21 de mar de 2016

  • Obama vai a Cuba vistoriar o fantástico porto que ganhou de "presente" dos brasileiros




    O presidente americano Barack Obama chegou à Cuba na tarde deste domingo para marcar mais um avanço no seu plano de restabelecer as relações comerciais o país. Entre as conquistas do acordo conduzido por Obama, os cubanos poderão abir conta nos bancos americanos, não pagarão mais a taxa de 10% nas operações de transferências e poderão usar dólar livremente no mercado interno.

    Os americanos também poderão visitar a ilha individualmente.  Antes,apenas em grupos tinham permissão eram monitorados durante sua estadia. Agora, qualquer americano poderá explorar a ilha livremente. Há previsão de trânsito de pelo menos 100 vôos comerciais diários, já a partir do segundo semestre. Obama prevê ainda a construção de hotéis de luxo para hospedar os turistas americanos em busca de "diversão" na ilha.

    Mas a menina dos olhos de Obama e que o entusiasmou a propor o acordo comercial é o fantástico Porto de Mariel, feito inteiramente com o dinheiro dos brasileiros. Em 2014, o presidente de Cuba, Raúl Castro, foi aos Estados Unidos apresentar o projeto ao presidente americaco e enumerar as vantagens estratégicas que o porto representava para os dois países. Obama ficou empolgado com os números apresentados pelo irmão de Fidel Castro e impressionado com a esperteza dos irmãos ditadores em convencer o governo brasileiro a investir no projeto, já que, obviamente, o Brasil seria o maior prejudicado.

    Desde que entrou em operação, o porto ampliou vertiginosamente o comércio entre os dois países. O governo americano vê o porto como um elemento crucial na retomada das relações comerciais pretende ampliar ainda mais os negócios com a ilha, já que as instalações são capazes de movimentar um volume muito maior de carga que o atual.

    Lula se juntou aos irmãos Castro para garantir a obra no Porto de Mariel para a Odebrecht e pagou tudo com dinheiro do BNDES .



    O governo e o BNDES mantêm sigilo sobre o empréstimo de bilhões de dólares que foram repassados para construtora Odebrecht modernizar Porto Mariel em Cuba. Parte dos recursos foi transferida “a fundo perdido”, isto é, sem nenhum ônus para o tomador.


    O negócio é mantido em sigilo por até 30 anos pelo governo brasileiro, que considera que a revelação dos detalhes do financiamento “põe em risco as relações internacionais do Brasil".

    Para justificar a operação aqui no Brasil , Lula defendeu que o "investimento" traria uma série de benefícios para o país e argumentou sobre as vantagens de promessas mirabolantes de fidelidade nas transações entre os dois países.

    A operação até que poderia trazer algum benefício para o Brasil, caso o porto fosse operado por brasileiros ou se houvessem uma garantia do governo cubano no sentido de abrir o mercado externo para as commodities brasileiras. Não é o caso. Os irmãos Castro foram espertos, pois sabiam que Lula e o PT não estavam preocupados com estas questões, mas sim na comissão que receberiam da Odebrecht.



    Após a conclusão das obras, o governo cubano escolheu uma empresa de Cingapura para gerenciar toda a operação do porto. “Faltou ao governo agir para que ganhos posteriores fossem garantidos. Mais obras e a operação do porto, por exemplo,” afirma Leonardo Paz, coordenador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais. Ao invés de incrementar os negócios com o Brasil, o inicio das operações do porto gerou impacto negativo nas exportações para Cuba.


    Porto é estratégico para os Estados Unidos

    O porto feito com dinheiro dos brasileiros caiu como uma luva para os Estados Unidos, que está a cerca de 150 quilômetros de Havana. Com a retomada das relações comerciais, fica mais barato comprar commodities americanas,

    Para Carlos Cogo, consultor em agronegócio, o Brasil já começou a perder competitividade na exportação de arroz, um dos três principais itens do comércio com os cubanos, justamente por causa do porto, que facilitou a entrada da produção do Estado americano da Louisiana. “E vamos perder espaço também na soja e no frango, um por um. O Brasil passa dificuldade e ainda fez obras de infraestrutura para beneficiar nosso principal concorrente comercial em Cuba. Fico chocado com isso”.

    Como tudo que envolve o PT, os brasileiros irão novamente pagar o pato. Lula, seu partido e a Odebrecht já pulverizaram o dinheiro do BNDES que pagou as obras do porto, com lucros para a empreiteira depositados em contas no exterior, doações às campanhas do PT, ao Instituto Lula e com palestras. Além deles, Cuba e os Estados Unidos foram os maiores beneficiários do dinheiro suado dos brasileiros. Obama agradece.



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