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o Brasil para!!! - Mundo - Protestos - Manifestações - Mostra isso Mídia mundial; pois a influência sobre a mudança da mentalidade política democrática e sobre a democracia vai ser mundial...!

17/06/2013
É possível marcar presença de forma positiva. Ocupar não é depredar. Ocupa-se o lado de fora hoje, ocuparemos o de dentro logo : com a renovação deste sistema político que já fede de podre !
 
 Mais de 230 mil manifestantes ocuparam as ruas do país em nove capitais. Na imagem, você confere o Congresso Nacional tomado por manifestantes. Confira informações de outras cidades:
http://www.ebc.com.br/cidadania/2013/06/protestos-reunem-mais-de-200-mil-pessoas-em-nove-capitais 



17/06 - Rio de Janeiro


Veja vídeos ao vivo em: 




  17/06 - Juiz de Fora (MG)

https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/s403x403/19887_390479261063468_275796928_n.jpg 






RIO DE JANEIRO: AV. RIO BRANCO E CINELÂNDIA FORAM COMPLETAMENTE TOMADAS!! - 17/06

Agradecimentos ao MPL





 
PROTESTO NO RIO - 17/06
Avenida Rio Branco completamente tomada pelos manifestantes. Cobertura completa no site da CBN.
http://www.facebook.com/hashtag/protestorj 
 http://www.facebook.com/hashtag/protestobrasil






E agora José? 
O povo acordou e o Brasil mostra sua cara...!
Em rede social, Lula aprova protestos pelo Brasil e pede solução para o transporte urbano
17/6/2013 às 18h33 (Atualizado em 17/6/2013 às 18h51)

Em rede social, Lula aprova protestos pelo Brasil e pede solução para o transporte urbano

Ex-presidente diz que democracia não é ‘pacto de silêncio’ e cobra parcimônia da polícia militar

Do R7
Lula vê legitimidade em manifestação e diz que negociação é saída Ricardo Stuckert/13.06.2013/Instituto Lula
O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse na noite desta segunda-feira (17), por meio de perfil mantido pelo Instituto Lula no Facebook, que ninguém “pode ser contrário às manifestações da sociedade civil”.
Neste momento, ocorrem manifestações no Rio de Janeiro (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Salvador (BA) e especialmente em São Paulo (SP).
Lula afirmou que não existe problema sem solução e cobrou bom-senso da polícia durante os protestos.
Para o ex-presidente, somente a negociação pode resolver problema do transporte urbano nas grandes cidades.

Leia mais notícias de Brasil e Política

Leia abaixo o comentário de Lula no Facebook:
Reprodução/Facebook
 
“Ninguém em sã consciência pode ser contra manifestações da sociedade civil porque a democracia não é um pacto de silêncio, mas sim a sociedade em movimentação em busca de novas conquistas.
Não existe problema que não tenha solução. A única certeza é que o movimento social e as reivindicações não são coisa de polícia, mas sim de mesa de negociação.
Estou seguro, se bem conheço o prefeito Fernando Haddad, que ele é um homem de negociação. Tenho certeza que dentre os manifestantes, a maioria tem disposição de ajudar a construir uma solução para o transporte urbano.

Lula” 

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VIOLÊNCIA DESMEDIDA EM BH ! MANIFESTANTES FORAM OBRIGADOS A SE RETIRAR DEVIDO A TRUCULÊNCIA ABUSIVA E COVARDE DA POLÍCIA ! - 17/06

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PM usa gás lacrimogêneo e spray de pimenta para conter invasão a Congresso O prédio foi cercado pela tropa de choque e a cavalaria da PM. A polícia apreendeu manifestantes que tentaram entrar na Casa do Legislativo

Clara Campoli
Gabriella Furquim
Publicação: 17/06/2013 16:42 Atualização: 17/06/2013 19:16

Manifestantes chegam ao Congresso e um grupo invade o espelho d'água (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Manifestantes chegam ao Congresso e um grupo invade o espelho d'água

