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1 de mai de 2013

  • ISLAMISMO E CRISTIANISMO - CONTRADIÇÕES BÍBLICAS?!

    Artigo escrito pelo Pr. Elias Ribas


    ISLAMISMO



    I. INTRODUÇÃO

    O Islamismo é a religião dos povos árabes, os quais descendem de Ismael, o filho de Abraão por Agar (Gn 16.15,16). De Ismael descenderam doze príncipes dos povos ismaelitas que ocuparam o Oriente Médio, Ásia, África e parte da Europa (Gn 17.20,21; 25.16).

    Sobre esta este trecho eu fiz esta indagação ao pastor: 

    Pastor, eu quero que o senhor me dê os fundamentos históricos (se possível) sobre sua afirmação de que o povo árabe descende de Ismael - como tens afirmado em seu artigo: O Islamismo é a religião dos povos árabes, os quais descendem de Ismael, o filho de Abraão por Agar (Gn 16.15,16). 

    As respostas do Pastor seguirão ao fim do artigo.

    Hoje o Islamismo propaga-se rapidamente pelo mundo devido a grande imigração dos povos árabes, inclusive para o Brasil; e, também, pelo zelo missionário de seus sectários em fazer prosélitos. Mesquitas já surgem no Brasil, como é o caso de São Paulo, São José dos Campos, Campo Grande, Brasília etc.

    O maior bloco de povos não evangelizado é o islâmico, com mais de 900 milhões de habitantes e cerda de 4.000 etnias, nos cinco continentes.  Oremos intensamente e evangelizemos os povos islâmicos.

    II. HISTÓRICO

    1. O fundador do Islamismo.
    O Islamismo foi fundado por Maomé em 622 d.C. na Arábia.  O termo islã significa submissão. Os seguidores são também chamados muçulmanos, que significa “aquele que se submete”.  São ainda chamados maometanos, isto é, seguidores de Maomé.

    Em meio a uma conspiração de correligionários, Maomé escapou fugindo para Medina, na Arábia, em 622 d.C. E a hégira (fuga), é o marco inicial da religião muçulmana. A partir daí, Maomé expandiu o domínio árabe pelas guerras de conquistas, implantando ao mesmo tempo a religião islã.  A isso os árabes chamam de guerra santa. Chegaram a dominar o sul da Europa, inclusive a Península Ibérica. (Este autor visitou demoradamente o célebre castelo de Alhambra, no interior da Espanha, da época do domínio árabe ali, com suas fortificações e edifícios, e ficou muito impressionado com o que viu).

    2. O progenitor do povo árabe.
    Os árabes são semitas, parentes próximos dos judeus, pois Ismael (do qual descendem), e Isaque, eram ambos filhos de Abraão. Agar, a mãe de Ismael era egípcia, e, ele por sua vez casou com uma egípcia (Gn 21.9,21). Quando Abraão chegou a Canaã, vindo de Ur dos Caldeus, uma severa fome assolou aquela terra, e ele “desceu” ao Egito, o que não devia ter feito, pois sua chamada era para Canaã, não para o Egito.  No Egito ele teve sérios contratempos, inclusive trouxe de lá uma escrava egípcia, de quem teve Ismael, a conselho de Sara, por ser esta estéril (Gn 12.5-20; 16.1-16). Tudo isto estava fora da linhagem messiânica traçada por Deus através de Abraão (Gn 18.10-15; Gl 4.22-31).

    III.   A VIDA RELIGIOSA DE MAOMÉ

    3. Os primórdios do Islamismo.
    Maomé, chamado pelos árabes o profeta do Islamismo, nasceu em 570 d.C. em Meca, Arábia.  Ficou órfão de pai antes de nascer, e, de mãe aos 6 anos. Foi criado, primeiro por seu avô, e depois por um tio. Pertencia a linha ashemita. Aos 25 anos casou-se com uma viúva de nome Khadijah. Muito cedo ele revelou-se um homem religioso. Buscava reclusão em cavernas para meditação e jejum. Era chegado a sonhos. A crença que ele tinha de Deus, não se sabe até hoje se provinha do cristianismo ou do judaísmo, ou de ambos.

