14 de fev de 2016

  • Espiritismo: Refutando inteligentemente o espiritismo!

    O espiritismo é, sem dúvida, uma das heresias que mais cresce no mundo hoje. O Brasil, particularmente, detém o triste re­corde de ser o maior reduto espiritista do mundo. O seu cresci­mento se dá, em grande parte, devido ao fascínio que os seus ensi­nos exercem sobre as mentes das pessoas desprovidas do verda­deiro conhecimento, e alienadas de Deus. 

    O espiritismo constitui-se no mais antigo engano religioso já surgido. Porém, em sua forma moderna como hoje é conhecido, o seu ressurgimento se deve a duas jovens norte-americanas, Margaret e Kate Fox, de Hydeville, Estado de Nova Iorque.



    SUBDIVISÕES DO ESPIRITISMO
    Embora consideremos o espiritismo igual em toda a sua ma­neira de ser, os próprios espíritas admitem haver diferentes formas de espiritismo, assim designadas:

    2.1. Espiritismo ComumDentre as muitas práticas dessa classe de espiritismo, desta­cam-se as seguintes:
    a. Quiromancia - Adivinhação pelo exame das tinhas das mãos. O mesmo que "quiroscopia".
    b. Cartomancia - Adivinhação pela decifração de combina­ções de cartas de jogar.
    c. Grafologia - Estudo dos elementos normais e principal­mente patológicos de uma personalidade, feito através da análise da sua escrita.
    d. Hidromancia - Arte de adivinhar por meio da água.
    e. Astrologia- Estudo e/ou conhecimento da influência dos astros, especialmente dos signos, no destino e no comportamento dos homens; também conhecida como "uranoscopia".
    2.2. Baixo Espiritismo
    O baixo espiritismo, também conhecido como espiritismo pagão, inculto e sem disfarce, identifica-se pelas seguintes práticas:
    a. Vodu - Culto de negros antilhanos, de origem animista, e que se vale de certos elementos do ritual católico. Praticado prin­cipalmente no Haiti.
    b. Candomblé - Religião dos negros ioruba, na Bahia.
    c. Umbanda - Designação dos cultos afro-brasileiros, que se confundem com os da macumba e dos candomblés da Bahia, xangô de Pernambuco, pajelança da Amazônia, do catimbó e outros cul­tos sincréticos.
    d. Quimbanda - Ritual da macumba que se confunde com os da umbanda.
    e. Macumba - Sincretismo religioso afro-brasileiro derivado do candomblé, com elementos de várias religiões africanas, de religiões indígenas brasileiras e do catolicismo.

    2.3. Espiritismo Científico
    O espiritismo científico é também chamado "Alto Espiritis­mo", "Espiritismo Ortodoxo", "Espiritismo Profissional" ou "Espiritualismo". Ele se manifesta, inclusive, como "sociedade", como, por exemplo, a LBV (Legião da Boa Vontade), fundada e presidida por muitos anos pelo já falecido Alziro Zarur. Esta clas­se de espiritismo tem sido conhecida também como:
    a. Ecletismo - Sistema filosófico dos que não seguem sistema algum, escolhendo de cada um a parte que lhe parece mais próxi­ma da verdade.
    b. Esoterismo - Doutrina ou atitude de espírito que preco­niza que o ensinamento da verdade deve reservar-se a um nú­mero restrito de iniciados, escolhidos por sua influência ou va­lor moral.
    c. Teosofismo - Conjunto de doutrinas religioso-filosóficas que têm por objetivo a união do homem com a divindade, mediante a elevação progressiva do espírito até a iluminação. Iniciado por Helena Petrovna Blavastky, mística norte-americana (1831-1891), fanática adepta do budismo e do lamaísmo.

    2.4. Espiritismo KardecistaO espiritismo Kardecista é a classe de espiritismo comumente praticada no Brasil, e tem, como principais, entre as suas muitas teses, as seguintes:
    a. Possibilidade de comunicação com os espíritos desencar­nados.
    b. Crença da reencarnação.
    c. Crença de que ninguém pode impedir o homem de sofrer as conseqüências dos seus atos.
    d. Crença na pluralidade dos mundos habitados.
    e. A caridade é virtude única, aplicada tanto aos vivos como aos mortos.
    f. Deus, embora exista, é um ser impessoal, habitando um mundo longínquo.
    g. Mais perto dos homens estão os "espíritos-guias".
    h. Jesus foi um médium e reformador judeu, nada mais que isto.

    *Em países desenvolvidos como a França, onde se originou o espiritismo, ninguém acredita mais em espiritismo.Só perdura em países subdesenvolvido ou em desenvolvimento - como a América Latina e África.

    *O problema de dialogar com espíritas é que eles são muito orgulhosos, e consideram todos os não-espíritas como "espíritos menos evoluídos". 

    1 - A única coisa que importa para eles são as "revelações dos espíritos superiores", não importando se estas vão ou não contra a lógica, a razão, o bom senso ou até contra a moral e os bons costumes. 

    2 - Mas mesmo essas "revelações" são por vezes rejeitadas. Pois o próprio Kardec diz: "não se deve aceitar cegamente tudo o que venha deles (dos espíritos), da mesma forma que não se deve adotar às cegas tudo o que proceda dos homens" (LE, q.222, p.130).


    Incoerências quanto ao que os espíritas dizem da Bíblia:


    3 -Doutrinariamente, o espiritismo está baseado em dois pilares: a reencarnação e a necromancia (ou comunicação com os mortos). Racionalmente falando, tudo o que você precisa fazer para convencer um espírita de que ele está numa "barca furada", é provar que esses dois princípios vão contra a razão e contra o que Cristo ensinou (se estivermos tratando de kardecistas). Mas note que eu falei "racionalmente", por que na prática isso somente não adianta. 
    Nas citações dos livros do Kardec, vou usar seguintes siglas para referir aos seus livros: 
    LE = Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, 79a. edição, 1993. 
    LM = Livro dos Médiuns, Instituto de Difusão Espírita, 20a. edição, 1987. 
    GEN = O Gênesis, Ed. Lake, tradução da 1a edição comemorativa dos 30o. aniversário dessa obra, 1966. 
    5)-Reencarnação:Diz Kardec no Livro dos Espíritos: "adotamos a opinião da pluralidade das existências, não só porque ela nos veio dos Espíritos, mas porque nos pareceu a mais lógica" (LE, q.222, p. 129). 

    4)-Além disso, ele afirma que "a reencarnação fazia parte dos dogmas judeus, sob o nome de ressurreição" (ESE, cap. IV, no.4, p.69), e que "ela foi confirmada por Jesus e pelos profetas, de maneira formal. Donde se segue que negar a reencarnação é renegar as palavras de Cristo" (ESE, cap. IV, no. 16, p. 74). Portanto, para Kardec, a reencarnação é verdadeira por três motivos: 
    a) Ela foi revelada pelos "espíritos superiores"; 
    b) Ela é racional e lógica; 
    c) Ela é ensinada na Sagrada Escritura "de maneira formal". 


