9 de abr de 2016

  • Congresso termina com ato de apoio à autonomia da Polícia Federal


    Congresso termina com ato de apoio à autonomia da Polícia Federal
    O último dia do Congresso estadual de Combate à Corrupção foi aberto oficialmente pelas palavras do anfitrião, Delegado Ulisses Gabriel, presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (ADEPOL-SC), que dividiu com os parceiros, Sindiauditoria e Polícia Federal, o sucesso do evento que marcará a história da Segurança Pública do Estado. Ao longo da manhã, os congressistas ouviram depoimentos de dois delegados federais e uma delegada, que integram o grupo da Operação lava Jato. O Congresso terminou nesta sexta-feira (8), no auditório da ACADEPOL, em Florianópolis, com um ato de apoio à autonomia da Polícia Federal, unindo delegados e delegadas em uma só bandeira.
     
    Para o presidente do Sindiauditora, Clóvis Coelho Machado, a realização do congresso foi extremamente positiva. “Fomos muito felizes nessa parceria por dois motivos:  o tema corrupção está em evidência no cenário atual e essa foi uma oportunidade de integração entre as entidades para mais ações em conjunto”, pontuou.
    Segundo Machado, a parceria com os delegados de polícia foi extremamente importante a realização do evento. “A partir de agora, pensamos em realizar outros eventos da mesma natureza e também outras ações para fortalecer o combate à corrupção no Estado. Nossa certeza é que, dessa união entre auditoria interna, polícias civil e federal, a principal beneficiada será a sociedade catarinense”, reforçou. 

     
    A Delegada de Polícia Federal, Érica Mialik Marena, falou sobre a cadeia de lavagem de dinheiro e seus atores nas organizações criminosas. Os congressistas acompanharam também a exposição do Delegado da Polícia Federal,Eduardo Mauat, integrante da equipe que há dois anos está à frente da operação Lava Jato. "Não é só trabalho dos delegados. Há a contribuição de uma grande equipe", destacou o Delegado. Ele também garantiu que a operação que iniciou há dois anos, está longe de acabar.
     
     
    O presidente do III Tribunal do Júri do Rio de janeiro, juiz Alexandre Abrahão apresentou um breve vídeo com imagens da violência urbana no Rio de Janeiro, lançou um desafio aos delegados e delegadas presentes: "Vocês não podem deixar isso chegar aqui”. O magistrado foi titular do Fórum de Bangu, com mais de 25 mil presos. Ao falar de bandidos e corruptos, o juiz é taxativo: qual a diferença de Beiramar e de Zé Dirceu?” comparando o traficante e o político preso condenado por corrupção.
     
    O 1º Congresso Estadual de Combate à Corrupção teve como público-alvo, delegados de Polícia Civil, delegados da Polícia Federal, auditores internos do Poder Executivo, membros da Controladoria Geral da União e policias civis atuantes em áreas de investigação envolvendo corrupção.
    A  organização foi da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (ADEPOL-SC), ACADEPOL, Associação dos Delegados da Polícia Federal e Sindiauditoria. 

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