"O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele"

25 de abr de 2017

  • Em busca de provas, PF pede que depoimento de Lula seja adiado

    Oficialmente, corporação alega necessidade de aperfeiçoar esquema de segurança, já que a expectativa é que Curitiba receba milhares de apoiadores do petista


    Polícia Federal e a Secretaria de Segurança do Paraná pediram nesta segunda-feira à Justiça Federal que o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja adiado. O tão esperado embate entre o petista e o juiz Sergio Moroestá marcado para o dia 3 de maio, mas deverá ser reprogramado para outra data. Antes de formalizar a solicitação, um delegado do da PF entrou em contato com o magistrado para expor os motivos do adiamento.
    Extraoficialmente, ele argumentou que, com o depoimento do empresário Léo Pinheiro, da OAS, dado na sexta-feira passada, os investigadores precisariam de mais tempo para reunir provas consistentes que sustentem os crimes imputados pelo executivo ao petista. Entre as acusações constam que o tríplex do Guarujáé, de fato, de Lula e que a reforma do imóvel foi bancada com dinheiro desviado da Petrobras; que a OAS mantinha uma conta-propina de 15 milhões de reais à disposição do petista e que a empreiteira pagou mais de 1 milhão de dólares ao ex-presidente por palestras no exterior.
    Na avaliação da PF, as provas encontradas até agora, principalmente em relação ao tríplex, como comprovante de pedágios dando conta que dois carros em nome do Instituto Lula passaram pelo sistema automático de cobrança das barreiras a caminho do Guarujá entre 2011 e 2013, são fracas e serão facilmente derrubados pela defesa agressiva de Lula.
    No ofício enviado a Moro, assinado pelo superintendente da Polícia Federal do Paraná, Rosalvo Ferreira Franco, argumenta-se que a instituição precisa de mais tempo para “as tratativas com os órgãos de segurança e de inteligência” e para lidar com a multidão que vai desembarcar em Curitiba para dar apoio a Lula.
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    Em outro documento, encaminhado a Moro pelo secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira, o secretário cita as comemorações do Dia do Trabalhador, marcadas com atos públicos para 1º de maio, e as notícias recorrentes dando conta da ação de movimentos populares de apoio ao petista. A expectativa é que caravanas com cerca de 80 000 pessoas desembarquem em Curitiba no dia em que Lula e Moro ficarão frente a frente.
    O juiz federal ainda não assinou nenhum despacho confirmando o adiamento. Apesar de os argumentos da PF de que não houve tempo suficiente para fazer o planejamento, há quem sustente dentro da Justiça Federal que a data do depoimento do Lula está marcada desde o dia 3 de março, tempo suficiente para organizar a plano de segurança. Segundo uma fonte do Exército, já estava planejado até o deslocamento de tropas para a capital curitibana para dar suporte ao depoimento de Lula. O Detran do Paraná e a Polícia Militar também já tinham desenhado estratégias para desvio do trânsito nas redondezas do prédio da Justiça Federal.

    ‘Tranquilo’

    Lula disse que está “tranquilo” em relação ao seu depoimento a Moro. “Eu não marquei dia 3. Na hora em que for marcado meu depoimento, estarei em Curitiba ou onde quer que seja”, disse. Ele afirmou que vai usar o depoimento para defender sua inocência das acusações. “Faz três anos que estou ouvindo”, disse sobre as denúncias contra ele.
  • 14 de abr de 2017

  • Pionyang "está más cerca que nunca" de usar armas nucleares contra EE.UU.

    El director de la CIA asegura que a diferencia de anteriores gobiernos estadounidenses, la actual administración no dudará en atacar a Corea del Norte.

    Pionyang "está más cerca que nunca" de usar armas nucleares contra EE.UU.