    5)-Para começar, é um absurdo dizer que o termo "ressurreição" dos judeus quisesse dizer a mesma coisa que a "reencarnação" dos espíritas. As ressurreições relatadas na Sagrada Escritura são todas dadas no mesmo corpo. 
    6)-Além disso, São Paulo também escreveu em outra epístola que “o homem só morre uma vez e, depois disso, se segue o juízo” (Heb 9, 27). 
    7)-Qual é o motivo da primeira encarnação de um espírito? – Não tem resposta. 
    8)-Necromancia - Deut 28, 10-12: "Não se ache entre vós quem purifique seu filho ou sua filha, fazendo-os passar pelo fogo, nem quem consulte os advinhos ou observe sonhos ou agouros, nem quem use malefícios, nem quem seja encantador, nem quem consulte os pitões [os médiuns] ou adivinhos, ou indague dos mortos a verdade. Porque o Senhor abomina todas estas coisas...


    Sobre o caso de Saul (1 Samuel 28:7-20. ), explicação:
    – Saul se comunicou com o espírito de Samuel?
    Já houve bastante polêmica acerca dos eventos registrados em 1 Samuel 28:7-20. Nesta passagem, o primeiro rei de Israel, Saul, já nos últimos dias da sua vida, pede para uma necromante invocar o espírito de Samuel. Saul quer pedir conselhos de Samuel apesar de Samuel, ainda com vida, ter se recusado a dar mais conselhos. Aparentemente, Samuel aparece e se comunica com Saul, confirmando o que já havia profetizado, que Deus virou contra ele e que deu o reinado dele a outro – Davi.

    A passagem começa com Saul movido pelo medo à procura da médium de En-Dor (1 Sam 28:5-10). Os filisteus juntaram um grande exército contra Israel e, no início da passagem em questão Saul começa a perceber que ele vai perder a guerra. Ele pede para a médium ou necromante de En-Dor chamar Samuel (v.11), o profeta já morto (v.3). - OBS.: Já mensionamos que deus houverá proibido a consulta aos médios e aos mortos (necromancia): Deut 28, 10-12: "Não se ache entre vós quem purifique seu filho ou sua filha, fazendo-os passar pelo fogo, nem quem consulte os adivinhos ou observe sonhos ou agouros, nem quem use malefícios, nem quem seja encantador, nem quem consulte os pitões [os médiuns] ou adivinhos, ou indague dos mortos a verdade. Porque o Senhor abomina todas estas coisas... - Então, resta-nos saber que o Deus da Bíblia, o Deus que inspirou a Torá (velho testamento) e aos textos que compõe o novo testamento, as cartas de Paulo, os evangelhos, etc., proibiu a consulta aos mortos, a necromancia; o que aconteceu foi que Saul desobedeceu a Deus, e, como consequência foi enganado e continuou a atrair maldições para a sua vida ao consultar a médium comungando com a prática da necromancia:  1 Cr 10:13 - “Assim morreu Saul por causa da sua transgressão cometida contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a que ele não guardara; e também porque interrogara e consultara uma necromante.” 

    Samuel, o profeta obediente, havia guiado o rei Saul antes, mas o deixou depois que ele desobedeceu ao Senhor (1 Sam 15:26).


    Obs.: Às vezes os intérpretes esquecem de um dos princípios básicos da interpretação – o exame detalhado do texto. Como resultado, alguns começam a atribuir, sem fundamento, palavras ou conceitos ao texto que jamais existiam nas Escrituras Sagradas.

    Citação de um versículo nas Escrituras Sagradas (Novo Testamento), que condena novamente a prática da necromancia (obs.: a necromancia era enquadrada dentro do contexto da feitiçaria):  “Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” – Apocalipse 21:8
    Esta segunda morte espera todos que desobedeçam a Deus, inclusive, como menciona Apoc 21:8, os feiticeiros. Dificilmente a maioria das pessoas que praticam a comunicação com os mortos iriam se considerar como feiticeiros. Esse termo hoje traz a idéia de magia negra, encantamentos e maldições. Mas, precisamos entender os termos bíblicos no seu sentido original, e não no sentido que as traduções modernas às vezes reproduzem.
    A palavra traduzida “feiticeiros” no grego original foi a palavra “pharmakos”. No período em que o livro de Apocalipse foi escrito, o termo original, pharmakos, se aplicava a todo tipo de magia e feitiçaria, inclusive a comunicação com os espíritos.
    <E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar.
    E, estando ele orando, transfigurou-se a aparência do seu rosto, e a sua roupa ficou branca e mui resplandecente.
    E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias,
    Os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.
    E Pedro e os que estavam com ele estavam carregados de sono; e, quando despertaram, viram a sua glória e aqueles dois homens que estavam com ele.
    E aconteceu que, quando aqueles se apartaram dele, disse Pedro a Jesus: Mestre, bom é que nós estejamos aqui, e façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias, não sabendo o que dizia.
    E, dizendo ele isto, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e, entrando eles na nuvem, temeram.
    E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho; a ele ouvi.
    E, tendo soado aquela voz, Jesus foi achado só; e eles calaram-se, e por aqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto.
    Lucas 9:28-36>

    Tenho que fazer outra observação importante aqui para os espíritas: 
    Quando as Escrituras Sagradas dizem, no Novo Testamento, que Elias e Moisés apareceram a Jesus, neste texto do evangelho de Lucas (Lucas 9:28-36), TEMOS QUE ENTENDER UMA COISA: Moisés não Morreu, nunca foi achado o seu corpo, pois de onde ele partira para a Eternidade, até o seu corpo os anjos vieram buscar ( Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda. Judas 9).
    O profeta Elias também não morreu, ele foi arrebatadado:  ( De repente, enquanto caminhavam e conversavam, apareceu um carro de fogo, puxado por cavalos de fogo, que os separou, e Elias foi levado aos céus num redemoinho.)
    E ainda existe outro bem conhecido que também não provou a morte porque Deus não deixou, Enoque: (Por meio da fé, Enoque foi arrebatado, de forma que não experimentou a morte; e “já não foi encontrado, porquanto Deus o havia arrebatado”, visto que, antes de ser arrebatado, havia recebido o testemunho de que tinha agradado a Deus. Hebreus 11:5)
    Destarte, a aparição de Moisés e Elias a Jesus, não foi consulta a espíritos de mortos, mas Moisés e Elias apareceram realmente a Jesus em seus corpos eternos e sobrenaturais (não frutos de encarnação ou reencarnação. E é bom frisarmos o que Deus disse naquela oportunidade: E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho; a ele ouvi. Lucas 9:28-36; aqui, pois, nada há que se assemelhe com as praticas espíritas de consulta aos mortos, mas o Eterno acharam por bem enviar realmente a Elias e a Moisés para ter com Jesus, para ter com ele, para confortá-lo e aconselhá-lo por certo...
    Ora, a Palavra de Deus - as Escrituras Sagradas contida na Bíblia Sagrada (a qual sofreu também algumas adulterações ao londo da sua formação no percurso da História -, trata de proibir a consulta aos mortos porque, em primeiro lugar, devemos consultar a um único Deus, ao Seu Espírito; e, também, Deus - o Eterno -, bem sabia que os demônios (espíritos sem corpos) que foram expulsos do céu, poderiam enganar quem quer que seja, ao possuir uma pessoa e fingir ser a pessoa morta (inclusive estes espíritos malígnos - os demonios -, fingem muito bem, imitam as vozes das pessoas falecidas, contam coisas que só algumas pessoas da família dos mortos sabiam (pois eles estão aqui desde antes de Jesus, quando foram expulsos do céu), etc. - É isso o que tem acontecido no espiritismo: estes espíritos malignos sem corpos (os demônios que foram expulsos do céu para este plano), enganam as pessoas, ocasionando diversos fenômenos, fingindo ser o que não são, e comunicando-se com as pessoas ludibriando-as. 