    Maomé cria num só Deus – em árabe: Allah. Ele rejeitou o politeísmo idólatra então reinante entre os povos à sua volta. Aos 40 anos, Maomé era um homem voltado para a religião e teve a primeira “visão”, também chamada “revelação”. São estas “revelações” que constituem o Corão (também chamado Alcorão), de que ainda falaremos. Estas “revelações” Maomé as teve até sua morte em 632 d.C. São escritas em forma de versos. Segundo Sir Norman Anderson, um renomado mestre em Islamismo, Maomé dá a entender que duvidava da fonte destas revelações.

    4. A oposição.
    A nova religião foi rejeitada a partir da terra natal de Maomé: Meca. Ele e seus seguidores retiram-se para Medina em 16-7-622 d.C. Essa retirada é a hégira, que significa fuga. É o momento decisivo do Islamismo. O calendário muçulmano tem início ai. Depois o profeta volta a Meca e a conquista pelas armas. Seu plano era um só: unificar os árabes sob um governo teocrático, dizendo ele que esta era a vontade de Deus. O Islamismo propagou-se pela espada, algo que nunca caracterizou o reino de Deus.

    5. A morte de Maomé e o futuro do Islamismo.
    Ao morrer em 632, Maomé não deixou diretrizes sobre a sua sucessão. Sucedeu-lhe o califa Abu Bakr que morreu dois anos depois.  Em seguida veio o califa Omar e dois outros: Uthman, e, Alli. Enquanto isso, surgiu dissensões sobre a sucessão dos califas. Uns a queriam por eleição, e outros por sucessão hereditária. Sob o califado de Omar, as fronteiras do mundo islâmico expandiram-se. Era uma espécie de teocracia em que não havia distinção entre religião e Estado. Ao chegar ao 4º califa – Alli, acentuou-se a disputa pelo poder e definiram-se as facções religiosas. A principal facção foi a que resultou do 4º califa, Alli, genro de Maomé, casado com sua filha única – Fátima. Daí provem o maior grupo islâmico – os sunitas.

    Enquanto prosseguiam as disputas em torno da sucessão governamental surgiram ao mesmo tempo conflitos a respeito de legislação e teologia. Uma Segunda facção rival que vem desse tempo são os xiitas, que hoje predominam no Irã; sendo seus líderes chamados aiatolás. Uma terceira facção surge: sufistas, que são os místicos religiosos do islamismo. Estes alegam andar bem perto de Deus mediante seu fervor e zelo religioso e suas orações.

    IV.  A FAMÍLIA ISLAMITA

    Todo muçulmano deve casar, mesmo os sufistas praticantes do ceticismo religioso. Maomé determinou que o homem case e propague a raça árabe, para desta maneira disseminar o Islamismo. O homem pode ter até quatro mulheres como esposas legais, contanto que possa sustentá-las juntamente com seus filhos; assim muitos homens casados têm concubinas para terem mais filhos. Portanto o Islamismo não é uma religião bíblica, nem cristã, nem evangélica. Eles consideram o casamento importante, mas não santificam a união conjugal, uma vez que podem ter várias mulheres.

    Sobre esta afirmação em negrito, do Pr. Elias, resta-me fazer uma observação: 

    O Islamismo não é uma religião bíblica - certo -, nem cristã, ok; também não é uma religião evangélica. 
    Então os evangélicos formam uma religião também? Assim como outras religiões que usam a Bíblia para fundamentar sua crença? Como os Testemunhas de Jeová por exemplo; etc.?
    E, quanto aos Adventistas do sétimo dia pastor Elias Ribas, poderíamos dizer que eles são evangélicos também?


    V. A RELIGIÃO ISLÃ

    O dia santo do Islamismo é a Sexta-feira. Há também um mês santificado: Ramadã, o nono do calendário muçulmano. É o mês do jejum.

    Como religião, o Islamismo árabe vem crescendo rapidamente. Várias coisas vêm contribuindo para isso, como passaremos a explicar:

    1. O intercâmbio com as nações do Ocidente.
    As nações árabes, antes isoladas por séculos, vêm mais e mais aproximando-se das nações do Novo Mundo. As razões principais são comércio, indústria, empreendimentos, educação, esporte, diplomacia - com seu aumento de representações e de quadro de pessoal.