Aproximadamente 5 mil pessoas se reúnem nesta segunda-feira (17/6) em Brasília para a chamada "Marcha do Vinagre" - o nome faz referência à substância usada pelos jovens para neutralizar os efeitos do gás lacrimogêneo. Os manifestantes já chegaram ao Congresso e um grupo invadiu o espelho d'água. Três integrantes do movimento conseguiram furar o bloqueio armado e subir a rampa do Congresso Nacional. Os PMs usaram spray de pimenta para impedir a progressão do trio. Eles foram retirados à força, carregados. O protesto, que começou pacífico, começa a ganhar contornos de guerra. Há cerca de 30 minutos, soldados da tropa de choque lançaram bombas de gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes. Um adolescente foi apreendido. Ainda não se sabe por quais motivos.
O Congresso foi cercado pela tropa de choque e a cavalaria da PM. Outros manifestantes gritam que vão invadir o Congresso. Welinton Fontinele, um dos líderes da manifestação, informou que os grupos que tentam invadir o prédio estão sendo procurados. Segundo Fontinele, os líderes do protesto querem convencer os jovens mais exaltados a desistir dessa ideia para que não se sujem a imagem da "Marcha do Viniagre", que pretende ser pacífica.

Punks e partidos
Apesar das orientações da PM para não ultrapassar as duas das seis faixas do Eixo Monumental permitidas para o protesto e a não atrapalhar o trânsito, mais cedo, um grupo de punks invadiu todas as faixas do Eixo Monumental. Eles rodearam uma viatura da PM. Os líderes da "Marcha do Vinagre" tentaram conter o grupo e pediram que eles liberem as pistas ocupadas, mas os punks acabaram fechando as pistas e, agora há pouco, os integrantes da manifestação invadiram todas todas as faixas do Eixo Monumental.

Antes dos manifestantes chegarem ao Congresso, policiais fizeram um cordão de isolamento e empurraram os manifestantes para que eles voltassem às duas faixas. A Polícia Militar soltou bombas de gás lacrimogêneo para conter uma confusão entre os manifestantes e o grupo do Patido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU). Integrantes do PSTU foram retirados do protesto.

Influenciados por um onda de manifestações que começou na semana passada em São Paulo, os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil. Declaram também apoio à Marcha da Corrupção. Cerca de 16 mil pessoas confirmaram presença no evento criado no Facebook.

Neste momento, manifestantes jogam garrafas d’água e tênis nos policiais.

Leia mais notícias em Cidades

Cerca de 400 policiais estão no local. O tenente-coronel Gouveia do 5º Batalhão da Policia Militar (Área Central) chegou a conversar com os manifestantes, na concentração diante do Museu da República, pedindo que os jovens não tentassem invadir os prédios públicos e agredir os policiais.

Os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil

A Polícia Militar identificou seis pessoas riscando carros que estavam próximos ao museu. "Nós optamos por esperar a manifestação começar. Acreditamos que esses índividuos podem não estar relacionados ao grupo de manifestantes e consideramos que prender pessoas em meio à concentração poderia acirrar os ânimos. Nossa vontade é que tudo ocorra com a maior tranquilidade possível", disse Gouveia.

Manifestantes se concentraram próximo ao Museu da República (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Manifestantes se concentraram próximo ao Museu da República

Reivinidicações
Os manifestantes também pedem investimento no transporte público, na saúde e na educação, a não aprovação da PEC/37 e da PL 728/2011, investigação das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal e do Ministério Público e a luta contra a remoção das famílias das áreas de interesse econômico em nome da Copa das Confederações e do Mundo.