    Continuando: 

    9)-"Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade (...). A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, amiúde trivial e até grosseira. Se, por vezes, dizem alguma coisa boa e verdadeira, muito mais vezes dizem falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância" (LE, Introd. §VI, p. 22). 
    Veja que bobagem!! Então, se um demônio aparecesse a eles e falasse com modos... dizendo "por obséquio", "com licença" e "obrigado", seria ele um espírito evoluído!?! (Ou seja, os demônios - os mesmos relatados nas Escrituras Sagradas -, os quais são espíritos sem corpos que foram expulsos do céu por se rebelarem com Lúcifer, são mestres em dissimular e em enganar por diversos modos em diversas (ou em todas) as religiões - até mesmo no cristianismo e no judaísmo. 

    10)- OS ERROS CIENTÍFICOS DAS REVELAÇÕES DOS ESPÍRITOS A KARDEC: 
    O movimento dos astros é circular (GEN, cap. VI, p.100); 
    Os satélites são o resultado do "destacamento" de matéria dos planetas (GEN, cap. VI, p. 101); 
    Marte não possui satélites (GEN, cap. VI, p. 103); 
    O universo é eterno (GEN, cap. VI, p. 113); 
    Há vida inteligente em outros planetas (GEN, cap. VI, p. 115); 
    Todos os globos são habitados, inclusive as estrelas (LE, q. 55, p. 60); 
    Kardec afirma que Adão existiu, e no mesmo parágrafo dá razão a quem nega que ele tenha existido (LE, q. 51, p.59). 

    CONCLUSÃO: Por estas e outras, em paises de 1º mundo como na França, onde se originou, ninguém acredita mais em espiritismo.Só perdura em paises de 3º mundo como a América Latina e África.


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    espiritismo-satanismo


    Para mais informações:

    A Federação Espírita Brasileira Nega a Bíblia
    No livro O Céu e o Inferno, 38ª edição, supracitado, página 122, numa nota de rodapé, o fato de Moisés registrar que Deus se arrependeu de haver criado o homem, é visto como uma monstruosidade. Senão, vejamos: “Esta doutrina monstruosa é corroborada por Moisés…”.
    Os exemplos acima e outros mais que eu não exibo aqui, provam cabalmente que o Kardecismo não vê a Bíblia como a pura, santa, perfeita e infalível Palavra de Deus. E, deste modo, está claro que essa instituição não é cristã, assim como eu não sou muçulmano. Mas, como Allan Kardec e seus discípulos teimam em dizer que são cristãos, aqui está, pois, uma demonstração de incoerência.
    Muitos pensam que as divergências que há entre evangélicos e Kardecistas, apenas giram em torno das interpretações que cada um desses segmentos, de per si, tem da Bíblia. Pensam que ambos a reconhecemos como a Palavra de Deus, embora a vejamos de ângulos diferentes. Mas acabei de provar que as coisas não são bem assim, e que isto prova que o Kardecismo não é Cristianismo, e sim, um sistema incoerente; não merecendo, pois, nossa credibilidade.
    Quanto ao arrependimento de Deus, não há nisso nenhum absurdo, já que o Eterno sempre se serviu de termos humanos para se fazer entender pelos mortais.
    2.2. Kardec Finge Crer na Bíblia


