24 de mar de 2016

  • Macri afirma que não vai aderir a uma campanha de respaldo a Dilma

    "A Obama e a quem nos perguntar, vamos dizer a mesma coisa, que é coerente com a postura que sempre tivemos: a necessidade de respeitar as instituições", assegurou outra fonte


    O presidente da Argentina, Mauricio Macri, afirmou não querer aderir a uma campanha latino-americana de respaldo ao governo de Dilma Rousseff.
    Segundo informações do O Globo, fontes do governo argentino informaram que Macri dará, nesta quarta-feira (23), durante visita do presidente Estados Unidos Barack Obama ao país, uma declaração manifestando apoio "ao respeito às instituições e às normas constitucionais”.
    "Não estamos na mesma linha que presidentes como Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e Nicolás Maduro (Venezuela). Nosso apoio é ao governo brasileiro e a suas instituições", enfatizou uma das fontes consultadas pelo GLOBO.
    A posição de Macri demonstra claras diferenças com os outros chefes de Estado da América Latina. Enquanto Evo Morales pede uma reunião de emergência da União de Nações Sul-americanas (Unasul) “para defender a democracia no Brasil, a paz, a presidente Dilma, o companheiro Lula e os trabalhadores”, o chefe de Estado argentino limita-se a expressar sua preocupação e desejo de que “o Brasil saia desta situação da melhor maneira possível”.
    "A Obama e a quem nos perguntar, vamos dizer a mesma coisa, que é coerente com a postura que sempre tivemos: a necessidade de respeitar as instituições", assegurou outra fonte.


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