Por enquanto a PM de São Paulo respeita o protesto, que reúne em torno de 30 mil pessoas. Os manifestantes se dividiram em dois grupos e devem se encontrar na Marginal do Rio Pinheiros

 http://bit.ly/11H3Vzc


São Paulo reúne multidão contra tarifa de transporte e violência policial

Milhares vão ao Largo da Batata, na zona oeste da capital, em primeiro ato após repressão da quinta-feira passada contra manifestantes que se opõem a reajuste de tarifas do transporte público
por Redação RBA publicado 17/06/2013 17:36, última modificação 17/06/2013 19:12
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São Paulo – Milhares de pessoas estão reunidas hoje (17) nas zonas oeste e sul de São Paulo para protestar contra o aumento das tarifas do transporte público e a violência policial. Após o ato tenso e com centenas de feridos e detidos da quinta-feira passada, a manifestação transcorre sem problemas e, segundo a Polícia Militar, 30 mil cidadãos participam.
Devido à grande adesão, o Movimento Passe Livre (MPL), principal organizador, decidiu dividir os manifestantes em dois grupos. Um deles segue pela Marginal do Rio Pinheiros e outro continua pela Avenida Faria Lima. É possível que a marcha volte a se reunir sobre a Ponte Estaiada, na zona sul. A obra se transformou em um símbolo de gasto desnecessário, na visão de movimentos que debatem a mobilidade urbana, e de valorização do carro, já que não se permite o tráfego de ônibus sobre a megaestrutura que cobre a Marginal.
Os presentes ao ato têm rechaçado o uso de bandeiras de partidos ou contra políticos, pedindo aos que portam este tipo de mensagem que não a exponham ao público. Isso levou representantes de algumas siglas a tentar criar uma manifestação paralela, e os organizadores têm tentado evitar a divisão.
O protesto ocorre na véspera de uma reunião pública do Conselho da Cidade, convocada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) para discutir a reação popular ao aumento. Representantes do Movimento Passe Livre estão convidados para apresentar suas críticas e propostas. E já confirmaram presença, alertando que o encontro de Perto de 260 mil pessoas confirmaram presença no ato pelas redes sociais, como o Facebook.

As passagens de ônibus, trem e metrô subiram de R$ 3 para R$ 3,20 no último dia 2, graças a um acordo entre os governos estadual e municipal. O reajuste, de 6,67%, ficou abaixo da inflação, como Haddad havia prometido em sua campanha eleitoral. Entre janeiro de 2011, quando do último aumento, e junho de 2013, a inflação acumulada no período foi de 15,5%. O esforço foi viabilizado porque o governo federal, preocupado com o impacto do aumento sobre os índices de inflação, pelos quais vem sendo duramente criticado por economistas, escolheu zerar a alíquota de PIS e Cofins que é paga pelas empresas de ônibus, metrô e transporte de passageiros por barcos.

Ainda assim, quatro dias depois, dia 6, uma quinta-feira, ocorria a primeira manifestação pública contra o reajuste. A segunda foi marcada para o dia seguinte, sexta-feira (7). Novas marchas aglutinaram milhares de paulistanos na terça-feira (11) e na quinta-feira (13). Conforme a mobilização cresceu em força e número de manifestantes, incrementou-se a repressão policial. O número de PMs enviados para dispersar o protesto mais que dobrou entre terça e quinta-feira: foi de 400 para 900 homens – nos quais estava incluído um destacamento da cavalaria.

O endurecimento havia sido anunciado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) no dia anterior. Como resultado, 232 pessoas foram detidas, segundo a Secretaria de Segurança Pública, e, de acordo com o MPL, mais de 150 acabaram feridas com maior ou menor gravidade. Demonstrando descaso com o bem-estar da população, a Tropa de Choque utilizou bombas de gás lacrimogêneo vencidas há mais de dois anos – o que poder trazer riscos à saúde, segundo o próprio fabricante.