    2.2.1. Fingindo crer
    Por que muitos pensam que os kardecistas também crêem na Bíblia? A resposta é: Para que o dito fique pelo não dito, Allan Kardec às vezes fingia que também tinha grande apreço pela Bíblia; e que, portanto, se identificava conosco, comungando das mesmas crenças nossas. E, assim, propositalmente ensina aos Kardecistas a forjarem a mesma ambigüidade para, deste modo, não espantarem a presa. Senão, vejamos:
    • “O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, supracitado, página 47);
    • “Todos os evangelistas narram as aparições de Jesus, após sua morte, com circunstanciados pormenores que não permitem se duvide da realidade do fato” (A Gênese. Federação Espírita Brasileira: capítulo XV, nº 61, página 349);
    • “…tudo o que está predito no evangelho tem de cumprir-se…” (Obras Póstumas, Federação Espírita Brasileira, 26ª edição, página 321);
    •  Citando Jo. 16: 7-14, onde Jesus nos promete outro Consolador, Allan Kardec disse: “Esta predição, não há contestar, é uma das mais importantes, do ponto de vista religioso, porquanto comprova, sem a possibilidade do menor equívoco, que Jesus…”  (A Gênese, supracitado, capítulo XVII, página 386, nº 37);
    2.2.2. Justificando o fingimento
    • ·         “…Se alguém tem uma convicção bem firmada sobre uma doutrina, ainda que falsa, necessário é lhe tiremos essa convicção, mas pouco a pouco. Por isso é que muitas vezes nos servimos de seus termos e aparentamos abundar nas suas idéias: é para que não fique de súbito ofuscado e não deixe de se instruir conosco.
    “Aliás, não é de bom aviso atacar bruscamente os preconceitos…” . (O Livro dos Médiuns.
    Federação Espírita Brasileira: 58ª edição, capítulo XXVII, número 301, página 392. Grifo meu).
    Espertinho, não? Até parece que os fins realmente justificam os meios.
    Lembre-se, neste livro não discuto se a Bíblia é ou não verdadeira, tampouco polemizo quanto a se o Cristianismo é ou não a religião certa. Não seria errado fazê-lo, mas não é o escopo do presente compêndio. O que estou dizendo, é que o Kardecismo se revela incoerente quando tenta provar que é cristão. Aliás, não só incoerente, mas também hipócrita,o que se pode deduzir facilmente das transcrições supra. Sim, pois como vimos acima, Allan Kardec disse que acreditava e que não há como se duvidar do que está escrito em Jo. 16: 7-14. Veja o leitor, que confusão dos Infernos: negam a Bíblia, afirmando concomitantemente que são cristãos, o que é uma incoerência; e, como se essa babel não bastasse, citam um texto bíblico e observam que o mesmo é incontestável. Não há como dormir com um barulho desses. Afinal, a Bíblia é ou não é confiável? E, como vimos, essa barafunda tem alvo bem definido: fazer com que o dito fique pelo não dito para, deste modo, não espantar a presa. É bonito isso?
    Perguntei aos kardecistas no parágrafo anterior: “A Bíblia é ou não é confiável?” A resposta honesta é: Allan Kardec não acreditava na Bíblia, mas quando algum versículo parecia favorecê-lo, então ele lançava mão do mesmo e construía sobre essa “base” mais uma cidadela, sob a alegação de que estava respaldado pela inquestionável Palavra de Deus exarada na Bíblia. Ele tinha jogo de cintura. E é desse molejo kardequiano que o diabo se serve para fazer suas vítimas em todo o mundo.
    Que o fato de o Kardecismo negar a Bíblia, prova que essa seita não é cristã, até alguns kardecistas sinceros o admitem. Veja o que diz um honesto livro espírita: “Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O Espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas chamadas cristãs. Não assenta os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia… Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome _ Espiritismo” (À Margem do Espiritismo, pagina 214, citado em Análise do Espiritismo Kardecista [Apostila], de autoria do Pastor Natanael Rinaldi, pesquisador do ICP_ Instituto Cristão de Pesquisas, página 34. Grifo meu).
    A bem da verdade, o próprio Allan Kardec reconheceu que a seita por ele fundada não é cristã. Doutro modo ele não diria que “O Cristianismo e o Espiritismo ensinam a mesma coisa” (Grifo meu). A presença da conjunção aditiva “e”, entre os vocábulos Cristianismo e Espiritismo, demonstra que ele sabia que sua “religião” não é cristã. Ele caiu na esparrela que ele mesmo confeccionou.
    Bem, penso que deixei claro que Kardec dizia com um canto da boca que acreditava na Bíblia, e com o outro canto da mesma boca dizia que não a reconhecia como confiável, e que isso prova que ele era hipócrita e incoerente. Realmente, já que acerca da Bíblia, kardec “jogava” nos dois clubes (isto é, ele se dizia crente na Bíblia, como também afirmava que nela ele não cria), das duas uma: Ou ele não cria na Bíblia, mas às vezes fingia crer; ou ele cria na Bíblia, mas às vezes fingia não crer. E, agir assim é, indiscutivelmente, ser hipócrita e incoerente.
    2.3. Terceira revelação?!
    É oportuno registrar que Allan Kardec alegou que o Antigo Testamento é a primeira revelação; o Novo Testamento, a segunda; e o Espiritismo codificado por ele, a terceira. Esta teria sido prevista por Jesus em João 16:12-13, bem como pelo autor dos Atos dos Apóstolos. Veja a prova:
    “Jesus promete outro consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito. Se, portanto, o Espírito de Verdade tinha de vir mais tarde ensinar todas as coisas, é que o Cristo não dissera tudo; se ele vem relembrar o que o Cristo disse, é que o que este disse foi esquecido ou mal compreendido… O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo.
    primeira revelação teve a sua personificação em Moisés, a segunda no Cristo, a terceira não a tem em indivíduo algum. As duas primeiras foram individuais, a terceira coletiva; aí está um caráter essencial de grande importância. Ela é coletiva no sentido de não ser feita ou dada como privilégio a pessoa alguma; ninguém, por conseqüência, pode inculcar-se como seu profeta exclusivo; foi espalhada simultaneamente, por sobre a Terra, a milhões de pessoas, de todas as idades e condições, desde a mais baixa até a mais alta da escala, conforme esta predição registrada pelo autor dos Atos dos Apóstolos: ‘Nos últimos tempos, disse o Senhor, derramarei o meu espírito sobre toda a carne; os vossos filhos e filhas profetizarão, os mancebos terão visões, e os velhos, sonhos’. (Atos, cap. II, vv. 17, 18.)” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Federação Espírita Brasileira: capítulo VI, nº 4, página 128. Grifo meu).
    O Kardecismo passa a idéia de que, conforme a humanidade se evolui moral e intelectualmente, vai, por conseguinte, se habilitando a maiores revelações da parte de Deus. Logo, a segunda revelação é mais panorâmica do que a primeira, assim como a terceira é mais ampla e perfeita do que a segunda. Porém, quando examinamos os escritos de Kardec, não encontramos nenhuma revelação nova, considerando que mediunidade, reencarnação, auto justificação, carma, incoerências e outros engodos, são mais velhos do que andar para a frente.
    Demonstrei acima que Kardec ensinou à “base” de Jo. 16:12-13, que nos dias de Cristo a Humanidade ainda não estava preparada para receber as revelações que constituem o Kardecismo. …“por não estar maduro para o compreender”, dizia ele, conforme transcrição supra. Porém, esse parecer não resiste a um confronto com os fatos, visto que, segundo a História, os pagãos (os gregos, os romanos, os indianos, etc.) sempre creram nessas estórias de reencarnação, carma, mediunidade, etc. Ora, como crermos que as pessoas de então ainda não estavam preparadas para receber uma doutrina na qual já acreditavam desde há muito? Os apóstolos certamente não teriam sofrido tantas adversidades, caso tivessem pregado ao mundo a “nova” revelação Kardequiana. Logo, ainda estou para saber o que o Kardecismo trouxe de novo, já que as “revelações” kardequianas são anteriores à Lei Mosaica, a qual o Kardecismo diz ser a primeira revelação. Ademais, veremos no capítulo 10 que Kardec alegou que Cristo era reencarnacionista e que pregou essa doutrina. E, quando o leitor examinar o capítulo XI, tópico f, verá que os kardecistas se valem de Mt. 17.3 (onde consta que Jesus se comunicou com o espírito de Moisés), em defesa da “mediunidade” por eles praticada, difundida e defendida. Afinal, a reencarnação e a necromancia foram ou não foram praticadas e sancionadas por Cristo? Se sim, onde está a novidade na “terceira revelação?” E se não, por que dizem então que Cristo ratificou tanto a reencarnação quanto a necromancia? Jesus disse que o nosso falar deve ser “Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt.5:37).
    Pergunto novamente: O que o Kardecismo acrescenta ao Cristianismo, já que Cristo teria sido reencarnacionista e necromante? Sim, senhor Kardec, onde está a novidade, ou seja, a suposta terceira revelação? Entenda quem puder, ou melhor, engula quem for ingênuo.
    A Bíblia, que começou a ser escrita a 3.500 anos atrás, e foi concluída há quase 2.000 anos, contém mistérios tão profundos, que nenhum homem é capaz de entender só com a ajuda do intelecto. Precisamos do Espírito Santo para podermos estudá-la com aproveitamento. E, sendo os escritos de Allan Kardec, uma revelação tão profunda que o homem só se habilitou a receber a partir da segunda metade do século XIX, era de se supor então, que o Kardecismo contenha algo muito mais enigmático que os existentes na Bíblia. Contudo, li todos os livros de Allan Kardec e consegui entender tudo quanto está escrito lá. Ler Kardec é ler discrepâncias facilmente assimiláveis. Ouso afirmar que entre as coisas impossíveis, uma é entender a Bíblia (em sua totalidade), e a outra é não entender kardec. Quem lê kardec raciocinando com a sua própria cabeça, percebe que no Kardecismo não há nada que os inteligentíssimos homens de 2.000 anos atrás não pudessem entender.
    Certo kardecista me disse que o Kardecismo levanta o véu, isto é, aclara ou explica os pontos obscuros da Bíblia, simplificando as coisas. Mas essa pronunciação é contraditória, visto que se essa doutrina é menos complexa que a Bíblia, por que só pôde ser dada à Humanidade XVIII séculos após Deus nos dar a Bíblia, visto que só então o homem se habilitou a tanto, como o quer o Kardecismo?
    As revelações Divinas constantes da Bíblia são, sim, progressivas, mas essa progressividade deve-se a um programa Divino, indiferente ao progresso intelectual e moral da Humanidade. Até porque isso não existe.
    Essa tal de terceira revelação não tem razão de ser. O que o kardecismo prega hoje, sempre pôde ser pregado e, de fato, sempre houve quem o pregasse. Ainda há cegos espirituais que nada vêem, tal qual antigamente; bem como ainda há, também, os verdadeiros servos de Deus. As grandes realizações (boas e más) da Antiguidade provam que a Humanidade não evoluiu em nada. O homem está mais sábio, não mais inteligente, nem tampouco mais espiritual. Quanto a estas questões (inteligência e evolução espiritual) está tudo estável. Senão, veja estes exemplos:
    A) Os muçulmanos estão aí com suas crenças ridículas e perigosas, bem como nos acusando de pregar “o cúmulo da injustiça” (Ulfat Aziz Assamad. C.D.I.A.L. 1991, pagina 49, citado na Bíblia Apologética, 1ª edição, 2000, ICP Editora, página 15);

