O QUE É A "VERDADE"?

O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. - Immanuel Kant

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21 de mai de 2016

  • Los neonazis se manifiestan en Madrid con el beneplácito de la delegada del Gobierno

    Al grito de "obrero y español" y tras el lema "Defiende España, defiende tu gente", cerca de mil manifestantes de extrema derecha se han movilizado por el centro de la capital convocados por el colectivo neonazi Hogar Social Madrid.

    Manifestación ultraderecha
    Imagen de la marcha convocada por el colectivo neonazi Hogar Social Madrid.
    Unas mil personas, procedentes de toda España, se manifestaron este sábado en el centro de Madrid, desde la Plaza de España a la del Dos de Mayo, convocadas por el grupo neonazi Hogar Social de Madrid para defender "los derechos de los españoles por encima de los no nacionales" y en la que se han podido escuchar lemas como 'Españoles sí, refugiados no' y 'Obrero y español'. La marcha tiene lugar después de que la delegada del Gobierno en Madrid, Concepción Dancausa, haya hecho caso omiso a las advertencias delAyuntamiento de Madrid y de los vecinos del barrio de Malasaña.

    A las 18 horas arrancaba esta manifestación, marcada por las banderas de España y las negras del Hogar Social Madrid. Algunos de los manifestantes han dado vivas al dictador Francisco Franco y coreado lemas como 'Podemos y PP, la misma mierda es'.

    Muchos de los asistentes portaban camisetas con el logotipo del Hogar Social, con leyendas como 'Defiende Europa', 'Revuelta contra el mundo moderno', 'Mantenerse en pie en un mundo en ruinas' y 'La nación hace la fuerza'. Una hora después arrancaba en Atocha otra manifestación, convocada por 'Madrid Para Todas', para protestar "contra el fascismo y toda forma de discriminación".

    'Madrid Para Todas' ha señalado que "los grupos de extrema derecha ni han desaparecido ni forman parte del pasado". "Se hace palpable con el aumento del número de agresiones de carácter racista y homófobo en los últimos meses en todo el Estado español", ha añadido en sobre motivo de la concentración.

    El consistorio madrileño remitió el pasado viernes una carta a la Delegación del Gobierno pidiendo que impidiera de oficio la celebración de la manifestación de ultraderecha, o la disuelva tan pronto se produzcan delitos de odio, Dancausa ignoró el contenido del escrito.

    Además del Ayuntamiento, los vecinos del Barrio de Universidad, en Malasaña, también solicitaron a la delegada del Gobierno que impidiera la manifestación neonazi: "Es una irresponsabilidad y una provocación que se haya elegido a nuestro barrio ya que carece de condiciones para una manifestación de este tipo", asegura la Asamblea Ciudadana del Barrio de Universidad.


  • A Venezuela está à beira do colapso. Entenda.

    Homem segura a sua filha com fila de pessoas ao fundo em busca de comida

    São Paulo – A Venezuela entrou nessa semana numa nova e ainda mais tensa fase da sua crise. Depois de violentas manifestações de uma população que vem sofrendo com a escassez de itens e serviços essenciais, o governo do chavista Nicolás Maduro oficializou na segunda-feira a declaração do “Estado de Exceção e Emergência Econômica” pelos próximos 60 dias.
    Na ocasião, o presidente venezuelano disse que a medida se fazia necessária para lutar contra o que chama de “golpe de estado orquestrado por potências estrangeiras” e que, segundo a agência EFE, teria contado com a participação de Álvaro Uribe, ex-presidente da Colômbia.
    Essa declaração ainda precisa ser aprovada pelo parlamento do país, no qual a oposição é maioria, e considerada constitucional pelo Tribunal Supremo de Justiça. Se assim for, a norma dará a Maduro o poder de solicitar a intervenção das forças armadas e ordenar a obtenção de recursos financeiros sem que seja necessário o aval de outros poderes.
    A expectativa, contudo, é que esse cenário não se confirme e que o cerco contra o presidente continue a se fechar. A avaliação da oposição é a de que esse Estado de Exceção seja uma tentativa de Maduro para obstruir a realização de um referendo revocatório que pode antecipar o fim do seu mandato.
    Se a votação acontecer e Maduro for derrotado, novas eleições devem ser marcadas. Antes, contudo, o mundo observará com atenção os desdobramentos de uma manifestação convocada por essa oposição para dar força ao referendo nesta semana, mas que não foi aprovada pelo governo. Com o Estado de Exceção em vigor, a consequência dessa passeata é uma incógnita.
    Enquanto essa crise política parece não ter fim, o país vive mergulhado no caos que também não dá sinais de que irá acabar tão cedo. Falta de tudo na Venezuela: do papel higiênico até a cevada para produção de cerveja, passando, é claro, pela comida na mesa da população. Em 2016, pela primeira vez em 20 anos, o país precisou aumentar o preço da gasolina.
    O cenário é agravado ainda pela seca que impactou em cheio um sistema energético obsoleto e despreparado, forçando o governo a cortar a energia elétrica por quatro horas todos os dias. O serviço público agora funciona somente duas vezes na semana e Caracas vem se consolidando como uma das capitais mais violentas do planeta.

