21 de mar de 2016

  • Nunca se latiu tanto na América Latina - Dilma vai cair


    Evo Morales e Nicolas Maduro, Presidentes na Bolívia e Venezuela, respectivamente estão loucos da vida. Com a queda de Dilma e Lula a torneira de dinheiro que escoava para a América Latina será fechada imediatamente.


    Nunca se latiu tanto na América Latina

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    A imprensa tem noticiado ao longo dessa semana as declarações do ditador venezuelano Nicolas Maduro e do índio cocaleiro boliviano Evo Morales a respeito da política interna brasileira. No caso de Evo Morales, o ditador cucaracha chegou a fazer uma solicitação formal à Unasul para uma reunião de emergência para discutir a situação interna no Brasil e para defender Dilma Rousseff e Lula. Ele alega que a direita estaria em vias de dar um golpe no país o que, nas palavras do mascote bolivarianista aliado do narcotráfico, representaria um risco de reação armada. Trata-se de uma clara alusão à intenção dos comunistas do Foro de São Paulo em considerar a possibilidade de uma intervenção armada estrangeira em nosso país para sair em defesa de seus aliados criminosos do petismo que em breve serão alijados do poder.
    Mas vamos colocar as coisas na devida perspectiva: Evo Morales e Nicolas Maduro em primeiro lugar não passam de dois cachorros velhos latindo. E já pedimos de antemão desculpas às pessoas que, como nós, têm apreço pelos animais devido à comparação ofensiva a seus pets domésticos. Tanto Evo Morales quanto Nicolas Maduro sabem que não vai haver ingerência alguma da Unasul nos assuntos internos brasileiros, pois nenhuma das forças armadas desses países ainda governados pelo bolivarianismo pode fazer frente às Forças Armadas Brasileiras, que formam o segundo maior contingente militar de todo o continente.
    Isso não significa obviamente que tal desejo não exista também entre os petistas, pois como sabemos a esquerda marxista não tem nem nunca teve qualquer apreço à nação nem qualquer tipo de sentimento patriótico: se fosse necessário e se fosse possível, apoiariam uma intervenção estrangeira no país para assegurar a permanência do petismo no poder e para eliminar seus opositores. Sempre que é preciso e sempre que é possível, a esquerda não se furta em trair o país em nome de sua ideologia, pois ela já fez isso ao longo da história em diversos outros países, e os petistas não iriam se comportar de modo diferente nesse sentido.
    Mas o fato é que os latidos de Evo Morales e de Nicolas Maduro se destinam apenas a consumo interno. Eles estão apenas latindo da mesma forma que latiram quando o bolivarianismo foi derrotado na Argentina. E como sabemos, e seus latidos não tiveram nenhuma consequência no país portenho. Assim como não terão em nosso país. A única coisa relevante que se pode depreender dos latidos desses comunistas bolivarianos é a necessidade que teremos de, uma vez derrotado o petismo, exigir do presidente interino Michel Temer que reoriente a política externa brasileira. E que a reoriente no sentido de implodir com a Unasul, que não passa de uma fachada diplomática do Foro de São Paulo, para dessa forma prosseguir derrotando de modo irreversível toda estratégia do movimento comunista no continente latino americano. Estratégia essa da qual o petismo foi a pedra angular, mas que em breve conhecerá seu ocaso.

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