    Corea del Norte está más cerca que nunca de obtener misiles balísticos intercontinentales capaces de llevar ojivas nucleares hasta EE.UU., ha asegurado el director de la CIA, Mike Pompeo, en un evento organizado por el Centro de Estudios Estratégicos e Internacionales en Washington.
    "Muchas administraciones (de EE.UU.) han tratado de hacer frente a la amenaza de un misil balístico intercontinental capaz de poner una ojiva nuclear en Estados Unidos. Corea del Norte ahora está más cerca que nunca en su historia de lograrlo", dijo Pompeo, agregando que esto "hace más probable" que en el futuro Pionyang tome la decisión de atacar a la nación norteamericana.
    Según el director de la CIA, lo que hace más complejo el "problema norcoreano" son sus fuerzas convencionales. "Hablamos de unas fuerzas militares convencionales bastantes significativas, que pueden provocar un enorme daño a una de las principales ciudades del mundo (Seúl), que no está muy distante de donde tienen sus sistemas de armas", explicó.

    "Tenemos la obligación de impedir esto"

    En palabras de Pompeo, esta es la razón por la que los anteriores gobiernos estadounidenses decidieron no atacar a Corea del Norte, pero debido a que Pionyang está cerca de poseer misiles balísticos intercontinentales capaces de portar ojivas nucleares el presidente de EE.UU., Donald Trump, "ha dejado claro que tenemos la obligación de impedir que esto ocurra".
    Washington ha asegurado que estudia todas las variantes contra la nación asiática si esta continúa con sus ensayos de armas nucleares. Por esta razón, la semana pasada el Pentágono ordenó movilizar el portaaviones USS Carl Vinson y su grupo de ataque hacia las aguas que rodean la península coreana. A esta flotilla también se ha unido al menos un submarino nuclear, "mucho más potente que el portaaviones", según Trump.
    Las agencias de inteligencia estadounidenses creen que este sábado 15 de abril Corea del Norte llevará a cabo su sexta prueba nuclear y/o lanzamientos de misiles balísticos para conmemorar el 105º aniversario del nacimiento de su antiguo líder, Kim Il-song. Precisamente, ese día llegará a su destino el grupo de ataque naval norteamericano, reporta la agencia surcoreana Yonhap.

  • 13 de abr de 2017

  • Executivo da Odebrecht revela R$ 12 milhões em propina para Blairo

    João Pacífico afirmou aos investigadores da Lava Jato que dinheiro para campanha do atual ministro da Agricultura, em 2006 ao governo de Mato Grosso, saiu de repasses da União

    Blairo Maggi. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
    Blairo Maggi. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
    Um dos delatores da Construtora Norberto Odebrecht relatou à força tarefa da Lava Jato que o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), recebeu uma contribuição de R$ 12 milhões para sua campanha ao governo de Mato Grosso em 2006, relativo à propina por pagamento de repasses da União ao governo estadual. O diretor da construtora João Antonio Pacífico Ferreira disse que o esquema também beneficiou políticos de Mato Grosso do Sul – o então governador, Zeca do PT, que teria recebido R$ 400 mil, o ex-senador petista e candidato derrotado ao governo, Delcídio Amaral, R$ 2 milhões, e o candidato vitorioso, André Puccinelli (PMDB), R$ 2,3 milhões.
    Na versão do delator, o dinheiro para a campanha de Blairo Maggi foi entregue ao então secretário estadual da Casa Civil Eder Morais Dias. “Claro que o Eder dizia que o governador tinha conhecimento. Mas nunca esse assunto foi tratado com o governador”, ponderou. “O que imaginamos é que um pagamento desse valor, dessa magnitude, ele teria conhecimento”, completou. Na delação, Maggi é descrito pelo codinome “Caldo”.
    A propina que teria sido injetada no caixa da campanha de Maggi correspondia a 35% de uma dívida da União para o pagamento da obra da rodovia MT-010, coordenada pelo governo do Mato Grosso e executada pela construtora de 1986 a meados dos anos 1990.
    A União repassaria os recursos para o governo do Estado coordenar o trabalho da obra, mas a dívida ficou pendente. No caso de Mato Grosso do Sul, a construtora buscava receber pela execução da obra da MS-030, também realizada nesse período.
    Em 2004, foi firmado um acordo para o pagamento das dívidas com os dois Estados, intermediado pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, tratado como “Italiano” na delação. Dois anos depois, foi criada uma comissão especial formada por agentes públicos dos dois Estados para estabelecer os valores devidos pela União.
    Com a derrota de Delcídio Amaral em Mato Grosso do Sul, o pagamento ficou adiado mais uma vez. A Odebrecht, então, começou a negociar com o candidato vitorioso, André Puccinelli, do PMDB. A negociação só foi concluída em 2010, quando Puccinelli disputou a reeleição. A construtora pagou propina ao governador, segundo o delator.
    COM A PALAVRA, BLAIRO MAGGI
    O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Maggi disse lamentar ter seu nome ‘incluído numa lista de pessoas citadas em delações da Construtora Odebrecht, sem que tivesse qualquer possibilidade de acesso ao conteúdo para se defender’.
    Maggi afirma que não recebeu doações da Odebrecht para campanhas eleitorais e que não tem relação com a empresa ou os seus dirigentes. “Tenho minha consciência tranquila de que nada fiz de errado.”