    Crise

    Eleito presidente da Venezuela em 2013 pelo Partido Socialista Unido da Venezuela, Nicolás Maduro vem enfrentando problemas estruturais que são resultado de uma série de fatores que vão desde a queda nos preços dos barris de petróleo até a corrupção.
    A consequência dessa combinação desastrosa é um índice histórico de reprovação. De acordo com números da pesquisa Venebarômetro, divulgados pela AFP, 68% dos venezuelanos hoje reprovam o governo. Isso mostra que, em um possível referendo, o destino de Maduro poderá facilmente ser o de ex-presidente.
    Em um artigo publicado neste mês pela Carnegie Endowment for International Peace, uma rede global de pesquisadores e analistas de política internacional, o economista venezuelano Moisés Naim fez o que chamou de “autopsia da Venezuela” e buscou avaliar os fatores que levaram o país, dono da maior reserva de petróleo do planeta, ao estado de colapso.
    Nos últimos 17 anos, explica o analista, o país recebeu trilhões de dólares em receita do petróleo. Ou seja, dinheiro não era exatamente um problema. “É verdade que os preços do petróleo caíram – um risco que muitos anteciparam, mas que o governo não se preparou para lidar”, mas mesmo em 2014, quando o barril era cotado a 100 dólares, a população do país já enfrentava a escassez de itens essenciais.
    Hoje, essa carência chegou a níveis alarmantes: as prateleiras dos armazéns estão vazias, a energia elétrica é cortada todos os dias, não há papel higiênico. Umapesquisa recente da Reuters com 1.500 famílias mostra que 12% delas não conseguem fazer três refeições num dia. Mas o que explica essa falência do estado venezuelano? 
    Um dos fatores citados por Naim como protagonistas nessa confusão que virou o país é a política de controle de preços. Antes essa medida era aplicada em alguns itens essenciais, como alimentos, com o objetivo de manter a inflação sob controle e mantê-los acessíveis aos mais pobres. Aos poucos, contudo, passou a ser aplicada em dezenas de outros produtos. 
    “Quando os preços estão abaixo do custo de produção, fornecedores não conseguem manter as prateleiras estocadas”. A produção no país parou. E a saídaencontrada por Maduro foi a de retomar as plantas e prender os empresários sob a justificativa de que estariam deliberadamente parando suas linhas de produção com o objetivo de “sabotar o país”.

    Futuro incerto

    O que acontecerá com a Venezuela ainda em 2016 é um mistério. Mas a expectativa é que a crise de cunho geral que o país vive se agrave ainda mais. Números do Fundo Monetário Internacional (FMI) mostram que, até o fim do ano, o aumento nos preços seja de 700%. Dos 190 países monitorados pelo FMI, é a Venezuela aquele que deverá enfrentar a pior recessão.
    Se Maduro está em apuros, o país está diante de um abismo difícil de ser contornado. 
    Fonte EXAME 
  • A Direita Ainda Não Entendeu Suas Prioridades (A guerra continua!)