    B) Os hinduístas estão aí com seus 33.000.000. (trinta e três milhões) de deuses. Milhões de pessoas na Índia cultuam aos ratos, aos jacarés, às vacas, etc. Algumas mães têm atirado seus filhinhos aos lagos, para serem devorados pelos deuses jacarés, como oferendas a esses deuses;
    C) Os adeptos dos cultos afro-brasileiros (candomblecistas, umbandistas, quimbandistas) estão por aí cultuando a Exu;
    D) Os católicos estão aí, pregando heresias como infalibilidade papal; perdão parcial; castigos para os pecados já perdoados; indulgência parcial; indulgência plenária; Limbo; “santos” que choram e sangram; que recém-nascido não batizado não é filho de Deus, é escravo do poder das trevas e está sob o poder do Maligno, etc. (Veja as provas lendo o meu livro Análise Bíblica do Catolicismo Romano, disponível nos meus sites http://www.pastorjoel.com.br  http://www.prjoelxcatolicismo.kit.net) etc;
    E) O Budismo está aí pregando o panteísmo. Ora, panteísmo é ateísmo disfarçado;
    F)Os testemunhas-de-jeová estão aí ensinando à base da falsa premissa de que Jesus não teria ressuscitado no mesmo corpo, mas sim em espírito, que, portanto, Jesus de Nazaré não existe mais.  Eis as provas:
    a) “Então, que aconteceu ao corpo carnal de Jesus? Não encontraram os discípulos o seu túmulo vazio? Sim, porque Deus removeu o corpo de Jesus. Por que fez Deus Isso? Cumpriu-se o que havia sido escrito na Bíblia. (Salmo 16:10; At 2:31). Por isso Jeová achou bom remover o corpo de Jesus, assim como fizera antes com o corpo de Moisés (Deuteronômio 34:5,6)…” (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra, páginas 144, parágrafo 8. Leia as páginas 143-145, parágrafos 6-10), para interpretar o texto em lide à luz do contexto);
    b)  “… Jesus de Nazaré, não mais existe. Foi morto em 33 *EC” (Despertai!  22/12/1984, página 20); […] “o homem Jesus está morto, morto para sempre” (RUSSELL, Charles Taze. Estudo nas Escrituras. EUA. Vol. V, página 454, citado por Homero Duncan em As Doutrinas das Testemunhas de Jeová… Queluz/Portugal: Núcleo de Distribuição de Literatura Cristã, página 45). Para saber mais, acesse o meu SITE www.pastorjoel.com.br e leia o meu livro Testemunhas de Jeová: Que Seita é Essa?]);
    G) Os adventistas do 7º dia estão aí pregando que Jesus também era portador do pecado original, que Jesus é Miguel, que os escritos de Ellen White são tão inspirados quanto a Bíblia, que os nossos pecados serão expiados na pessoa do diabo, etc. (Se você duvida que o Adventismo do 7º Dia prega isso, faça o seguinte: Acesse o SITE acima e leia o capítulo 9 do meu livro intitulado Igreja” Adventista do Sétimo Dia: Que Seita é Essa?. Este livro está à venda com ótima encadernação. Se você deseja adquiri-lo, contate-me.
    H) A Maçonaria está aí ensinando através do livro Moral e Dogmas (em inglês), de autoria de Albert Pike (página 102), que “satanás não é uma Pessoa, mas uma Força criada para o bem, mas que pode servir para o mal”. E além de a Maçonaria (à página 321 da obra Morals and Dogma, num contexto que, honestamente, me pareceu de exaltação a Lúcifer) informar que o vocábulo LÚCIFER significa “portador da Luz” (“LUCIFER, the Light-bearer!”) e “Filho da Alva” (“Lucifer, the Son of the Morning”), há denúncias deveras comprometedoras, segundo as quais o senhor Albert Pike asseverou que Adonai (isto é, o Deus bíblico) é mau e que Lúcifer é bom. Só para citar um exemplo, veja o que consta do livro intitulado Maçonaria _ do Outro Lado da Luz (este livro pode ser encontrado nas livrarias evangélicas), de autoria de um ex-maçon do 32º Grau, publicado pela CLC Editora – 2ª edição, 1.995. À página 61, citando The  Lost Keys of Freemasonry, página 48, e Macoy Publishing, Richmond, VA, 1.976, página 65, o dito William Schnoebelen asseverou que Albert Pike fez as seguintes afirmações:
    A religião maçônica deve ser, por todos nós iniciados do alto grau, mantida na pureza da doutrina Luciferiana.”
    “Caso Lúcifer não fosse Deus…será que Adonay e seus sacerdotes o caluniariam?”
    “Sim, Lúcifer é Deus, e infelizmente Adonay também é deus…”
    “Desta forma… a religião… pura e verdadeira é a crença em Lúcifer, o equivalente de Adonay; mas Lúcifer, Deus da Luz e Deus do Bem, está batalhando pela humanidade contra Adonay, o Deus das trevas e do Mal”.
    Bem, eu disse acima que as palavras do senhor Albert Pike, constantes da página 321 de seu livro intitulado Morals and Dogma, pareceram-me de exaltação a Lúcifer. Para que o respeitável leitor não seja induzido por mim a ter mau juízo do falecido que, por isso mesmo, não está aqui para se defender de minhas acusações, vou copiar suas palavras e, a seguir, traduzi-las, possibilitando assim que o leitor tire suas próprias conclusões. Eis a cópia: “LUCIFER, the Light-bearer! Strange and mysterious name to give to the Spirit of Darkness! Lucifer, the Son of the Morning! Is it he who bears the Light, and with its splendors intolerable blinds feeble, sensual, or selfish Souls? Doubt in not!” Agora, vamos à prometida tradução: […] “Lúcifer, o portador da luz! Nome extranho e misterioso para se dar ao Espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Alva! Será ele o que traz a luz, e com o seu esplendor insuportável cega as almas fracas, sensuais ou egoístas? Sem dúvida que não” […].
    Prega ainda essa falsa religião que o nome de Deus é Abadom (“Abadom” significa “Destruidor”, e é um dos nomes que a Bíblia dá ao diabo [Ap 9:11]) e Jabulom (formaram este nome usando as primeiras sílabas dos nomes Jeová [um dos nomes que a Bíblia dá a Deus], Baal [o supremo deus dos cananeus] e Osíris [deus do antigo Egito]). E assim por diante. Como a Maçonaria é profana!. Você quer maiores informações sobre a Maçonariaq? Então volto a lhe recomendar o meu SITE (www.pastorjoel.com.br) para ler o meu livrete Maçonaria: É ou Não é Uma Religião?;
    I) Os mórmons estão aí ensinando através de seus livros, que é porque existe o pecado que há diversas bênçãos, como, por exemplo, “a nossa existência, alegria, vida eterna” (veja a prova lendo os livros deles, como por exemplo, Princípios do Evangelho, pagina 31; e O Livro de Mórmon, 2 Néfi 2:22-25), etc. (você quer saber mais sobre os mórmons? Acesse o SITE acima e leia o meu livro “Igreja” Mórmon, Que Seita é Essa?;
    J) A promiscuidade, a prostituição, o adultério, a traição, a avareza, a desonestidade, a bruxaria, a idolatria, as heresias, a perversidade, o ateísmo … avolumam-se cada vez mais. Portanto, se o mundo atualmente está preparado para receber essa tal de terceira revelação, então sempre o esteve; e se há 2.000 (dois mil) anos, a Humanidade ainda não estava em condição de assimilar tão “profunda revelação”, então ainda é assim. Saia disso, portanto, se você já caiu no conto do vigário. E não entre nessa, se ainda está de fora. Refugie-se em Cristo já, se ainda não o fez.
    *  *  *
