9 de nov de 2015

  • Por que não permitem o progresso da Fosfoetanolamina? Porque que iria falir a indústria bilionária da quimioterapia!


    Ministério da Saúde promete, mas não realiza primeira reunião da Fosfo



    Prometeu rapidez, mas começou mal
    Prometeu rapidez, mas começou mal
    Poderíamos resumir esta notícia em duas palavras: mal começo.

    Depois de dois meses fingindo que nada de novo acontecia no Brasil, o Ministério da Saúde finalmente anunciou, na quinta-feira da semana passada, a criação de um grupo de trabalho para estudar a eficácia da Fosfoetanolamina Sintética. Na última terça-feira, comunicou que a primeira reunião geral ocorreria ainda esta semana. A boa-nova foi amplamente divulgada.

    Mas, nesta quinta-feira à noite, com a semana já próxima do fim, ligamos novamente para o Ministério, que tem um setor específico para o combate ao câncer, e recebemos uma informação decepcionante: a informação passada anteriormente estava errada, a reunião de fato ocorreu, mas foi apenas entre funcionários do próprio Ministério da Saúde.

    Para quem havia dito, também na terça-feira, que a meta do governo era acelerar o processo de estudos da Fosfo, ficou uma preocupante impressão de marcha à ré. Saiba mais:


    Talvez a cobrança possa soar exagerada, no momento não há outra opção a não ser renovar os votos de confiança, mas... o desejo de todas as pessoas interessadas é de que o "ritmo célere" anunciado pelo Ministério seja efetivamente colocado em prática, sem outros "mal-entendidos internos". 

    São milhares, milhões de pessoas ansiosas pelo início dos testes oficiais, após tanto atraso, decorrente da indiferença e da inoperância.

    Veja também: Paciente detalha sua recuperação com a Fosfo e grupos se unem para pressionar autoridades - vídeo

    O Ministério da Saúde havia nos informado na terça-feira à noite, após termos perguntado por isso desde o início da manhã, que a primeira reunião do grupo de trabalho que vai estudar a Fosfoetanolamina Sintética seria realizada ainda esta semana. Publicamos uma reportagem ainda na terça e a novidade foi muito compartilhada nas redes sociais.

    Mas nesta quinta-feira à noite, a ducha fria. Voltamos a procurar a assessoria do Ministério, que nos informou o seguinte: lamentavelmente, tinha havido um "mal-entendido interno". A reunião até já tinha sido realizada, na própria quinta-feira, mas envolveu apenas funcionários do Ministério da Saúde. Não houve a anunciada participação de representantes da equipe de pesquisadores, do Inca (Instituto Nacional do Câncer), da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e de outros órgãos do setor.

    Muito ruim para a imagem do Ministério e, também, do governo federal.

    Nos últimos dias, observamos que parte da "grande mídia" mudou explicitamente de postura, ao reconhecer tardiamente a relevância do assunto, que antes chegou a ser tratado com presunção e zombaria.

    Ao mesmo tempo, seguidas decisões de importantes instâncias do Judiciário, muito bem-vindas, também conferiram à polêmica uma feição mais humana, imprescindível.

    Veja mais: Justiça determina que gestores do SUS forneçam Fosfoetanolamina a paciente com câncer

    Está mais do que na hora do Ministério da Saúde sacudir o ranço burocrático, abandonar o lenga-lenga e dedicar à Fosfoetanolamina Sintética, seus pesquisadores e pacientes, a seriedade, o empenho, a atenção e o cuidado que eles merecem.

    A data da primeira reunião geral do grupo de trabalho ainda não foi definida.

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