  • Ministro relator da Lava Jato, no Supremo coloca o alto escalão político do Brasil sob investigação

    Edson Fachin. Foto: Nelson Jr/SCO/STF
    Edson Fachin. Foto: Nelson Jr/SCO/STF
    O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra oito ministros do governo Temer, 24 senadores e 39 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas –como mostram as 83 decisões do magistrado do STF, obtidas com exclusividade pelo Estado. O grupo faz parte do total de 108 alvos dos 83 inquéritos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas delações dos 78 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht, todos com foro privilegiado no STF. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não aparecem nesse conjunto porque não possuem mais foro especial.
    Estado teve acesso a despachos do ministro Fachin, assinados eletronicamente no dia 4 de abril.
    Também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 23 outros políticos e autoridades que, apesar de não terem foro no tribunal, estão relacionadas aos fatos narrados pelos colaboradores.
    Os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos: 5, cada. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente do Senado, vem em seguida, com 4.
    O governo do presidente Michel Temer é fortemente atingido. A PGR pediu investigações contra os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Padilha e Kassab responderão em duas investigações, cada.
    As investigações que tramitarão especificamente no Supremo com a autorização do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, foram baseadas nos depoimentos de 40 dos 78 delatores.
    Os relatos de Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo, são utilizados em 7 inquéritos no Supremo. Entre os executivos e ex-executivos, o que mais forneceu subsídios para os pedidos da PGR foi Benedicto Júnior, (ex-diretor de Infraestrutura) que deu informações incluídas em 34 inquéritos. Alexandrino Alencar (ex-diretor de Relações Institucionais) forneceu subsídios a 12 investigações, e Cláudio Melo Filho (ex-diretor de Relações Institucionais) e José de Carvalho Filho (ex-diretor de Relações Institucionais), a 11.
    Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.
    Imunidade. O presidente da República, Michel Temer (PMDB), é citado nos pedidos de abertura de dois inquéritos, mas a PGR não o inclui entre os investigados devido à “imunidade temporária” que detém como presidente da República. O presidente não pode ser investigado por crimes que não decorreram do exercício do mandato.
    Lista. Os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram enviados no dia 14 de março ao Supremo. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências. Janot também pediu a retirada de sigilo de parte dos conteúdos.
    Entre a chegada ao Supremo e a remessa ao gabinete do ministro Edson Fachin, transcorreu uma semana. O ministro já deu declarações de que as decisões serão divulgadas ainda em abril. Ao encaminhar os pedidos ao STF, Janot sugeriu a Fachin o levantamento dos sigilos dos depoimentos e inquéritos.
    A LISTA DOS ALVOS
    Senador da República Romero Jucá Filho (PMDB-RR)
    Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)
    Senador da República Renan Calheiros (PMDB-AL)
    Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)
    Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD)
    Senador da República Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
    Deputado Federal Paulinho da Força (SD-SP)
    Deputado Federal Marco Maia (PT-RS)
    Deputado Federal Carlos Zarattini (PT-SP)
    Deputado Federal Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da Câmara
    Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA)
    Deputado federal Milton Monti (PR-SP)
    Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)
    Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)
    Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS)
    Ministro das Cidades Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)
    Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)
    Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)
    Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)
    Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)
    Senador da República Paulo Rocha (PT-PA)
    Senador Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)
    Senador da República Edison Lobão (PMDB-PA)
    Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Senador da República Jorge Viana (PT-AC)