    Dissemos em artigo recente que o petismo em breve deixará de ser item de pauta política para se restringir ao noticiário policial, e continuamos com a mesma avaliação. E uma das ironias da história recente do país é que o último grande fato de repercussão política associado ao petismo será de natureza policial e criminal: a possível prisão de Lula em decorrência, entre outros, das investigações da Polícia Federal sobre as suspeitas de sua atuação como lobista da Construtora Odebrecht junto ao BNDES em operações em Cuba e países africanos.
    A provável prisão do chefe da organização criminosa com registro partidário que quase conseguiu destruir o país para implantar sua ideologia socialista, será o epílogo eloqüente da derrocada do projeto de poder mais ambicioso que os comunistas já empreenderam no continente latino-americano. Um projeto que foi derrotado na esfera institucional, mas cuja ideologia que o ensejou, ideologia esta que estava na base de seus métodos criminosos, ainda não foi derrotada e tem que continuar sendo combatida todos os dias também em outras frentes.
    Uma dessas frentes é a própria esfera institucional. Pois, apesar de o petismo ter sido apeado do poder de fato, ele ainda está presente nas entranhas do estado como entulho ideológico embrulhado sob a forma de diversas políticas públicas estatais que ainda estão sendo implementadas. É esse o real sentido que damos à expressão despetezar o estado: não basta exonerar militantes partidários que aparelharam a máquina estatal. É preciso também rever e, quando for o caso, alterar ou mesmo suspender políticas públicas que sejam a expressão ideológica do projeto de poder que foi derrotado.
    Nessa tarefa mais exigente de despetezação, temos que reconhecer a falta de habilidade e de capacidade política que a direita exibiu até momento para tratar desse desafio de forma apropriada, se municiando das estratégias corretas para pressionar o novo governo nesse sentido. Em vez disso, muitos atores políticos de direita, institucionais ou da sociedade civil, estão se ocupando em saber se a ex-presidente irá ou não continuar tendo avião à sua disposição e questionando sua permanência na residência oficial da presidência às custas do erário. Essas questões, ainda que importantes, são secundárias ante a real tarefa de despetezar o estado brasileiro.
    Não podemos ser ingênuos: Exceto em áreas sensíveis como economia e política externa, o novo governo, por se inserir na tradição patrimonialista e fisiológica da cultura política brasileira, não irá promover o desaparelhamento ideológico do estado brasileiro por vontade própria. Ele tenderá em vez disso a fazer acomodações. A remoção efetiva do entulho ideológico deixado principalmente pelos treze anos de petismo, mas também herdado em parte dos oito anos de governo tucano anterior, somente irá ocorrer como resultado de um embate político-ideológico no qual a direita conservadora terá um papel central.
    Um papel que a nação espera, mas que nós não estamos sendo capazes até o momento de desempenhar à altura. Um exemplo dessa nossa incapacidade é a resposta pífia que temos dado ao poderoso lobby de artistas rouanetes contra a extinção do Ministério da Cultura. Um lobby tão eficiente que fez Michel Temer recuar em parte, como era de se esperar. Por outro lado, tudo que a direita conseguiu produzir foi uma campanha virtual tola de boicote a um certo filminho bancado pela Lei Rouanet, filminho esse que de resto ninguém iria assistir mesmo, como a maioria das medíocres produções cinematográficas nacionais bancadas com recursos públicos.
    Outro exemplo da inépcia da direita brasileira nesse momento foi a nossa incapacidade de pressionar o governo para impedir a nomeação de uma esquerdista para a Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Ainda falaremos desse órgão em outro artigo, mas é importante lembrar que durante a era petista essa secretaria se tornou o bunker e o centro de gestação das políticas socialistas de linha dura do partido. Políticas essas mais explicitamente alinhadas com a agenda ideológica da esquerda e com forte componente de engenharia social, e que tinham como foco o cerceamento da liberdade de expressão e de imprensa, a proteção da criminalidade, políticas pró-aborto, demonização das polícias militares, entre outros. Todas elas sob o manto eufemístico de direitos humanos.
    A direita conservadora tem a obrigação de em primeiro lugar compreender a dimensão da vitória que a sociedade brasileira obteve ao derrotar o petismo, como apontamos nesse artigo aqui. Mas precisa compreender também os desafios que temos pela frente ante a natureza do novo governo, conforme descrita também no referido artigo. Ou compreendemos esses novos dados da realidade para definir nossa estratégia política de maneira eficaz, ou ficaremos perdendo tempo nos ocupando de questões secundárias enquanto a esquerda, por meio de seus poderosos lobbies artístico, acadêmico e da imprensa prosseguirá fazendo a grande política junto ao novo governo obtendo vitórias ou no mínimo impedindo novas derrotas.

