Um artigo publicado pelo Jornal norte-americano New York Times, e reproduzido pelo site de notícias da Uol, faz duras críticas à Rede Globo, e descreve a emissora brasileira como uma cativadora de seus telespectadores, com novelas e seriados de sucesso, mas, por outro lado, o seu noticiário é de causar constrangimento aos brasileiros, por se tratar de um jornalismo antiético e manipulado, onde as notícias são distorcidas para alienar o povo brasileiro.
A Globo é vista pelo NYT como uma empresa, e como tal, o seu negócio é vender, seja uma ideologia, seja um produto. Para o jornal, é assim que a emissora age, e só vende aquilo que lhe dá retorno financeiro.
Um fato citado pelo New York Times, refere-se a um acontecimento ocorrido em 2013, onde o Grupo Globo desculpa-se, levemente, com seus telespectadores, por ter apoiado a ditadura militar no Brasil, entre os anos de 1964 a 1985. Em 2013, o grupo chegou a lançar uma nota na imprensa, dizendo o seguinte: ''Não há motivos para reconhecer hoje de que o apoio aos opressores foi um erro equivocado, onde as decisões editorais daquele período decorrem deste desacerto original''.
Em 2014, um artigo publicado pela a revista ''The Economist'', descreve a Rede Globo como sendo a maior emissora do Brasil, onde cerca de 91 milhões dos brasileiros, ou seja, menos da metade da população brasileira, assistem a algum tipo de produto na programação da TV Globo, todos os dias. Apesar do número parecer exagerado, o artigo ressalta que basta você olhar para todo o lado que verá um televisor ligado na Globo, onde todo o Brasil assiste a emissora, quase que "hipnoticamente".
Ainda há um trecho do artigo que diz o seguinte: "Apesar da emissora estar com a audiência em baixa há anos, ainda sim, a Rede Globo registra um bom índice de audiência. Comparado com as demais emissoras do Brasil, seu índice de audiência alcança os 34%, contra 15% da TV Record e 13% do SBT, respectivamente segunda e terceira colocada nos registros de audiência no Brasil.