    Senadora da República Lidice da Mata (PSB-BA)
    Senador da República José Agripino Maia (DEM-RN)
    Senadora da República Marta Suplicy (PMDB-SP)
    Senador da República Ciro Nogueira (PP-PI)
    Senador da República Dalírio José Beber (PSDB-SC)
    Senador da República Ivo Cassol
    Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)
    Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
    Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)
    Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)
    Senador da República José Serra (PSDB-SP)
    Senador da República Eduardo Braga (PMDB-AM)
    Senador Omar Aziz (PSD-AM)
    Senador da República Valdir Raupp
    Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE)
    Senador da República Eduardo Amorim (PSDB-SE)
    Senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
    Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
    Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)
    Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)
    Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-BA)
    Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA)
    Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)
    Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)
    Deputado Federal Felipe Maia (DEM-RN)
    Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)
    Deputado Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)
    Deputado Federal Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)
    Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
    Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)
    Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)
    Deputado Federal José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do Maranhão
    Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-SP)
    Deputado Federal Vander Loubet (PT-MS)
    Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-SP)
    Deputado Federal Cacá Leão (PP-BA)
    Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)
    Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)
    Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-RJ)
    Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA)
    Deputado Federal Paes Landim (PTB-PI)
    Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-GO)
    Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR-AM)
    Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-SP)
    Deputado Federal Betinho Gomes (PSDB-PE)
    Deputado Federal Zeca do PT (PT-MS)
    Deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP)
    Deputado Federal Júlio Lopes (PP-RJ)
    Deputado Federal Fábio Faria (PSD-RN)
    Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-PI)
    Deputado Federal Beto Mansur (PRB-SP)
    Deputado Federal Antônio Brito (PSD-BA)
    Deputado Federal Décio Lima (PT-SC)
    Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)
    Ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo Filho
    Governador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)
    Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)
    Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora do Estado
    Valdemar da Costa Neto (PR)
    Luís Alberto Maguito Vilela, ex-Senador da República e Prefeito Municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014
    Edvaldo Pereira de Brito, então candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010
    Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais/Codemig
    Senador Antônio Anastasia (PSDB-MG)
    Cândido Vaccarezza (ex-deputado federal PT)
    Guido Mantega (ex-ministro)
    César Maia (DEM), vereador e ex-prefeito do Rio de Janeiro e ex-deputado federal
    Paulo Bernardo da Silva, então ministro de Estado
    Eduardo Paes (PMDB), ex-prefeito do Rio de Janeiro
    José Dirceu
    Deputada Estadual em Santa Catarina Ana Paula Lima (PT-SC)
    Márcio Toledo, arrecadador das campanhas da senadora Suplicy
    Napoleão Bernardes, Prefeito Municipal de Blumenau/SC
    João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia
    advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época Procurador-Geral do Estado do Maranhão
    Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romer Jucá
    Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio
    Eron Bezerra, marido da senadra Grazziotin
    Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos – a38
    Humberto Kasper
    Marco Arildo Prates da Cunha