  • Ministerio de Defensa da instrucciones al sur de Israel: “Estén preparados para evacuación total”



    Los habitantes de las comunidades situadas junto a la frontera con Gaza, en el sur del país, han recibido instrucciones del Ministerio de Defensa, de estar preparados para evacuar la zona en caso de emergencia. Las disposiciones fueron emitidas tras un período de tensión en la frontera con ese enclave costero, controlado por Hamás.

    En una carta emitida por los organismos de respuesta, los habitantes de dichas comunidades recibieron instrucciones de tener una valija lista y se les indicó que “en caso de emergencia, hay una decisión de evacuar por completo”.

    También se les aclaró donde deben ponerse a salvo en el caso en que tengan que evacuar la zona.

    La carta detalla además que en caso de emergencia, los residentes deben “cerrar todas las puertas, las ventanas y las persianas, llevarse las armas personales, los animales domésticos y los alimentos, y apagar las llaves del gas”.

    Los autobuses serán suministrados por los Consejos Regionales para asistir las evacuaciones y los residentes deberán reportar sus salidas.

    Las tensiones en la frontera con Gaza se desataron recientemente, luego que el Ejército de Defensa de Israel (Tzáhal) intensificara sus esfuerzos para localizar y destruir los túneles de Hamás que penetran en territorio israelí. A principios de mayo, los equipos militares israelíes que buscaban los túneles fueron atacados con fuego de mortero desde el interior de la Franja, y también varios cohetes fueron lanzados contra el sur del país.

    En respuesta, la Fuerza Aérea llevó a cabo varios ataques aéreos contra la infraestructura de Hamás, en uno de los cuales murió una mujer palestina de 50 años.




    Fuente: aurora-israel.co.il

    http://www.estadodeisrael.com/2016/05/ministerio-de-defensa-da-instrucciones.html#.V0DVW1mUNM8.facebook
    © estadodeisrael.com
  • Servidores do Detran são presos por esquema fraudulento com CNH


    Os envolvidos no esquema chegariam a cobrar entre R$ 300 a R$ 2.700, segundo apurações do Ministério Público


    PRF cumprindo mandado de prisão

    Uma operação doMinistério Público do Estado (MP-CE) resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão contra servidores da Regional doDepartamento Estadual de Trânsito(Detran) em Sobral, proprietários e funcionários de autoescolas, na manhã desta quarta-feira, 19. Além disso, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, tendo como alvo o Detran do município, sedes de autoescolas e residências. 

    A ação foi intitulada de "Operação Genius" e comandada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), que pertence ao MP, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo as apurações do Ministério Público, estava em curso um esquema de "venda de habilidades" em processos de habilitações fraudulentas de condutores de veículos automotores em Sobral.

    Conforme o Detran, os três servidores investigados por suspeita de participação na fraude foram afastados. O Departamento também abriu uma sindicância para apurar os fatos no âmbito administrativo e determinou a realização de auditoria interna em todos os atos praticados pelos funcionários alvos da investigação.

    As autoescolas citadas na ação foram bloqueadas no sistema, segundo o Detran, o que impede de abrirem novas inscrições de candidatos para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O órgão afirma que elas vão responder a processo administrativo para seu descredenciamento.



    Esquema

    As medidas judiciais foram deferidas pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Sobral ao atender os requerimentos formulados pelo Gaeco, que através de Procedimento Investigatório Criminal tem sob investigação o esquema de "venda de facilidades". De acordo com a investigação, foi constatado que muitos candidatos não tinham as mínimas condições de obtenção da CNH pelas vias legais, principalmente candidatos não alfabetizados.

    Os envolvidos no esquema chegariam a cobrar entre R$ 300 a R$ 2.700. Todos os detidos responderão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa e corrupção passiva.

    O nome da operação remete ao jogo da década de 1980 onde era gerada uma sequência de cores e o jogador precisava digitar corretamente a sequência para continuar jogando. Era dessa forma que os detidos facilitavam a emissão de CNHs, segundo o MP.

    O POVO Online
  • Paz? - Coalición de 22 países árabes proponen a Israel un «acuerdo de paz»


    Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. 1 Tessalonicenses 5:3

    URGENTE: Coalición de 22 países árabes proponen a Israel un «acuerdo de paz»



    Los países árabes, incluyendo Arabia Saudita, los estados del GolfoJordania y Egipto, están dispuestos a discutir con Israel cambios en la iniciativa de paz saudí con el fin de reanudar las conversaciones de paz entre Israel y la Autoridad Palestina (AP).


