28 de mar de 2016

  • Para evitar o impeachment, Dilma já gasta 8 vezes mais do que Collor, e nós pagararemos a conta

    Numa das manobras desesperadas para se salvar do impeachment, Fernando Collor de Mello comprometeu o equivalente a um bilhão de dólares – na moeda da época, Cr$ 4,7 trilhões – do orçamento do governo brasileiro para tentar comprar os 168 deputados que o salvariam no processo. Como registrou a história, seria tudo em vão: o presidente viria a ser derrotado por 441 votos a 33.
    O desespero de Dilma parece muito maior. E, claro, custará muito mais ao contribuinte brasileiro.
    Collor tenta comprar o congresso
    Recorte da Folha de S.Paulo de 19 de agosto de 1992
    Nos últimos 24 anos, o dólar acumulou uma inflação de 69%. Em outras palavras, o plano para salvar Collor custaria agora 1,69 bilhão de dólares. Com a moeda americana cotada a R$ 3,67, aquele orçamento equivaleria hoje a 6,2 bilhões de reais.
    De acordo com o Correio Braziliense, Dilma estaria gastando 8 vezes mais do que isso, ou mais de R$ 50 bilhões, para se manter no cargo. E quem paga essa conta é o cidadão brasileiro, maior vítima da corrupção petista.
    O valor custearia quase dois anos de Bolsa Família, para ficar num parâmetro que o brasileiro aprendeu a respeitar. Mas Dilma está disposta a usá-lo para comprar os 171 votos que a salvariam do impeachment.
    Contudo, há pouca fé de que o jogo baixo petista surtirá efeito. O governo apenas oferece algo que o próprio PMDB receberá, e compartilhará, naturalmente ao fim do processo.
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