    Vado da Famárcia, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho
    José Feliciano
    COM A PALAVRA, JOSÉ SERRA
    NOTA
    O senador José Serra reitera que não cometeu nenhuma irregularidade e que suas campanhas foram conduzidas pelo partido, na forma da lei.
    A abertura do inquérito pelo Supremo Tribunal Federal servirá como oportunidade de demonstrar essas afirmações e a lisura de sua conduta.
    Assessoria de imprensa do senador José Serra
    COM A PALAVRA, O SENADOR ROMERO JUCÁ
    “Sempre estive e sempre estarei à disposição da Justiça para prestar qualquer informação. Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas”
    COM A PALAVRA, A SENADORA VANESSA GRAZZIOTIN
    “A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) esclarece que as doações feitas para suas campanhas foram oficiais, declaradas e posteriormente aprovadas pela Justiça Eleitoral”, segundo nota encaminhada pela assessoria de imprensa da senadora.
    COM A PALAVRA, O MINISTRO DO TCU VITAL DO RÊGO
    Por meio de sua Assessoria de Imprensa, o ministro do TCU afirmou.
    “O ministro TCU Vital do Rêgo e sua defesa não tiveram acesso ao conteúdo do pedido de abertura de inquérito mencionado pela imprensa. O ministro está à disposição das autoridades e confia que será comprovada a falta de relação entre ele e os fatos investigados.”
    COM A PALAVRA, O SENADOR LINDBERGH FARIAS
    “Mais uma vez confiarei que as investigações irão esclarecer os fatos e, assim como das outras vezes, estou convicto que o arquivamento será único desfecho possível para esse processo, novamente justiça será feita”, segundo nota enviada pela assessoria do senador.
    COM A PALAVRA, O SENADOR ANTONIO ANASTASIA
    “Em toda sua trajetória, Anastasia nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém”.
    COM A PALAVRA, AO DEPUTADO JUTAHY JR.
    “Tenho absoluta convicção de que esse procedimento será arquivado porque simplesmente não tenho nada a ver com a Lava Jato.”
    COM A PALAVRA, A ASSESSORIA DO MINISTRO MARCOS PEREIRA (INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS)
    O ministro Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) está à disposição da Justiça para prestar todos os esclarecimentos necessários, muito embora não tenha sido notificado oficialmente nem tenha conhecimento de nada daquilo que é acusado. Marcos Pereira agiu sempre dentro da lei enquanto presidente de partido, buscando doações empresariais respeitando as regras eleitorais, e esclarecerá não ter qualquer envolvimento com atitudes ilícitas.
    COM A PALAVRA, O MINISTRO ELISEU PADILHA
    Eliseu Padilha disse, por meio de assessores, que não vai comentar a citação de seu nomes na Lista de Fachin.
    COM A PALAVRA, O MINISTRO MOREIRA FRANCO
    Moreira Filho disse, por meio de assessores, que não vai comentar a citação de seu nomes na Lista de Fachin.
    COM A PALAVRA, O SENADOR RENAN CALHEIROS
    Em nota, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) disse que vai esperar o teor das “supostas investigações” para se defender. “Um homem público sabe que pode ser investigado. Mas isso não pode significar. Mas isso não pode significar uma condenação prévia ou um atestado de que alguma irregularidade foi cometida”, disse, no comunicado. “Acredito que esses inquéritos serão arquivados por falta de provas como aconteceu com o primeiro deles.”
    COM A PALAVRA, O SENADOR RICARDO FERRAÇO
    O senador Ricardo Ferraço disse estar “perplexo” com a citação do seu nome na lista. “Eu estou completamente perplexo. Não tenho e nunca tive qualquer relação com esses executivos da Odebrecht”, afirmou. Ele disse que constituiu advogado para pedir vista para saber se existe a citação e detalhes do inquérito. “A minha reação é de surpresa e perplexidade.”
    COM A PALAVRA, O SENADOR EDUARDO BRAGA
    Por meio de sua assessoria, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), disse que está “tranquilo” e irá aguardar as investigações.
    COM A PALAVRA, O DEPUTADO JOSÉ CARLOS ALELUIA
    ‘O ministro Fachin autorizou a investigar todos os citados, sem distinção, e fez bem. Todo o homem público tem de estar pronto para ser investigado. Todas as doações de campanha que recebi foram legais e estão declaradas.”
    COM A PALAVRA, DECIO LIMA