    A cambio de un acuerdo de paz con la Autoridad Palestina, esos países los informes, cambiarían su actitud hacia Israel.

    Fuentes diplomáticas occidentales dijeron que los países árabes han estado enviando mensajes a Israel a través de varios emisarios, entre ellos el ex primer ministro británico, Tony Blair, diciendo que están esperando recibir de Israel una respuesta a la iniciativa de paz saudí y también esperan de Israel la aplicación de gestos hacia los palestinos en Judea y Samaria, de modo que las conversaciones de paz puedan reactivarse y aquellos países en última instancia, podrían cambiar su actitud pública de Israel.

    La iniciativa de paz saudí, se dio a conocer en 2002 y fue re-aprobada en la cumbre de la Liga Árabe de 2007, dice que 22 países árabes normalizarán las relaciones con Israel a cambio de la retirada israelí de Judea y Samaria.

    Pero Israel ha rechazado el plan debido al hecho de que se llama a Israel a aceptar el llamado "derecho de retorno" para millones de descendientes de árabes que salieron de Israel pre-estatal, con lo que efectivamente se pondría fin al estado judío.

    Las fuentes diplomáticas dijeron que hay un deseo entre los líderes de los países árabes de la región que no tienen relaciones diplomáticas con Israel cambiarían su actitud hacia el Estado judío, y empezarían a tomar parte activa en la mediación entre Israel y la AP sobre la base de la iniciativa de paz saudí.

    Mientras que Israel ha rechazado las condiciones de la iniciativa saudí, las fuentes dicen ahora que los mensajes que se transmiten al primer ministro Binyamin Netanyahu dan a entender que los estados árabes están dispuestos a discutir con Israel algunos cambios en la iniciativa, de modo que sirva como base para un retorno a las negociaciones entre Israel y los palestinos.

    El informe llega días después de que el presidente de Egipto, Abdel Fattah al-Sisi, instó a israelíes y palestinos para apoderarse de lo que dijo era una "oportunidad real" y reanudar las conversaciones de paz.
    Los comentarios fueron recibidos por el primer ministro, Binyamin Netanyahu, que ha destacado que "Israel está dispuesto a participar con Egipto y otros países árabes en el avance tanto en el proceso diplomático y la estabilidad en la región".
    El presidente de la Autoridad Palestina (AP) dio la bienvenida a la llamada de Sisi , así, diciendo que da la bienvenida a los esfuerzos del presidente egipcio para lograr la paz y establecer un estado palestino.

    Fuente: Ben Ariel, Canada | Israel National News | Traduce: Yojanán Sarmiento

    http://www.estadodeisrael.com/2016/05/urgente-coalicion-de-22-paises-arabes.html
    © estadodeisrael.com


  • MARXISMO CULTURAL PROSSEGUE: TEMER CEDE À PRESSÃO ESQUERDISTA E DECIDE RECRIAR MINISTÉRIO DA CULTURA


    AFROUXOU: TEMER CEDE À PRESSÃO ESQUERDISTA E DECIDE RECRIAR MINISTÉRIO DA CULTURA; MARXISMO CULTURAL PROSSEGUE


    Michel Temer cede à pressão da militância de pseudo-intelectuais esquerdistas e recria Ministério da 
    Cultura... Vagabundos marxistas continuarão a serem sustentados com dinheiro público para difundirem 
    seu lixo cultural e a doutrinarem crianças e jovens com esterco marxista. Através disso, Temer também 
    abre precedente para ceder à qualquer grupelho petista, e a legitimá-lo... 
    A agenda do Marxismo Cultural prossegue!

    Talvez Michel Temer possa até não ser mesmo satanista, mas uma certeza nós temos: ele é mais um 
    marionete para estabelecer a nefasta agenda socialista globalista...
    Mais do mesmo...
    ---

    O ministro da Educação, Mendonça Filho, informou neste sábado (21) que o presidente em exercício 
    Michel Temer decidiu recriar o Ministério da Cultura (Minc).

    O novo ministro será Marcelo Calero, anunciado na última quarta (18) como secretário nacional de 
    Cultura.

