24 de mar de 2016

  • PT AMEAÇA O BRASIL E MINISTRO DA DEFESA SE CALA



    Não é a primeira vez que um líder dos espúrios e aparelhados “movimentos sociais” que se espalham pelo país entende de ameaçar a paz, orem pública, patrimônio e integridade física do povo brasileiro.

    João Pedro Stédile – atiçado por Lula – já endossou a fala do criminoso-mor e ameaçou colocar seu “exército” nas ruas. Agora, é a vez de Guilherme Boulos – um pseudo líder assalariado com o dinheiro do contribuinte e cuja única função é prestar-se ao papel de “SS” nazista de Lula.

    Segundo sua fala criminosa, “este país não conhecerá mais um só dia de paz se o impeachment for aprovado”, ameaçando explicitamente o Brasil com invasões, quebra-quebras, paralisações e tumultos nas ruas.

    Fosse tal frase proferida por um líder, digamos, do Movimento Vem Pra Rua e todo um batalhão de intelectuais, artistas, políticos e – é claro – o próprio e imoral Ministro da Defesa já teriam vindo à público repudiar a desastrada e ilegal declaração. Mas quem a disse foi um dos apaniguados da cúpula vermelha do Planalto, sendo, portanto, intocável e irreparável.

    Causa pavor em qualquer brasileiro assistir o mutismo de um Ministro da Defesa que faz ouvidos de mercador a tal fala. É o atestado de comprometimento com os fins, não importando os meios – por mais sujos, sangrentos e abomináveis que sejam.

    Este homem, Aldo Rebelo, assinou publicamente seu atestado de má-fé, de incapacidade moral de ocupar a posição de Chefe das Forças Armadas – e as mesmas, não importando a hierarquia, igualmente pecaram ao esconderem-se por trás de tal cadeia de “desmandos”.

    Tal abjeto Ministro sobrepôs interesses partidários por sobre a moral militar; impôs seu comunismo acima do dever constitucional de preservação da ordem e rebaixou a farda à uma camiseta de propaganda política.

    Se nada pode dizer a respeito de uma presidente da República que transforma o Palácio em palanque e prega, abertamente, a baderna, seu salário deveria obrigá-lo – ao menos – a se pronunciar sobre um movimento civil, teoricamente desvinculado do governo.

    Mas nada se vê na grande mídia. Ninguém se manifesta ou protesta, tudo está deserto, tudo certo.

    Como dois e dois são cinco.


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