    “Em relação a menção do meu nome nas investigações do Supremo Tribunal Federal, recebo com tranquilidade, uma vez que confio que a verdade prevalecerá e a justiça será feita. Declaro que sou o maior interessado no esclarecimento de toda esta situação. É importante destacar que não sou réu e nem investigado em nenhum processo da Lava Jato. A minha vida pública sempre foi pautada pela ética, lisura e transparência e a minha história demonstra a preocupação com a legalidade de todos os meus atos”
    Decio Lima
    COM A PALAVRA, ANA PAULA LIMA
    NOTA OFICIALEm relação a citação do meu nome nas investigações do Supremo Tribunal Federal declaro serenidade e estou à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos. Afirmo que não sou ré e nem investigada em nenhum processo da Lava Jato.
    Afirmo que as doações à minha  campanha eleitoral foram declaradas e aprovadas pelos órgãos competentes, e que minha conduta pública é regida pelos princípios da ética, moral e legalidade.
    Ana Paula Lima
    Deputada Estadual (PT/SC)
    COM A PALAVRA, ARLINDO CHINAGLIA JR
    “Eu não sei do que se trata e vou procurar tomar ciência disso. Não faço a mínima ideia do motivo de eu estar na lista, não imaginava. Alguém me citou, mas em que circunstâncias eu não sei”
    “Não sei avaliar o que agrava ou não a imagem de cada um dos partidos mencionados. Nesse momento, eu não tenho como avaliar. Quero agora me informar do que está acontecendo. Estou determinado a fazer isso”
    “Pelo que eu entendi, a PGR enviou para o Supremo centenas de nomes. Não sei qual é o procedimento de cada um, mas eu presumo que deva ter acesso a todo material”
    COM A PALAVRA, O CRIMINALISTA DANIEL GERBER, DEFENSOR DO MINISTRO ELISEU PADILHA
    “A defesa do ministro ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), representada pelo criminalista Daniel Gerber, afirma que todo e qualquer conteúdo de investigações será debatido exclusivamente dentro dos autos.”
    COM A PALAVRA, A DEFESA DO SENADOR VALDIR RAUPP
    “A defesa do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), representada pelo criminalista Daniel Gerber, informa que o senador contesta mais uma vez a falsidade das alegações que fazem contra si, se colocando à disposição do poder judiciário para os esclarecimentos cabíveis.”
    COM A PALAVRA, O DEPUTADO MARCO MAIA
    Em relação à abertura de inquérito determinada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do deputado Marco Maia (PT-RS), representada pelo criminalista Daniel Gerber, informa que as ações criminais cabíveis contra estes delatores serão adotadas, na medida em que imputam a terceiros atos inexistentes como forma de obterem benefícios que não merecem junto ao Poder Judiciário.
    COM A PALAVRA, A ADVOGADA VERÔNICA STERMAN
    Paulo Bernardo nega ter feito esse pedido e informa que não teve qualquer conversa com executivos da Odebrecht para tratar da inclusão da obra no PAC. Ela foi incluída de maneira absolutamente lícita e atendendo a reivindicação da bancada federal do RS, sem qualquer participação da empresa Odebrecht. Verônica Sterman, advogada.
    COM A PALAVRA, HUMBERTO COSTA
    O senador, que espera a conclusão de inquérito aberto há mais de dois anos pelo STF, e para o qual a Polícia Federal já se manifestou em favor do arquivamento, aguarda ter acesso aos novos documentos para reunir as informações necessárias à sua defesa. O senador, que já abriu mão de todos os seus sigilos, se coloca, como sempre fez, à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários”, diz a nota enviada pela assessoria.
    COM A PALAVRA, O SENADOR JORGE VIANA
    NOTA À IMPRENSA
    A crise política vai se aprofundar, a partir de agora, com risco de paralisia institucional, porque todo o sistema político brasileiro está em xeque.
    Todas as legendas e expoentes partidários estão citados na lista do ministro Luís Edson Fachin, do STF, o que nos obriga, nesse momento, a nos explicarmos.
    Do PMDB ao PSDB, passando pelo meu partido, o PT, mas também o DEM, PSD, PSB, PRB e PP, todos os representados no Congresso estão envolvidos nesta crise. Muitos são acusados de corrupção, outros têm de se explicar sobre suas campanhas.
    Sobre o envolvimento do meu nome e do governador Tião Viana, não há nenhuma denúncia de corrupção contra nós, mas questionamentos sobre a arrecadação da campanha em 2010.
    Vamos provar na Justiça o que dissemos antes: nossas campanhas foram dentro da lei e feitas com dinheiro limpo.
    Nada devemos e nada tememos. Confiamos na Justiça.
    Senador Jorge Viana (PT-AC)
    http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/exclusivo-a-lista-de-fachin/
  • LERTA GLOBAL: COREIA DO NORTE DIZ PARA JORNALISTAS "SE PREPARAREM PARA UM GRANDE EVENTO"