    2. Imigração.
    Aumentam mais e mais os núcleos árabes em terras do Novo Mundo, trazendo sua cultura, sua língua e sua religião.

    3.      Literatura.
    As publicações árabes traduzidas estão aumentando por toda a parte, contribuindo decisivamente para o aumento de intercâmbio.

    4. Turismo.
    As viagens, no passado demoradas e difíceis sob vários aspectos em relação ao mundo árabe, são hoje facilitadas, em muito contribuindo para aproximação dos árabes entre si e dos demais povos.

    5. Outros pormenores religiosos.
    O Islamismo é a religião oficial dos países árabes, daí, além do papel religioso do Islamismo, está essa religião também fortemente ligada à cultura árabe e a política. O Islamismo com facilidade difunde-se, porque não tem iniciação secreta; seu credo e doutrinas são fáceis de se entender; qualquer pessoa interessada pode ingressar na um mah (a congregação local); não existe discriminação racial, nem de cor.  Ela tem um forte chamamento à união universal dos povos.

    O Corão (livro) é o manual de doutrina do Islamismo. Tem 144 capítulos (que eles chama surahs).  Parte do Corão foi escrita por Maomé, e o restante foi escrito por seus discípulos após sua morte; porém, como resultado de seus ensinos, através dos tempos os dirigentes religiosos foram acrescentando matéria ao Corão, que eles chamam Hadith (significando tradição). O Hadith é para o Corão o que o Talmude é para a Lei, no Judaísmo. Eles declaram que o Corão foi revelado por Deus, sendo para eles de autoridade divina como a Bíblia é para os cristãos. Todo assunto de fé e prática de vida entre os muçulmanos depende do Corão.

    Outros livros sagrados (porém secundários) são o Torah (a lei de Moisés), o Zabur (os salmos de Davi), o Ingil (o evangelho de Jesus). Ninguém pense que o texto desses outros livros sagrados é idêntico aos das nossas Bíblias; eles têm sido alterados de tal modo que um leitor comum da religião cristã não os reconhecerá. Por outro lado, se um árabe religioso pegar a nossa Bíblia, ao examinar as seções acima enumeradas, dirá que é falsificada - visto que o texto quase nada tem a ver com os textos dos livros deles.

    6. Maomé.
    Segundo o Islamismo, Maomé recebeu revelações únicas de Deus. Ele foi o último e também o perfeito profeta de Deus à humanidade.

    7. As cinco doutrinas fundamentais do Islamismo:
    Deus. Existe apenas um verdadeiro Deus que é Allah, e Maomé é o seu profeta. Allah é o único e supremo. Ele é o criador e único árbitro para salvar o crente da destruição do mundo e colocá-lo no paraíso.

    Os anjos. O assunto dos anjos é fundamental na doutrina islâmica.  É artigo de fé que o anjo Gabriel apareceu a Maomé e que foi o instrumento vital na entrega a Maomé das revelações contidas no Corão. Eles creem na realidade de satanás, bem como em seres espirituais bons e maus que se situam entre os anjos e os homens.

    Livros Sagrados. Há quatro livros sagrados, tidos como divinamente inspirados no Islamismo: O Corão, A Torá, Os Salmos, Os Profetas, e O Evangelho. Os muçulmanos creem que os três últimos estão adulterados pelos judeus e cristãos, e, que o texto que eles têm é o correto (o que é exatamente o contrário, como nos comprova a bibliologia). Também afirmam que sendo o Corão a mais recente e final mensagem de Deus à humanidade ele é superior aos demais livros inspirados do islã.

    Os Profetas. O Islamismo crê em numerosos profetas.  Os maiores são Adão, Noé, Abraão, Jesus e Maomé, que é tido como o último e o maior dos profetas.

    O Último Dia. Esta é a última das cinco doutrinas fundamentais do Islamismo. O muçulmano crê que no último dia haverá uma ressurreição e julgamento para todos. Quem seguiu e obedeceu a Allah como Deus, e a Maomé como seu profeta irá para o céu, chamado no Islamismo de paraíso, um lugar de delícias. Todos que se opuseram a Allah e a Maomé estarão perdidos e irão para o inferno, onde sofrerão tormento eterno.