Até os trabalhadores da imprensa sofreram o peso dos cassetetes. Uma repórter da RBA foi agredida no rosto e na nuca pelos porretes da PM enquanto cobria a repressão na Avenida Paulista. Uma jornalista da Folha de S. Paulo e um fotógrafo da Agência Futura Press foram atingidos no olho por tiros de bala de borracha. Assim como dezenas de manifestantes, um repórter da revista Carta Capital foi levado à delegacia para averiguações antes mesmo da marcha apenas por trazer uma garrafinha de vinagre na bolsa – líquido que, além de temperar saladas, serve para amenizar os efeitos do gás lacrimogêneo.

A operação policial da última quinta-feira (13) – desatada logo no início do protesto e sem que houvesse qualquer arroubo de vandalismo por parte dos manifestantes – sensibilizou a sociedade paulistana. Alguns meios de comunicação que até então criticavam as mobilizações e pediam mais rigor policial contra os arruaceiros passaram a dar mais destaque à atuação descabida da PM. Alguns políticos também amainaram seus discursos. Um deles foi o prefeito de São Paulo. No início dos protestos, Haddad tentou repetidas vezes deslegitimar a mobilização, que classificava como minoritária e violenta. Agora, o prefeito passou a criticar a ação policial e abriu canais de diálogo com representantes do Movimento Passe Livre.

http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/sao-paulo-reune-multidao-contra-violencia-policial-7947.html

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PM usa gás lacrimogêneo e spray de pimenta para conter invasão a Congresso O prédio foi cercado pela tropa de choque e a cavalaria da PM. A polícia apreendeu manifestantes que tentaram entrar na Casa do Legislativo

Clara Campoli
Gabriella Furquim
Publicação: 17/06/2013 16:42 Atualização: 17/06/2013 19:16

Manifestantes chegam ao Congresso e um grupo invade o espelho d'água (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Manifestantes chegam ao Congresso e um grupo invade o espelho d'água

Aproximadamente 5 mil pessoas se reúnem nesta segunda-feira (17/6) em Brasília para a chamada "Marcha do Vinagre" - o nome faz referência à substância usada pelos jovens para neutralizar os efeitos do gás lacrimogêneo. Os manifestantes já chegaram ao Congresso e um grupo invadiu o espelho d'água. Três integrantes do movimento conseguiram furar o bloqueio armado e subir a rampa do Congresso Nacional. Os PMs usaram spray de pimenta para impedir a progressão do trio. Eles foram retirados à força, carregados. O protesto, que começou pacífico, começa a ganhar contornos de guerra. Há cerca de 30 minutos, soldados da tropa de choque lançaram bombas de gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes. Um adolescente foi apreendido. Ainda não se sabe por quais motivos.
O Congresso foi cercado pela tropa de choque e a cavalaria da PM. Outros manifestantes gritam que vão invadir o Congresso. Welinton Fontinele, um dos líderes da manifestação, informou que os grupos que tentam invadir o prédio estão sendo procurados. Segundo Fontinele, os líderes do protesto querem convencer os jovens mais exaltados a desistir dessa ideia para que não se sujem a imagem da "Marcha do Viniagre", que pretende ser pacífica.

Punks e partidos
Apesar das orientações da PM para não ultrapassar as duas das seis faixas do Eixo Monumental permitidas para o protesto e a não atrapalhar o trânsito, mais cedo, um grupo de punks invadiu todas as faixas do Eixo Monumental. Eles rodearam uma viatura da PM. Os líderes da "Marcha do Vinagre" tentaram conter o grupo e pediram que eles liberem as pistas ocupadas, mas os punks acabaram fechando as pistas e, agora há pouco, os integrantes da manifestação invadiram todas todas as faixas do Eixo Monumental.

Antes dos manifestantes chegarem ao Congresso, policiais fizeram um cordão de isolamento e empurraram os manifestantes para que eles voltassem às duas faixas. A Polícia Militar soltou bombas de gás lacrimogêneo para conter uma confusão entre os manifestantes e o grupo do Patido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU). Integrantes do PSTU foram retirados do protesto.