          O leitor certamente se lembra que eu já disse e provei acima que o Kardecismo confessa que não reconhece a Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Vimos que, segundo Kardec e a Federação Espírita Brasileira, Moisés pregava monstruosidades, não sendo, pois, nada mais que o embusteiro que o judeus mereciam. Mas agora estamos vendo que essa seita, incoerentemente finge reconhecer toda a Bíblia, assegurando que o Antigo e o Novo Testamentos constituem duas revelações distintas e progressivas, vindas de Deus. Disso nasce a seguinte pergunta: Afinal de contas, o Antigo Testamento é a primeira revelação que Deus nos deu, ou é um monstruoso embuste da autoria de um impostor chamado Moisés? Ora, embustes e monstruosidades jamais vêm de Deus, não é mesmo? Tampouco um impostor pode ser visto como Emissário de alguma Revelação Divina, não é mesmo?
    Segundo me consta, nenhum teólogo evangélico negaria a progressividade das revelações de Deus nas páginas das Escrituras, pois a Bíblia no-lo demonstra categoricamente. Mas convenhamos que os embustes e as monstruosidades não podem ser reconhecidos como “progressivas revelações do Senhor”. As revelações do Senhor são, sim, progressivas, porém de modo algum são monstruosos embustes. Mas, como os kardecistas conseguem enxergar monstruosidades, embustes e contradições no Antigo Testamento, custa-me entender (se bem que eu estou entendendo tudo) como ousam rotular isso de “primeira revelação de Deus”. Afinal, o Antigo Testamento é a primeira revelação de Deus, ou é o primeiro embuste? Decidam os kardecistas como quiserem, mas saiam de sobre o muro. Posicionem-se.
    Interpretando bem, podemos dizer que de acordo com os Kardecistas, não só o que eles chamam de primeira revelação de Deus (isto é, o Antigo Testamento), é um embuste, mas também o que eles chamam de segunda revelação (isto é, o Novo Testamento). Sim, leitor, pois se de fato Cristo não tivesse transformado água em vinho, multiplicado pães e ressuscitado defuntos, seguir-se-ia que as falcatruas do Novo Testamento não seriam inferiores às do Antigo. Mas é justamente aí, a saber, no Novo Testamento, e, em particular, em Jo.16:12-13, que Kardec, incoerentemente se “fundamentou” para construir sua cidadela, a qual estou reduzindo a frangalhos, ao exibir as denúncias aqui contidas, seguidas de minhas refutações. Afinal, o Novo Testamento é a segunda revelação de Deus, ou é o segundo embuste? Decidam lá os kardecistas como quiserem, mas deixem de ambigüidade.
    Bem, os kardecistas ainda não provaram que a Bíblia seja realmente o embuste que eles julgam ser, mas que o Kardecismo é um sistema incoerente, até cego pode ver, pois exibi acima provas irrefutáveis desta verdade.
    Apesar da babel kardequiana supra-exibida, o Kardecismo não só comete a incoerência de se considerar cristão, mas julga digna de nota uma certa mensagem mediúnica, segundo a qual, o kardecismo não é uma instituição cristã igual às demais, nem tampouco a mais certa, e sim, a única verdadeira. Eis a prova: “… Aproxima-se a hora em que, à face do céu e da Terra, terás de proclamar que o Espiritismo é a única tradição verdadeiramente cristã e a única instituição verdadeiramente divina…” (Obras Póstumas, Federação Espírita Brasileira, 26ª edição, página 308).
    Necromancia (consulta aos mortos), mediunidade, reencarnação, etc., são crenças tão antiqüíssimas que remontam a muitos milênios antes de Cristo. Contudo, na opinião dos kardecistas, Espiritismo mesmo é só o Kardecismo. Certa irmã em Cristo, ex– kardecista praticante, disse-me que há muitos anos “a Federação Espírita moveu uma ação judicial, no intuito de proibir que os terreiros de Umbanda e Candomblé continuem sendo identificados como centros espíritas, mas a justiça não lhe foi favorável”. De fato, o “jornal espírita”, órgão oficial da Federação Espírita do Estado de São Paulo, abril de 1996, em um artigo intitulado “O primeiro espírita”, afirma textualmente: “… o primeiro espírita do mundo: Allan Kardec”. Além disso, na revista Época consta que, segundo a Federação Espírita Brasileira, “Chamar o espiritismo de kardecismo é […] redundância” (Época, 03 de julho de 2006, nº 42413, página 71). Em outras palavras: Se é Espiritismo, é Kardecismo, e vice-versa.
    Como se vê, ser kardecista implica em ser adepto de uma seita ambígua, exclusivista, hipócrita e incoerente. Até as seitas que, com o Kardecismo, formam farinha do mesmo saco, são rejeitadas. A “única tradição verdadeiramente cristã e a única instituição verdadeiramente divina”, é o Espiritismo,  mas não um Espiritismo qualquer, e sim, um Espiritismo polido, brunido, refinado…, a saber: o Kardecismo e somente o Kardecismo. Umbanda, Candomblé, Vodu, Santo Daime, etc., estão fora.
    Respeitável leitor, não se deixe levar por esse negócio de “terceira revelação”. Realmente Deus foi se revelando progressivamente nas páginas da Bíblia, mas o Novo Testamento, que é o ápice de Suas revelações até o momento, veio para ficar. Portanto, pelo menos até que Cristo venha, a presente Dispensação estará em vigor. Logo, nenhuma “novidade”, sob pretexto de uma tal de “terceira revelação”, ou qualquer outra alegação, deve ser aceita. Isso é balela. A Bíblia nos fala da “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd.3 [ARA]. Grifo meu). Neste caso, “fé” refere-se às doutrinas do Cristianismo em sua totalidade. E o apóstolo Paulo, contrastando o Antigo Testamento com o Novo, nos diz que aquele era transitório, enquanto este permanece (2 Co.3:3-11 [ARC].); que “ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co.3:11. Grifo meu); e que se ele ou os demais apóstolos, ou até mesmo se um anjo desça do Céu, pregando outro evangelho, deve ser anatematizado (Gl.1:8-9), isto é, amaldiçoado e excomungado da comunhão dos santos. É como nos disse o Senhor Jesus Cristo: “Mas o que tendes, retende-o até que eu venha” (Ap. 2:25); “Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim”, (Mt.24:46). Isto mesmo, “servindo assim”, a saber, tal qual prescrito por Cristo há dois mil anos, e não à moda Kardequiana.
    Certamente já está claro ao prezado leitor, que, a bem-dizer podemos afirmar que, segundo o Kardecismo (falo com minhas palavras),“assim como o Antigo Testamento findou há quase dois mil anos quando do advento de Cristo, o Novo Testamento, por sua vez, tem seu fim no Espiritismo Kardecista. A Era que Moisés inaugurara teria esbarrado na Era que Jesus inaugurou há quase dois milênios. Esta, por sua vez, morreu quando Kardec e seus espíritos-guia legaram ao mundo o Novo Código! A Terceira Revelação! Uma Nova Era!. A Era dos Espíritos! A Codificação Espírita! O Novíssimo Testamento dado pelos Espíritos Superiores pela instrumentalidade do Grande Mestre cujo pseudônimo é Allan Kardec! E, quem quiser beber desta Nova Fonte, é só ler, estudar e praticar O Evangelho Segundo o Espiritismo e as demais obras procedentes da pena do Grande Codificador, as quais, juntas, constituem o Outro Consolador prometido por Jesus, o qual, na plenitude dos tempos, isto é, em 1.857, veio nos consolar, falando-nos o que o Cristo não pudera falar devido ao atraso inerente aos espíritos dos seus contemporâneos, bem como aclarando os pontos velados (isto é, obscuros) de Sua Doutrina!  ”. É muita petulância, não?
