5 de abr de 2016

  • Eike Batista pagou R$ 500 mil por um terno de Lula... e levou 4 bilhões do BNDES


    O terno de Lula Eike Batista pagou R$ 500 mil por ele. Depois, embolsou mais alguns milhões do generoso BNDES


    – Alô, alô, Eike? Aqui quem fala é o Wanderley Nunes, o cabeleireiro da primeira-dama. Vou promover um leilão beneficente para as crianças da favela de Paraisópolis, em São Paulo, e quero que você compareça.
    – O Lula vai?
    – Vem sim.
    – Se ele for, eu também vou.
    Horas depois, o telefone toca de novo na casa do bilionário carioca.
    – Alô, Eike? Aqui é a Marisa Letícia, a primeira-dama. Espero você no leilão do Wanderley.
    – Com certeza, estarei lá. 


    Lula não foi. Mas, no ponto alto da noite, o leiloeiro exibe a principal atração do evento: o terno usado pelo presidente Lula na sua primeira posse, em 2003. Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três... e a peça de roupa é comprada por Eike por R$ 500 mil, que segundo informado, seriam destinados à Escola do Povo Dona Marisa Letícia. 


    Não se sabe se a Escola recebeu o dinheiro...

    Naquela época, 2010, Lula era o presidente adorado do Brasil. Eike Batista era dono de uma fortuna de US$ 30 bilhões. Repaginado e com uma volumosa franja, fruto de um implante ou de uma nova peruca, ele queria ser lembrado como o homem mais generoso do planeta. Uma missão difícil, pois quem tem sido bem mais mão aberta do que ele desde aqueles tempos é o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.

    No dia do leilão beneficente, Luciano Coutinho havia liberado um empréstimo de R$ 146,5 milhões para que o empresário carioca reformasse o Hotel Glória, palco dos grandes encontros do high society de outrora. Como o dinheiro subsidiado do banco custando 6% ao ano, bastaria aplicar durante 12 meses num título do próprio governo, que paga 10,75%, para lucrar R$ 7 milhões – o suficiente para a compra de 14 ternos usados por Lula. Como sabemos, hoje Eike Batista já não fala mais em ser o homem mais rico do mundo. O hotel Glória, continua sem ver os tempos gloriosos de antigamente...

    Eike levantou R$ 4 bilhões no BNDES naqueles anos, daria até para construir um gigantesco guarda-roupa refrigerado, com 800 peças presidenciais. Uma verdadeira farra com o dinheiro público.

    O terno de Lula, na verdade, era o espelho dos tempos de pujança. Um tempo em que o povão andava feliz com a nova onda de prosperidade e a elite perdia de vez as estribeiras – como no último baile da Ilha Fiscal, os ricos andavam degustando faisões, bebendo litros de champanhe e fumando charutos enrolados em notas de dólares.

    Agora, pode-se até ouvir o som dos violinos da orquestra do Titanic PT. Já se sabe que um iceberg de corrupção acertou em cheio o navio. O terno de Lula boiando no oceano talvez seja o símbolo do fim de uma era.

    Até com um terno, Lula rapinou o BNDES! 

    Via http://almanakedaweb.blogspot.com.br

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