    Relacionada a esta 5º doutrina básica, está a da predestinação fatalista islâmica, chamada decreto do destino, a qual afirma que todo bem ou mal procede de um decreto divino inevitável.

    8.      As cinco colunas da fé, segundo o islamismo.

    Trata-se de cinco práticas também fundamentais que todo praticante do Islamismo deve cumprir.  São: O credo, As Orações, As Esmolas, O Jejum, e A Peregrinação a Meca.

    Pr. Elias Ribas

    ____________________________________________________________________________

    Agora vamos às respostas do pastor Elias às minhas indagações e, a outra indagação que surgiu-me com suas afirmações - (espero que ele me responda):

    1. Pastor, eu quero que o senhor me dê os fundamentos históricos (se possível) sobre sua afirmação de que o povo árabe descende de Ismael - como tens afirmado em seu artigo: O Islamismo é a religião dos povos árabes, os quais descendem de Ismael, o filho de Abraão por Agar (Gn 16.15,16). 

    Respostas do pastor:

    A LITERATURA DO ISLAMISMO

    O Alcorão – “Al Quran” ou “Corão”. Essa palavra significa “recitações”. Contém as revelações místicas de Maomé. Segundo o profeta, o Alcorão é inspirado por Deus.
    Num total de 114 surates (capítulos) e 6.226 versículos; o Alcorão é um conjunto de dogmas e preceitos morais e, segundo os muçulmanos, a única fonte do direito, da moral, da administração, etc.
    É na realidade, uma mistura de zoroastrismo, judaísmo, budismo, confucionismo e ainda citações de livros  cristãos apócrifos e porções do Novo Testamento interpretados pela fértil mente de Maomé.
    Suna – Uma coleção de tradições (provérbios morais e anedotas) que identificam a tradição árabe com o islamismo.
    Outras revelações islâmicas incluem a Torat (de Moisés), os Suhuf (livros dos profetas, o Zabur (salmos de Davi) e o Injil (evangelho de Jesus). O Alcorão ultrapassa em importância a todas as outras revelações.

    Gn16.15-16 Agar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão, a seu filho que lhe dera Agar, chamou-lhe Ismael.
    16  Era Abrão de oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu à luz Ismael.

    Gênesis 17:20  Quanto a Ismael, eu te ouvi: abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; gerará doze príncipes, e dele farei uma grande nação.

    Ismael, Ishmael ou Yishma'el (em hebraico: יִשְׁמָעֵאל; no hebraico moderno, Yishma'el, e no tiberiano, Yišmāʻēl; grego: Ισμαήλ, Ismaēl; latim: Ismael; árabe: إسماعيل‎, ʼIsmāʻīl) é um personagem primeiramente mencionado no livro de Gênesis e depois referenciado no Alcorão. De acordo com Gênesis, Ismael foi o primeiro filho de Abraão, que o teve através de sua segunda esposa, Agar. Apesar de nascer de Agar, de acordo com a lei mesopotâmica, Ismael era creditado como filho de Sara tornando-se um herdeiro legal através do casamento. (Gênesis 16:2-3) Ismael cresceu como um cidadão da classe de escravos no estabelecimento de Abraão e tornou-se um homem livre aos 14 anos de idade. Ismael e sua mãe moraram no deserto de Parã. Anos depois tornou-se um arqueiro e casou-se com uma mulher egípcia, com a qual ele teve pelo menos 13 filhos. Ismael viveu até os 137 anos de idade. 

    É importante entender que nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Enquanto a maioria dos árabes é muçulmana, há muitos árabes não-muçulmanos. Além disso, há significantemente mais muçulmanos não-árabes (em áreas como a Indonésia e a Malásia) do que muçulmanos árabes.