    Com a decisão, a Cultura deixa de ser uma secretaria e não ficará mais subordinada ao 
    Ministério da Educação.

    Mendonça Filho explicou, em sua conta no microblog Twitter, que a recriação do Ministério da Cultura 
    será feita por meio de Medida Provisória e que a posse do novo ministro será na terça-feira (25).

    A decisão de fundir as pastas de Educação e Cultura foi tomada com base no princípio adotado por 
    Michel Temer ao assumir de reduzir o número de ministérios.

    Diante dos protestos de parte dos artistas e de servidores do Ministério da Cultura, Temer já havia 
    anunciado que, mesmo como secretaria, a estrutura da pasta seria mantida.

    Nesta sexta-feira (20), edição extra do "Diário Oficial da União" publicou medida que dava status de 
    "natureza especial" ao cargo de secretário da Cultura.

    Agora, depois de ouvir artistas e representantes do setor, o presidente em exercício decidiu reverter a 
    decisão e devolver à Cultura o status de ministério.

    No último dia 12, ao assumir como presidente em exercício, Michel Temer editou uma medida 
    provisória (726/2016) na qual determinou mudanças na composição do governo.

    Entre essas mudanças, a pasta da Cultura foi incorporada pelo Ministério da Educação, que voltou a 
    ser o Ministério da Educação e Cultura, nomenclatura que manteve até 1985, quando o então 
    presidente José Sarney criou o Ministério da Cultura.

    Antes de indicação de Calero, a intenção do presidente em exercício era nomear uma mulher para a 
    comandar a área e assim responder às críticas por um ministério exclusivamente de homens.

    Marcelo Calero
    O novo ministro da Cultura, o carioca Marcelo Calero, 33 anos, é diplomata, estudou no Colégio 
    Santo Inácio e se formou em direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

    Tem passagens pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Petrobras. Em 2007, passou a 
    atuar como diplomata e chegou a trabalhar na embaixada do Brasil no México.

    Calero trabalhou na assessoria internacional da Prefeitura do Rio e chegou a acumular a Secretaria 
    Municipal de Cultura e a presidência do Comitê Rio450, órgão criado para organizar a celebração do 
    aniversário da cidade.


  • 18 de mai de 2016

  • STF da dias para Dilma Rousseff explicar por que chama o impeachment de golpe

    Roberto Stuckert Filho/PR

    A presidente afastada Dilma Rousseff tem 10 dias para detalhar as razões e implicações de sua decisão de classificar o processo de impeachment como “golpe”. A decisão é da ministra Rosa Weber, que permite a Dilma não responder um questionário sobre o assunto, se quiser. 
    A interpelação judicial criminal foi ajuizada por deputados federais que questionavam o argumento que Dilma usa em discursos de que o processo de impedimento constituiria uma suposto “golpe de estado”.
    Dilma terá que esclarecer as questões abaixo:
    1) A Interpelada ratifica as afirmações – proferidas em distintos eventos – de que há um golpe em curso no Brasil?
    2) Quais atos compõem o golpe denunciado pela Interpelada?
    3) Quem são os responsáveis pelo citado golpe?
    4) Que instituições atentam contra seu mandato, de modo a realizar um golpe de estado?
    5) É parte desse golpe a aprovação, pelo Plenário da Câmara dos Deputados, da instauração de processo contra a Interpelada, por crime de responsabilidade, nos termos do parecer da Comissão Especial à Denúncia por Crime de Responsabilidade 1/2015, dos Srs. Hélio Pereira Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Conceição Paschoal?
    6) Se estamos na iminência de um golpe, quais as medidas que a Interpelada, na condição de Chefe de Governo e Chefe de Estado, pretende tomar para resguardar a República?
    “Ante o exposto, determino a notificação da Senhora Presidente da República (afastada) Dilma Vana Rousseff para que responda, querendo, à presente interpelação no prazo de 10 (dez) dias”, concluiu a relatora.
    Reeleita em 2014, Dilma foi afastada do cargo no dia 12 de maio, depois que 55 senadores votaram pela abertura do processo de impeachment contra ela no Senado. Ela permanece afastada por até 180 dias. Caso o julgamento no Senado vá além disso, ela responde ao processo de volta ao Palácio do Planalto.

  • Art. 5°, CF

    VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

    IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

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