28 de fev de 2016

  • Desespero: Filho de Lula usa Facebook para injuriar, caluniar e difamar o juiz Sérgio Moro

    Filho de Lula usa Facebook para injuriar, caluniar e difamar o juiz Sérgio Moro
    Lulazinho disponibiliza injúrias, calúnias e difamações contra o juiz Sérgio Moro. Ele e seus comparsas dentro e fora da família estão no desespero completo.
    Lulazinho, o filho de Lula investigado pela Zelotes, tudo por ter “vendido” um relatório plagiado, resolveu atacar de frente o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Delagnol, mas também a PF, que chama de versão cabocla da Gestapo de Hitler. Ele também ataca a mídia “vendida ao imperialismo americano”. Lulazinho ignora que no Judiciário atuam no Lava-Jato também o TRF-4, Porto Alegre, além do STJ e STF. No caso do MPF e PF, as instituições nem de longe atuam sob o comando único do procurador Deltan. O caso de Lulazinho e dos seus comparsas é de investigação de assaltos aos cofres públicos, o que foi feito direta e indiretamente.
    Leia foi posto que está no Facebook há alguns dias:
    O objetivo de Sérgio Moro, com o fanático Deltan Delagnol, habituado a fazer proselitismo em igreja evangélicas pentecostais, e sua tropa de choque da Polícia Federal, convertida em polícia política, versão cabocla da Gestapo de Hitler, não é engaiolar corruptos: é destruir Lula, Dilma e o PT, como cabeças de ponte da esquerda brasileira. Se esse objetivo for alcançado, um longo período de autoritarismo se abrirá, assentado em um judiciário subserviente, uma mídia vendida ao imperialismo norte-americano e a uma classe média paulistana racista, preconceituosa e extremamente reacionária.
    Para conquistar apoio a seu objetivo junto a essa classe média, que busca suas irmãs gêmeas pelos demais estados da federação via imprensa comprada e vendida, prende um corrupto aqui, outro acolá, todos prontos a apontar o dedo duro ao PT, tenha esse partido algo a ver com o assunto ou não.
    Em sua estratégia de jogador de baralho, Moro, cujo ouvido é soprado dia e noite pelo PSDB, vai fechando o cerco em torno de Lula, Dilma e PT para, como ocorreu com os militares na guerrilha do Araguaia, partir para o extermínio.
    Se os setores de esquerda e democráticos permitirem que esse cerco de extermínio seja fechado, Moro não exitará em mandar os seus Curiós sanguinários para terminar o serviço sujo a que está se prestando.
    É preciso resistir e em nossas manifestações públicas e passeatas fazer aparecer o retrato desse juiz autoritário com o devido adjetivo esclarecedor. Suas práticas são fascistas e persecutórias. Não é um magistrado mas um inquisidor, um Torquemada pronto a mergulhar o país em suas práticas medievais e obscurantistas.
    Não está para fazer justiça, mas para arrancar confissões a todo custo, sob ameaças e prisões, sem apoio no Estado Democrático de Direito e submetendo-o de maneira vil a sua ética e moral irmãs da de Ricardo III.
    Não digam que não avisei.
    CLIQUE AQUI para ler o original.

    *Políbio Braga é um jornalista e escritor brasileiro. Nascido em Santa Catarina, foi para o Rio Grande do Sul aos 20 anos. Foi presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas entre 1962 e 1963. Foi secretário da Indústria e Comércio e da Fazenda de Porto Alegre, além de secretário de Relações Internacionais e chefe da Casa Civil do governo do estado do Rio Grande do Sul. Foi preso duas vezes durante o regime militar brasileiro, em 1962 e 1972. Publicou um livro sobre esta experiência, chamado Ahú, diário de uma prisão política. Trabalhou nos jornais Diário CatarinenseCorreio da ManhãÚltima HoraGazeta MercantilZero HoraCorreio do Povo e Jornal do Comércio, e nas revistas nas Veja e Exame. Também apresentou e participou de programas de televisão na RBS,BandTV Pampa e TV Guaíba além de programas de rádio. Blog do Políbio Braga
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