    Leia mais: 

    Se há uma explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).
    A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã. O Alcorão também introduz um conflito sobre qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.
    No entanto, a antiga raiz de hostilidade entre Isaque e Ismael não explica toda a hostilidade entre os judeus e os árabes de hoje. Na verdade, por milhares de anos durante a história do Oriente Médio, os judeus e os árabes viveram em relativa paz e indiferença entre si. A causa primária da hostilidade tem uma origem moderna. Após a Segunda Guerra Mundial, quando as Nações Unidas deram uma porção da terra de Israel para o povo judeu, a terra na época era habitada principalmente por árabes (os palestinos). A maioria dos árabes protestou veementemente contra o fato da nação de Israel ocupar aquela terra. As nações árabes se uniram e atacaram Israel em uma tentativa de exterminá-los da terra – mas eles foram derrotados por Israel. Desde então, tem havido grande hostilidade entre Israel e seus vizinhos árabes. Se você olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e está cercado por nações árabes muito maiores, como a Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Iraque e o Egito. O nosso ponto de vista é que, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nação em sua própria terra – Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão. Ao mesmo tempo, nós acreditamos que Israel deveria buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos árabes. Salmos 122:6 declara: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.”

    Leia mais:


    Bom, agora vamos à indagações mais profunda; pois eu vejo algumas possíveis contradições bíblicas:

    O pastor Elias Ribas afirma, segundo as escrituras que:

    Se há uma explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).
    A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda.

    Gn16.15-16 Agar deu à luz um filho a Abrão; e Abrão, a seu filho que lhe dera Agar, chamou-lhe Ismael.
    16  Era Abrão de oitenta e seis anos, quando Agar lhe deu à luz Ismael.

    Gênesis 17:20  Quanto a Ismael, eu te ouvi: abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; gerará doze príncipes, e dele farei uma grande nação. 

    AS ESCRITURAS SAGRADAS - COMO CITA O PASTOR -, MENCIONA QUE ISMAEL NASCEU DE UMA ESCRAVA EGÍPCIA. Ora, se Ismael nasceu de uma escrava egípcia, logo, se o povo árabe descendesse de Ismael, não descenderia só do povo semita judeu, mas, também, dos egípcios por causa de Agar. 

    Mas esta não é a questão mais importante; a questão mais importante é esta: 

    Porque o Deus de Israel levantaria um povo contra seu povo descendente do seu próprio povo escolhido - descendente de seu servo escolhido Abraão? 
    Segundo a profecia do anjo (Gênesis 16:11-12) , Ismael e Agar viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos. Então é por isso que hoje os Islâmicos (que, segundo o pastor é o povo árabe descendente de Ismael) vivem em hostilidade contra os judeus - e até mesmo contras outros povos; como aconteceu na Europa e como acontece ainda hoje na perseguição contra os cristãos? 
    Então o próprio Deus levantou o povo Islâmico? 
    Não seria isso uma incoerência? 

    O pastor mesmo afirma, segundo fontes históricas, que Maomé era um tanto confuso em suas crenças - veja-se:

    O Alcorão – “Al Quran” ou “Corão”. Essa palavra significa “recitações”. Contém as revelações místicas de Maomé. Segundo o profeta, o Alcorão é inspirado por Deus.
    Num total de 114 surates (capítulos) e 6.226 versículos; o Alcorão é um conjunto de dogmas e preceitos morais e, segundo os muçulmanos, a única fonte do direito, da moral, da administração, etc.
    É na realidade, uma mistura de zoroastrismo, judaísmo, budismo, confucionismo, e ainda citações de livros  cristãos apócrifos e porções do Novo Testamento interpretados pela fértil mente de Maomé.

    Ora, se Maomé se fundamentou no zoroastrismo, no judaísmo, no confucionismo e ainda em citações de livros  cristãos apócrifos e porções do Novo Testamento interpretados pela sua fértil mente; como manter a afirmação de que o povo árabe muçulmano descende de Ismael juntamente com a religião Islâmica que os faz se voltarem contra os judeus e serem hostis a estes, sendo que Ismael era um filho de Abraão - certamente circuncidado -, que mantinha a mesma fé de Abrão em seu Deus juntamente com sua mãe (tanto é que o anjo lhe apareceu no deserto para profetizar que Isamael iria ser uma grande nação: 
    Gênesis 17:20  Quanto a Ismael, eu te ouvi: abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; gerará doze príncipes, e dele farei uma grande nação. )