    A expectativa é que Kim Jong-un faça um novo teste nuclear nas próximas horas.

    A Coréia do Norte coloca o mundo em alerta após falar para jornalistas se prepararem para um ''grande evento''.

    Segundo o site Info Money, a espectativa é que o ditador Kim Jong-un faça um novo teste nuclear nas próximas horas.

    Cerca de 200 jornalistas estão na capital do país que comemora o 105° aniversário de nascimento do fundador, Kim II Sung, em 15 de abril, que para a Coréia do Norte é o dia nacional mais importante chamado ''Dia do Sol''.

    Ninguém ligado ao governo se pronunciou quanto a natureza do evento que foi anunciado. Com informações de Info Money
  • China Adverte Coreia do Norte em Meio à Formação de Tropas Massivas na Fronteira


    Nós reagiremos fortemente às ameaças nucleares, diz a China

    A China disse que vai "reagir fortemente" às ​​ameaças nucleares da nação rebelde, informou a estatal chinesa Global Times.


    O jornal chinês disse que Pequim não "permanecerá indiferente" à guerra da Coreia do Norte, uma declaração poderosa, dado que a China já colocou suas tropas em alto alerta nacional sobre a situação.

    "Presumivelmente, Pequim reagirá fortemente às novas ações nucleares de Pyongyang", afirmou o Global Times. "A China não permanecerá indiferente à violação agravante de Pyongyang da resolução do Conselho de Segurança da ONU (UNSC)".

    "Mais e mais chineses apoiam a visão de que o governo deve aumentar as sanções sobre as atividades nucleares de Pyongyang. Se o norte fizer outro movimento provocativo este mês, a sociedade chinesa estará disposta a ver o UNSC adotar severas medidas restritivas que nunca foram vistas antes, como restringir as importações de petróleo para o Norte".

    "O programa de armas nucleares de Pyongyang destina-se a proteger o regime, no entanto, está chegando a um ponto crítico. Pyongyang espera que seu jogo funcione, mas todos os sinais apontam para a direção oposta."

    O que isso significa: Não é apenas uma retórica da China. Os Chi-coms já podem ter desdobrado cerca de 175 mil soldados na fronteira com a Coreia do Norte, que provavelmente não só estão lá para lidar com refugiados, mas também para uma possível invasão combinada com os ataques dos EUA contra a Coreia do Norte.

    A advertência da China ocorre apenas dias antes do feriado nacional do Dia do Sol em 15 de abril, uma data simbólica que Pyongyang pode usar para testar outro míssil balístico intercontinental.

    Especula-se que as Forças Especiais dos EUA já estão se deslocando à Coreia do Norte para sabotar algumas das instalações militares do país antes de um possível ataque marítimo por parte de um grupo de porta-aviões dos EUA.

    E a China está enviando o carvão de volta para a Coreia do Norte, o qual é a maior exportação da Coreia do Norte para a China.

    Além disso, alguns disseram que o Departamento de Organização e Orientação da Coreia do Norte (OGD) tem sido por muito tempo o poder por trás do trono, e não necessariamente a volta incessante do barulho de Kim Jong-un. O OGD pode usar a ajuda da China para iniciar um golpe dentro da Coreia do Norte.

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    Relatórios da Coreia do Sul Informam que a China Mobilizou 150 Mil Soldados à Fronteira da Coreia do Norte












    Fontes:
    Infowars: CHINA WARNS NKOREA AMID MASSIVE TROOP BUILD-UP ON BORDER
    Global Times: Is North Korea nuclear crisis reaching a showdown?
    Reuters: Chinese traders ordered to return North Korean coal - source

    Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2017/04/china-adverte-coreia-do-norte-em-meio-a-formacao-de-tropas-massivas-na-fronteira.html#ixzz4eCYGytLm
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