26 de nov de 2015

  • PF indicia 19 em esquema de compra de medidas provisórias

    Alvos da Operação Zelotes são acusados de associação criminosa, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro

    BRASÍLIA – A Polícia Federal indiciou 19 pessoas no inquérito por suspeita de envolvimento com o esquema de compra de medidas provisórias investigado na Operação Zelotes. Os crimes relacionados são associação criminosa, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro. Entre os indiciados estão os sócios da consultoria  Marcondes & Mautoni, Mauro e Cistina Marcondes, que atuaram no suposto esquema de compra das normas legais e contrataram uma empresa do filho mais novo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por R$ 2,4 milhões.
    Luís Claudio Lula da Silva não esta entre os indiciados. As investigações relacionadas a ele serão aprofundadas pela Polícia Federal. A lista de indiciados ainda inclui executivos da Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, e da MMC Automotores – que fabrica veículos Mitisubishi no Brasil -, Paulo Arantez Ferraz e Eduardo Souza Ramos.
    Os lobistas José Ricardo da Silva e Alexandre Paes dos Santos; além de Lytha Battiston Spíndola, ex-secretária executiva da Camex, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e de dois filhos dela.
    O ex-servidor do Senado Federal Fernando Cesar Mesquita, que foi porta voz do senador José Sarney,  também foi indiciado. Todos os envolvidos negam qualquer envolvimento com a compra de medidas provisórias nos governos Lula e Dilma com o objetivo de prorrogar incentivos fiscais para as montadoras de veículos.
    As investigações da quarta fase da Operação Zelotes foram concluídas neste momento porque alguns dos investigados estão presos. Novos inquéritos serão instaurados.
    O inquérito foi encaminhado na terça-feira, 24, ao Ministério Público Federal.
    “Ainda não vi a peça de indiciamento. Acredito que é um equívoco muito grande. José Ricardo não participou de nenhum esquema de compra de nada. Não teve nenhuma conduta que pudesse levar a essa conclusão”, disse Getúlio Humberto Barbosa de Sá, advogado de José Ricardo.

    Via ESTADÃO

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