    A crença nessa tal de terceira revelação faz com que os kardecistas nos olhem de cima para baixo. Já me disseram que nós somos “espíritos atrasados que ainda não se desenvolveram o suficiente para compreender esta grandeza.” Crêem que nós, os evangélicos, já estamos quase chegando lá. Certo kardecista me disse que a evolução do Espírito se dá mais ou menos assim: Primeiro o indivíduo se torna adepto de uma das religiões não cristãs (Budismo, Islamismo, Hinduísmo, etc.), depois se torna católico, posteriormente vira evangélico e, a seguir se converte ao Espiritismo. O tempo que um espírito precisa, desde que é criado até se tornar Kardecista, varia de espírito para espírito, pois depende do esforço de cada um, e pode compreender muitos séculos e até milênios. Ora, por crerem os kardecistas nessa suposta evolução espiritual, e julgando estarem num patamar onde só eles alcançaram, não cessam de orar por nós, pois crêem que fazê-lo contribui para acelerar o processo evolutivo no qual estamos. Pude perceber que alguns kardecistas sentem até pena de nós. Vê-se, portanto, que os kardecistas são infelizes e não sabem. E só Deus pode arrancá-los desse labirinto no qual se encontram. Preguemos-lhes, portanto, o Evangelho e oremos com fé e amor. Sem dúvida, o nosso Deus arrancará a muitos desse “egito” e assim os libertará de “faraó”. Isto ocorrerá quando aspergirem as vergas e as ombreiras das portas de seus corações com o sangue do nosso Cordeiro Pascual _Jesus (Êx. 12:7).
    2.4. Contradição entre os dois testamentos?!
    Muitos kardecistas já me perguntaram: “Se o Antigo Testamento não estava errado, por que tantas diferenças entre ele e o Novo? Por exemplo, por que não matamos ainda os adúlteros, os blasfemos, os assassinos, os idólatras, etc.? Resposta: Para cada diferença há pelo menos uma explicação teológica; e quem não aceita tal explicação precisa tirar a máscara de cristão, parar de chamar o Antigo Testamento de “primeira revelação de Deus”, e assumir o seu cepticismo. Mas, respondendo à pergunta sobre o porquê de não podermos mais executar os criminosos e outros pecadores, informo que a Igreja não é um Estado (como, por exemplo, Israel o era), e sim, um conjunto de indivíduos. Sim, entre outros, o motivo pelo qual a Igreja não pune os criminosos, é o mesmo pelo qual ninguém podia matar Caim (Gn. 4:15), a saber, só o Estado pode cuidar de punir os malfeitores. Como a partir de Noé, estabeleceu-se o Governo Humano, então a pena de morte entrou em vigor (Gn. 9:6). A incumbência de punir os criminosos foi, é e será da competência do Estado (Rm.13:1-7). À Igreja compete: dar a outra face ao agressor (Mt.5:39), não atirar a primeira (nem a última) pedra (Jo.8:7), louvar (Ef.1:12), adorar (Jo.4:23), orar (1Tm.2:1), pregar (1Pe.2:9), etc. Mas isso não é um libelo contra a justiça, que é, repito, da competência exclusiva da autoridade para isto constituída (Jo.19:11; Lc.23:41ª).
    Certo kardecista argumentou dizendo que “sendo Deus o único que pode dar a vida, naturalmente só Ele pode tirá-la. Logo, não podemos crer que Moisés, Josué, Samuel e outros tenham recebido de Deus a ordem para ceifar tantas vidas. Mas, como eles mataram muitas pessoas sob a alegação de que o faziam por ordem de Deus, salta à vista que seus escritos não podem ser a Palavra de Deus”. Refuto esse argumento dizendo que Deus, o único que pode tirar a vida, não está impossibilitado de incumbir um agente Seu, de fazê-lo. Ele pode matar; e não raramente, Ele mesmo o faz; mas às vezes Ele delega este poder a um anjo; às vezes o confere a um homem ou grupo de homens; e, inclusive, como vimos acima, Rm 13: 1-7 nos diz que o Estado está autorizado por Deus a punir os malfeitores com a punição que se fizer necessária. Logo, quando um policial, em nome da Lei, sai na captura de um criminoso, deve trazê-lo vivo ou morto. Por conseguinte, se o dito marginal reagir à voz de prisão, o referido policial poderá até matá-lo, se isso se fizer necessário. Neste caso, o policial autor da execução, não pode ser visto como assassino, e sim, como mantenedor da ordem pública. Rm 13:5 nos diz que a autoridade não traz a espada debalde, isto é, em vão. Ela, a espada, não era enfeite. E, como não ignoramos, a espada (hoje metralhadora, fuzil, pistola, bazuca, etc.) não era instrumento de correção, como o cassete o é. Não!!! A espada existia para matar. Assim fica claro que Deus, o único que dá a vida e, por conseguinte, o único que pode tirá-la, se vê no direito de fazê-lo através de um agente Seu, que pode ser ou um anjo, ou um homem, ou o Estado. Atualmente, Seus agentes investidos deste poder são os anjos (At.12:23 ) e o Estado (Rm 13:1-7). Este, por sua vez, usa os policiais como executores deste serviço. Aqueles, porém, fazem-no por si mesmos, em nome do Senhor.
    Uma prova de que o Antigo Testamento não estava errado, é o fato de Jesus o haver aprovado, como vimos acima. Os kardecistas diriam: “Aprovou mesmo? Tem certeza?  Você viu? Quem garante?” A resposta é: A Bíblia no-lo garante; e, em particular, o Novo Testamento. E se não crêem no Novo Testamento, então parem de dizer que a promessa de Jesus, constante de Jo. 16:12-13, de nos enviar outro Consolador, se cumpre a partir de 1857, quando da Codificação Kardequiana; visto que, se realmente a Bíblia não fosse confiável, já não saberíamos nem se Cristo teria mesmo feito a promessa constante de Jo.16:12-13. Além disso, um céptico poderia também questionar os Kardecistas quanto à crença deles de que o Kardecismo é o Consolador prometido por Jesus, nestes termos: “Prometeu mesmo? Têm certeza? Vocês viram? Quem garante?”. E agora José? E agora senhor Allan?
    Sendo a primeira e a segunda revelações, dois embustes, como o supõem os kardecistas, pergunto: A terceira revelação seria o terceiro embuste? Pensem nisso os sinceros!
    Bem, se a Bíblia é ou não verdadeira, eu disse nas primeiras linhas deste capítulo, que entrar no mérito destas questões não é, nesta obra, o alvo deste autor, pois por ora pretendo apenas desmascarar o Kardecismo para, deste modo, levar seus seguidores a buscar a verdade em Deus e no Seu Livro – a Bíblia. Por isto limito-me a formular aos kardecistas as seguintes contundentes interrogações:
    * Os kardecistas podem provar as alegadas adulterações que teriam sido cometidas pelos apóstolos e outros aventureiros através dos séculos?
    * Onde, como e quando ocorreram tais interpolações?
    * Será que tudo não passa de grosseira especulação?
    * Porventura os achados arqueológicos não deixam evidentes que as inegáveis provas dos erros cometidos pelos copistas são falhas banais que, portanto, não ferem a integridade do Texto?
    * Será que os kardecistas não sabem que crer na Bíblia não implica em crer na infalibilidade dos copistas e tradutores das Escrituras, mas sim, e tão-somente, crer na Inspiração Verbal e Plena dos originais?
    (Quero mais uma vez recomendar a todos os que suspeitam da autenticidade da Bíblia a lerem o livro As Grandes Defesas do Cristianismo, de Jefferson Magno da Costa, editado pela CPAD_ Casa Publicadora das Assembléias de Deus _, geralmente à venda nas livrarias evangélicas).