    Então o próprio Deus de Israel quem levantou o povo Islâmico contra os judeus? 
    Mas por que pastor Elias, explique-me isso.
    Explique-me também isso: 
    Se Deus levantou o povo islâmico - os árabes que professa a fé em Maomé -, para se voltarem contra Israel e contra o povo judeu; Porque que o Deus deles não é o mesmo Deus dos judeus, e, por conseguinte, dos cristãos - se de fato eles descendem de Ismael, o qual foi escolhido por Deus - segundo as Escrituras, para ser uma grande Nação? (Gêneses 17:20) - Não há uma grande contradição nisso tudo e, possivelmente, até nestas Escrituras de Gêneses - o qual contêm também trechos até do Livro de Enoque???

    Explique-me pastor, por favor, se possível!


    VEJA A PARTE DE GÊNESES EM QUE HÁ TRECHOS DO LIVRO APÓCRIFO DE ENOQUE: 


    Bíblia faz menção aos Nefilins como "anjos caídos", "espíritos impuros" ou "demônios", e no tal apócrifo Livro de Enoque como "vigilantes", sendo em ambos os tais anjos que copularam com as filhas dos homens e engendraram esta raça híbrida dos gigantes.
    Na Bíblia esta palavra refere-se aos filhos de [Elohim] אלהים, os valentes e heróis da antigüidade como relata o Livro do Gênesis 6:4.
    Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de [Elohim] אלהים adentraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefilim




    Nephilim, os GIGANTES da antiguidade!



    Enoch x Genesis-Deuteronomio Gigantes


  • 1 comentários:

    1. Sara nunca havia dado a Abraão um filho. Ela era estéril mas Deus havia prometido que ela iria ter um filho com ele. Mas o problema é que "Deus estava demorando muito... e ela já era idosa... e talvez Ele tivesse esquecido da sua promessa... era melhor ela dar uma mãozinha a Ele..." Foi a partir daí que começaram, na vida de Sara e Abraão, problemas tanto físicos como espirituais, pois em vez dela confiar na promessa feita a eles pelo Senhor, ela preferiu agir por conta própria. Mas vamos ver o que ela disse em Gênesis 16:2:
      "... Eis que o Senhor me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai."

      Por causa desta decisão de Sara, ela abriu as portas para a inimizade que existe, até hoje, entre judeus e árabes.
      Agar, na posição de serva, teve que aceitar a decisão da sua patroa. Para ela não foi fácil mas era assim que tinha que ser feito.
      Ela dormiu com Abraão e engravidou. Já grávida, ela desprezou Sara. Mas sua senhora a afligiu tanto, tornou sua vida tão difícil que ela decidiu fugir para o deserto. Lá, encontrando-se ela junto a uma fonte de água, apareceu um anjo que lhe disse:
      "8... Agar, serva de Sarai, donde vens, e para onde vais? E ela disse: Venho fugida da face de Sarai minha senhora.
      9 Então lhe disse o anjo do Senhor: Torna-te para tua senhora, e humilha-te debaixo de suas mãos." (Gênesis 16:8-9)

      Além do anjo dizer que ela deveria voltar e se humilhar, disse-lhe mais:
      "10 ... Multiplicarei sobremaneira a tua descendência, que não será contada, por numerosa que será.
      11 Disse-lhe também o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto ouviu a tua aflição.
      12 E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos." (Gênesis 16:10-12)
      Esta foi a promessa que o Senhor lhe fez. E ela voltou para a sua senhora assim como o anjo lhe ordenara.

      Irmã, nós também passamos por momentos de desespero em nossas vidas mas o Deus que cuidou de Agar é o mesmo Deus que cuida de nós, pois sabemos que:

      1. Ele está sempre conosco.
      Ele está sempre nos animando, nos guiando e colocando em nosso coração a certeza da Sua presença.
      Mateus 28:20 nos diz:
      "... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos."
      [http://solascriptura-tt.org/DoCoracaoDeValdenira/AgarEscravaEgipcia-Valdenira.htm].

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    Art. 5°, CF

    VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

    IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

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