24 de mar de 2016

  • "O socialismo clássico já foi rechaçado; o inimigo agora é outro"

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    O século XX testemunhou o surgimento, a expansão e o fim do mais trágico experimento da história humana: o socialismo.  O experimento resultou emsignificativas perdas humanasdestruição de economias potencialmente ricas, e colossais desastres ecológicos.  O experimento terminou, mas a devastação irá afetar as vidas e a saúde das futuras gerações.

    A real tragédia deste experimento é que Ludwig von Mises e seus seguidores — que estão entre as melhores mentes econômicas deste século — já haviam explicitado a verdade sobre o socialismo ainda em 1920, mas seus alertas foram ignorados. — Yuri Maltsev (1990).
    O socialismo está morto tanto como ideologia quanto como movimento político.  Trata-se de um exemplo de um deus que fracassou.

    O socialismo é uma forma muito específica de opinião econômica.  Um socialista acredita que o governo deve ser o proprietário dos meios de produção.  É isso que o socialismo sempre significou: controle estatal dos meios de produção.

    Quando Ludwig von Mises refutou o socialismo em 1920, ele tinha em mente exatamente esse enfoque econômico. 

    Eis o seu argumento comprovando que o socialismo é uma impossibilidade prática: se o governo detém todos os bens de capital (máquinas, ferramentas, instalações etc.) de uma economia, então não há um mercado para esses bens.  Não havendo mercado para esses bens, não há uma correta formação de preços para eles.  Sem preços, os planejadores não têm como estabelecer o valor dessas ferramentas.  Consequentemente, não há como uma agência de planejamento central determinar quais são os custos de produção dos bens de consumo mais demandados.  Com efeito, não há sequer como determinar quais os bens de consumo mais demandados.  É necessário haver um livre mercado para que haja uma precificação dos bens de consumo e dos bens de capital.  Em uma economia socialista, não há nenhum dos dois.  Consequentemente, disse Mises, um planejamento econômico socialista é inerentemente irracional.

    Esse argumento de Mises foi ignorado pela vasta maioria dos socialistas, e nunca foi levado a sério pelos keynesianos.

    No entanto, quando a economia da União Soviética entrou em colapso no final da década de 1980, ficou claro pelo menos para Robert Heilbroner, professor de economia multimilionário e de esquerda, que Mises estava certo.  Ele próprio admitiu isso em um artigo na revista The New Yorker intitulado "Após o Comunismo" (10 de setembro de 1990). Ele literalmente disse a frase: "Mises estava certo". 
    Ato contínuo, Heilbroner disse que os socialistas teriam de mudar de tática, parando de acusar o capitalismo de ineficiência e desperdício, e passar a acusá-lo de destruição ambiental.  

    Consequentemente, deveriam ser criadas inúmeras burocracias, regulamentações e leis com a explícita intenção de subverter totalmente as características do capitalismo a ponto de fazer com que, segundo os próprios socialistas, o novo arranjo social gerado não possa de modo algum ser considerado capitalismo. Continue lendo clique aqui

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