Influenciados por um onda de manifestações que começou na semana passada em São Paulo, os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil. Declaram também apoio à Marcha da Corrupção. Cerca de 16 mil pessoas confirmaram presença no evento criado no Facebook.

Neste momento, manifestantes jogam garrafas d’água e tênis nos policiais.

Leia mais notícias em Cidades

Cerca de 400 policiais estão no local. O tenente-coronel Gouveia do 5º Batalhão da Policia Militar (Área Central) chegou a conversar com os manifestantes, na concentração diante do Museu da República, pedindo que os jovens não tentassem invadir os prédios públicos e agredir os policiais.

Os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Os participantes são contrários à violência da polícia nas manifestações ocorridas em todo o Brasil

A Polícia Militar identificou seis pessoas riscando carros que estavam próximos ao museu. "Nós optamos por esperar a manifestação começar. Acreditamos que esses índividuos podem não estar relacionados ao grupo de manifestantes e consideramos que prender pessoas em meio à concentração poderia acirrar os ânimos. Nossa vontade é que tudo ocorra com a maior tranquilidade possível", disse Gouveia.

Manifestantes se concentraram próximo ao Museu da República (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Manifestantes se concentraram próximo ao Museu da República

Reivinidicações

Os manifestantes também pedem investimento no transporte público, na saúde e na educação, a não aprovação da PEC/37 e da PL 728/2011, investigação das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal e do Ministério Público e a luta contra a remoção das famílias das áreas de interesse econômico em nome da Copa das Confederações e do Mundo.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2013/06/17/interna_cidadesdf,371823/pm-usa-gas-lacrimogeneo-e-spray-de-pimenta-para-conter-invasao-a-congresso.shtml

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SP: manifestantes expulsam equipe da Globo e hostilizam partidos

O jornalista Caco Barcellos e seus repórteres não conseguiram ficar no protesto, que fecha a avenida Faria Lima



O jornalista Caco Barcellos e sua equipe, da Rede Globo, foram expulsos do protesto em São Paulo Foto: Mauricio Camargo / Brazil Photo Press
O jornalista Caco Barcellos e sua equipe, da Rede Globo, foram expulsos do protesto em São Paulo
Foto: Mauricio Camargo / Brazil Photo Press
 

Os manifestantes que protestam contra o aumento da tarifa do transporte público no largo da Batata, em São Paulo, expulsaram uma equipe da Rede Globo do ato que acontece desde as 17h. O jornalista Caco Barcellos e seus repórteres não conseguiram ficar no protesto, que fecha a avenida Faria Lima. Os manifestantes expulsaram os profissionais com gritos de “Fora Globo” e “Central Globo de Mentiras”.



Evolução da tarifa de transporte em São Paulo<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-metro-onibus-sp/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-metro-onibus-sp/iframe.htm">veja o infográfico</a>


Militantes identificados com bandeiras de partidos também foram hostilizados por manifestantes. Houve um princípio de briga entre eles. A multidão gritava para filiados de legendas como PSTU, PCO e PCB: “Nenhum partido nos representa”. Os manifestantes também bradavam palavras de ordem, destacando que o protesto “não é comício”. “Sem bandeira”, gritavam.


Meia hora após a confusão, jovens que portavam bandeiras de partidos deixaram o protesto. O clima entre os manifestantes é tenso.


O deputado Carlos Gianazzi (Psol), que acompanha o ato, afirmou que "é compreensível e natural essa desilusão com partidos". "Mas é importante divulgar as ideias", disse.





Cerca de 4 mil manifestantes se concentravam no largo do Batata por volta das 17h20. A previsão é de que grupo inicie marcha a partir das 18h. Grande parte do comércio na região do Largo da Batata já fechou as portas com receio de tumultos. Nos poucos estabelecimentos que seguem em funcionamento, lojistas se dizem ’atentos’ à movimentação de manifestantes.


SP: grupo protesta contra aumento no transporte; VEJAM MAIS EM:

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