    Algumas fontes usadas: 




    ***

    Ah! Ainda, para os espíritas que se apoiam nessa passagem das Escrituras para dizer que as Escrituras apoiam o espiritismo: 
    E se vocês quiserem aceitar, este é o Elias que havia de vir. Mateus 11:14
    deixo este vídeo como explicação, assistam até o fim:




    Outros VÍDEOS PARA ANÁLISE: 


    Chico Xavier, portador de problemas mentais
    Ateu desmente o espiritismo 







  • 10 comentários:

    1. As doutrinas de Kardec são lesivas ao intelecto. Todavia há uma ação no âmbito desta doutrina que pouquíssimos tem conseguido atentar: A participação direta dos seres "ocultos" que a dita doutrina enfatiza como a condição "sine qua non" da sua própria existência. A participação destes, sem dúvida é ativa e efetiva face o consciente e, ou inconsciente das pessoas envolvidas desde os preâmbulos doutrinários que, aprofundados, imbecilizará à priori... "ad" contas gotas, as pessoas que mergulharem nesta doutrina tão paradoxal a si mesma. Enfim, não só em face aos ensinos do Cristo e Seus Apóstolos, a doutrina kardecista é totalmente lesiva as consciências mais esclarecidas. Paradoxalmente, sem o conhecimento destes ensinos, quem se advertiria que esteja mergulhando num tremedal de contra senso abismal? De qualquer forma, um ocultista, esotérico ou satanista (de alto escalão), sabe muito bem que Kardec não passava dum embusteiro plagiador de fontes diversas e mesmo adversas para fomentar suas elucubrações "filosóficas, místicas e científicas". Seja: jainismo, paganismo, animismo, ocultismo e... "cristianismo"!... E este, justamente para ser a vítima maior das suas deturpações doutrinárias.

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    2. Discordo do articulista quando diz: "Quando as Escrituras Sagradas dizem, no Novo Testamento, que Elias e Moisés apareceram a Jesus, neste texto do evangelho de Lucas (Lucas 9:28-36), TEMOS QUE ENTENDER UMA COISA: Moisés não Morreu, nunca foi achado o seu corpo, pois de onde ele partira para a Eternidade, até o seu corpo os anjos vieram buscar. Obs. Não condiz com as Escrituras tais afirmações. Moisés morreu como afirmam as Escrituras e foi sepultado ocultamente. Certamente por anjos.

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    3. Elias, Enoque. E talvez o Apóstolo João nunca morreram. Só estes. Mas, em Elias temos a prova cabal que, este nunca poderia ser João Batista. JAMAIS! Se atentarmos de fato para as Escrituras em contraste com os sofismas de Kardec

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    4. Só aceitaremos as doutrinas de Kardec sob quatro condições: 1) sendo um ignorante. 2) sendo um pseudo intelectual 3)sendo um verdadeiro Satanista... 4) sendo um enganado pelo Diabo. Neste último caso os três outros estarão no mesmo barco... Que foi construído sem fundo para descer as profundas do Inferno.

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    5. Chico Xavier era um efeminado, mendaz, hipócrita, plagiador desonesto e assecla do Diabo.

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    6. Leon Denis era uma farsa ambulante, um incoerente face a ciência, e a mesma falsa ciência que tentava defender. Maiormente era um deturpador da História Universal e das Escrituras Sagradas. Enfim, Leon Denis era um satanista disfarçado em Querubim

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    7. Gente, a existência de Satanás é tão fulgente que, sem este nem Deus e Jesus Cristo teria razão de apontá-lo ou contrapor-se. E mais, será que o Satanismo, esoterismo ou ocultismo teriam igualmente razão de existir. Ora! Quanto aos kardecistas negarem a existência do Diabo e seus demônios, é uma ação de contra "Farsa" inerente aos fanatismo dos crentes que dão conta que existem. Enfim, em ultima análise diriam porventura os kardecistas que estariam justamente propagando doutrinas antibíblicas através dos demônios? Claro que não. MAS PREGAM... Se pregam, não há como negá-los de inspirarem suas doutrinas tão antibíblicas.

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    8. Argumentos pífios e fraquissímos. DEsista de querer convencer os outros de alguma coisa.

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    9. Existe, subsiste, e persiste um fato, e este incontestável: a existência de milhares de espíritas que se converteram à pregação do verdadeiro evangelho ensinado por Jesus e seus apóstolos. E muitos deles se tornaram pastores... E atestam! A doutrina Espírita ensinada por Kardec é ensino de demônios.

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    10. JESUS É FATO INCONTESTÁVEL, HISTÓRICA E BIBLICAMENTE(SÓ AQUELE QUE QUER SER UM "JUMENTO",PODERIA CONTESTAR, SE PENSASSE E FALASSE);PERGUNTO: 1 - PORQUE JESUS QUE SÓ FEZ O BEM(CARIDADE/PRODÍGIOS E MARAVILHAS); MORREU EM MEIO A TANTAS DORES E SOFRIMENTOS? O QUE ELE FEZ NA"VIDA PREGRESSA?". 2- PORQUE JESUS TÃO INTELIGENTE PASSARIA POR UM FARSANTE BOBOCA, SABENDO O QUANTO ELE SOFRERIA NA CARNE, POR MENTIR E ENGANAR?. 3 - POR QUE ELE RESSUSCITOU E NÃO REENCARNOU? 4 -COMO ELE SE ENGANOU E CONSEGUIU ENGANAR A TANTOS E LEVÁ-LOS(MUITOS) A SACRIFICAREM SUAS VIDAS POR AMOR A ELE. FORAM TODOS(INCLUSIVE ELE) UM MONTE DE "BESTAS" IGNORANTES E QUADRADOS SABENDO QUE MORRERIAM NAS MÃO DOS FALSOS HOMENS DE DEUS?

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    Art. 5°, CF

    VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

    IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

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