políticos de esquerda se mantenham no poder, o que eles têm obtido sucesso desde 1994, com a eleição de FHC, sem ser ameaçados por nenhum outsider do estamento burocrático desde então.
    Quem faz parte do estabilishment, estamento burocrático, situação ou status quo? Todos os políticos do PT, PSDB,  PCdoB, Rede Sustentabilidade, PSOL, PSB, PCB, PSTU, PCO e sindicatos. Apesar de não serem explicitamente vinculados ao Foro de São Paulo, parte dos participantes do PV, PP, PMDB, PDT, PR, PRB, PSD, DEM, PEN, PHS e outros partidos nanicos. Como não possuem conteúdo programático forte e baixo controle sobre a vida pregressa de seus membros, existe a possibilidade de haver gramscistas infiltrados em seus quadros.
    Quem não faz parte do esquema e são os famosos outsiders? Todos os integrantes do PSC, PRTB e NOVO, partidos declaradamente contra o Foro de São Paulo. Nos partidos da segunda categoria do parágrafo acima, é comum encontrar políticos declaradamente anticomunistas, como Ronaldo Caiado (DEM), Ana Amélia (PP), Eduardo Jorge (PV, um ex-comunista arrependido), Coronel Telhada (PSDB) e Magno Malta (PR), para citar alguns.
    Resumindo: os outsiders não são identificados por partidos, mas pelas suas posições declaradas explicitamente contra o comunismo e o Foro de São Paulo. Os participantes do esquema raramente o admitem em público, assumindo postura lacônica quando questionados. Muitos afirmam que o esquema não existe para a imprensa, ao mesmo tempo que o defendem nas reuniões de seus partidos e com os integrantes latino-americanos.
    A falsa polarização de dois partidos de esquerda, PT e PSDB, dita “estratégia das tesouras”, têm contribuído para o avanço do plano de implantação do marxismo cultural. Em todos os pleitos presidenciais há uma suposta “terceira via”, com candidatos também de esquerda, como Marina Silva (PT, PV, PSB, Rede), Eduardo Campos (PSB, morto em 2014 em um acidente aéreo), Ciro Gomes (PSB, PDT) ou Heloísa Helena (PSOL, Rede). Para o esquema, o importante é não haver a possibilidade de vitória de um candidato não vinculado ao Foro de São Paulo.
    Nos Estados Unidos, um esquema parecido existe por lá. Formado pelos seus dois grandes partidos, Democratas e Republicanos, o estabilishment ianque serve à estratégia globalista que visa à realização dos objetivos da Nova Ordem Mundial, a versão global do Foro de São Paulo, operando de forma similar ao PT e PSDB por aqui. Fingem oposição apenas pela disputa pelo poder com sua estratégia das tesouras, de forma que o combate aos outsiders do esquema se mostram seus verdadeiros inimigos.
    A ascensão de Donald Trump é a prova disso, pois ele luta contra os Democratas e os próprios políticos de seu partido, que combatem o magnata imobiliário por não pertencer ao esquema de dominação globalista e o combater abertamente. Ele sabe dos planos sórdidos da classe política e de seu potencial destrutivo para o povo americano e fala abertamente sobre eles, ferindo interesses de governantes, políticos e empresários ricos e poderosos.
    No Brasil, não houve nenhuma ameaça real de vitória de um candidato de fora do estamento burocrático desde a redemocratização. No máximo, políticos centristas como Fernando Collor e Itamar Franco estiveram no poder, sem grande confronto às ideias de esquerda. Em 2014, havia apenas dois outsiders: Levy Fidelix (PRTB) e Pastor Everaldo (PSC), sem chances de vencer
    Nas eleições de 2018, a deterioração da esquerda brasileira abre a chance da primeira vitória de um direitista legítimo em quase 30 anos. E haverá pelo menos quatro candidatos de direita: Ronaldo Caiado (DEM), Levy Fidelix (PRTB), o estreante João Amoêdo (NOVO) e aquele com maior apelo popular: Jair Bolsonaro (PSC), que já aparece com 11% das intenções de voto.
    Apesar de divergências entre liberais e conservadores, todos prometem profundas mudanças na condução da economia brasileira. Mesmo o PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha tendem a adotar o liberalismo para recuperar a economia arrasada por mais de duas décadas de intervencionismo estatal e gastos públicos irresponsáveis. Também não são simpáticos ao comunismo, ao Foro de São Paulo nem à Nova Ordem Mundial.
    Por outro lado, o PMDB e outros partidos centristas e fisiológicos estão envolvidos nos esquemas de corrupção da situação (PT e linhas auxiliares) e da falsa oposição (PSDB e DEM), por isso devem ser enxotados do poder o quanto antes. Somente outsiders do mega-esquema de propinas e propagação do comunismo podem trazer verdadeiras mudanças, desde que não se rendam ao esquemão.
    Com o aumento do debate político no Brasil, o aumento da difusão de informações se mostra fundamental para que o eleitor embase o seu voto de forma consciente, conhecendo todas as plataformas políticas e questões geopolíticas.
    Saber o significado dos termos estabilishment, status quo, outsider, Foro de São Paulo, estratégia das tesouras e Nova Ordem Mundial consiste em conhecimento básico para apertar o botão confirma em uma urna.
    O governo, a Globo, a mídia, os políticos e os seus professores nas escolas e universidades fazem de tudo para esconder a verdade do povo, da qual esses termos fazem parte. Ela precisa ser espalhada para construirmos um novo Brasil e eliminarmos os políticos atuais de seus cargos. Espalhe esse post para quem precisa abrir a cabeça para ideias novas.

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