29 de nov de 2015

  • ERIKA KOKAY, CANDIDATA A GOVERNADORA DO DF, TENTA IMPEDIR INVESTIGAÇÃO PARA APURAR DE ONDE VEM O DINHEIRO QUE FINANCIA O MST



    KOKAYSTEDELISe a deputada petista Erika Kokay for à governadora do Distrito Federal, já que se diz candidata ao posto em 2018, certamente faria um governo do caos bem pior do que o de Rollemberg. Com a cumplicidade do seu governo, o MST invadiria as poucas fazendas do DF, fecharia estradas e avenidas, invadiria os prédios públicos, incluindo o próprio Buriti, mesmo sendo financiado pelo GDF.
                                                                         
    LETRA Erika Kokay (PT) fez seu último esforço nesta segunda-feira (16), para que o Supremo Tribunal Federal impeça que a CPI criada para investigar a atuação da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), escarafunche a fonte de dinheiro que jorra nos últimos 12 anos dos cofres públicos para financiar o Movimento Sem Terra.
    Ela protocolou um mandado de segurança para que o relator, Nilson Leitão (PSDB-MT), se abstenha de convocar para depor alguns dirigentes de ONGs, como a Associação Estadual de Cooperação Agrícola de São Paulo (Aesca), que recebeu muito dinheiro do Ministério do Desenvolvimento Agrário e é suspeita de repassar a grana para o caixa do MST.
    O pedido de liminar, protocolado no STF pela deputada federal pelo DF, aponta que o requerimento que propõe a CPI “nem de longe observa o requisito constitucional do fato determinado” e também não estabelece o período sobre o qual deve se debruçar o trabalho de apuração do colegiado.
    Para Kokay o documento que fundamenta a criação da CPI diz tão somente que objetivo da mesma será “investigar a atuação da FUNAI e do INCRA na demarcação de terras indígenas e de remanescentes de quilombos”, não fazendo qualquer menção a algum outro fato específico como o de investigar de onde sai o poder econômico que sustenta os dirigentes do MST, como o seu líder João Pedro Stédile, e patrocina as invasões de terras produtivas.
    Dados do “Contas Abertas” do Governo Federal, apontam que R$ 6 bilhões/ano saem do bolso do contribuinte diretamente para “entidades sem fins lucrativos”. A Marcha das Margaridas organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e pelo MST, realizada em 11 de agosto desse ano contou com farto dinheiro do governo federal e do DF. Ao menos R$ 855 mil rateados entre Caixa, BNDES e Itaipu Binacional. Rollemberg bancou a logística no Mané Garrincha.
    No sábado passado, um grupo de 200 pessoas do MST invadiu uma fazenda na BR-080, em Brazlândia, Distrito Federal. O proprietário do local, Evandro Resende, diz que os invasores não estão permitindo a entrada nem a saída dos 12 funcionários. A fazenda produz milho, soja, maracujá e 1,5 mil frangos de corte. A preocupação do proprietário é de que os animais acabem morrendo por falta de comida, água e cuidados especiais. Erika Kokay se for à governadora do Distrito Federal vai achar tudo isso a coisa mais normal do mundo.
    Da Redação Radar


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