3 de abr de 2016

  • Polícia Federal investiga elo entre José Dirceu, João Vaccari, dois filhos de Lula e o Panamá



    O Panamá é um conhecido paraíso fiscal bastante utilizado para esquemas de sonegação e lavagem de dinheiro ilegal. A força tarefa da Operação Lava Jato já identificou dezenas de operações feitas por investigados envolvendo escritórios especializados na criação de empresas offshore com sede no Panamá.

    Esta semana, a PF divulgou um relatório da investigação que tem como alvo o ex-presidente Lula, onde destaca várias viagens feitas por seus filhos ao Panamá. O país já foi identificado como destinho de recursos desviados da Petrobras pela Operação Lava Jato. Os procuradores identificaram operações de abertura de empresas offshores que foram usadas para movimentação de propina em contas secretas no exterior.

    O Relatório de Análise 769, da PF, apresenta dados de familiares de Lula, mas o que chama a atenção é o surgimento de um elo entre dois filhos de Lula e nomes ligados ao PT, como o ex-ministro José Dirceu,  ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, que também apareceram com "negócios" no país.

    Uma das viagens ao Panamá destacadas pela PF é a de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em novembro de 2014. No mesmo voo estavam Fernando Bittar, sócio e dono, na escritura, do sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), que a força-tarefa diz ser do ex-presidente, e o primo Taiguara.

    Fernando Bittar é sócio, com o irmão Khalil Bittar, de Lulinha na G4 Entretenimento e Tecnologia Digital, Gamecorp e BR4 Participações. O relatório não imputa crimes aos investigados, mas a Lava Jato suspeita que a família Bittar e até mesmo familiares de Lula possam ter servido para ocultar bens e patrimônio do petista.

    Outro filho de Lula, Luís Cláudio Lula da Silva, também teve suas viagens internacionais analisadas. Ele foi ao Panamá em janeiro de 2015. Luís Cláudio é investigado pelo MPF e pela PF na Operação Zelotes. Por meio de suas empresas, a LFT Marketing Esportivo e a Touchdown Promoção e Eventos Esportivos, ele é suspeito de recebimentos de empresas em um esquema de suposta venda de medidas provisórias no governo.

    http://www.imprensaviva.com/2016/03/policia-federal-investiga-elo-entre.html
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